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ESTUDOS
EVANGÉLICOS BÍBLIC0S - ESTUDOS BÍBLICOS
------------------------------------ PLANTAR E COLHER
O que precisamos fazer para acontecerem os sinais e
o mover poderoso do Espírito Santo em nosso meio?
Urge primeiramente atentarmos para a necessidade de
oração,
do testemunho e da pregação do Evangelho do Reino
de Deus. Ao assim fazermos, o Senhor coopera conosco e confirma
a palavra que pregamos, que semeamos, por meio da operação
de sinais e maravilhas que se seguem - Mc.16:20; At. 9:31; Mt
7:13,14; Lc. 9:60-62, 14:33.
Ao semearmos, encontraremos todos os tipos de terra,
que são
as pessoas e seus corações - Mc. 4:1-9. O nosso
objetivo é encontrar a terra boa. O objetivo maior de
todo o capítulo 4 do Evangelho segundo Marcos, é o
de como semear a Palavra para que produza cem vezes mais - Mc.
4:14-20.
Tudo começa com oração, obediência
e semeadura - At. 10:29,30. Necessitamos semear onde quer que
formos. Na condução, no trabalho, na escola e faculdade.
Precisamos conversar entre nós sobre a Palavra, compartilhar
e memorizar textos completos. Para que serve a Palavra recebida
se ela ficar escondida para sempre? Todos podem produzir a cem
por um. Qualquer um que tenha ouvido para ouvir, ouça.
Qualquer que ouve pode ter mais (Mc. 4:21-25).
São bem-aventurados os que ouvem a Palavra de Deus e
a guardam (Lc. 11:28). A fé vem pelo ouvir a Palavra de
Deus (Rm 10:17). Tem que existir um início. Alguém
tem que semear. Todos da parábola podiam ter mais. Todos
ouviram, porém reagiram diferentemente. Mas, o importante é que
todos ouviram.
Todo o Reino de Deus está baseado no Princípio:
Semear para produzir cem vezes mais. Significa que nem
sequer temos que entender como isto acontece. Com certeza,
o que for
semeado vai crescer de maneira grandiosa (Mc. 4:26-29, 30-32),
operando por este princípio: fé, obras de cura,
obras de arrependimento e salvação, discipulado,
finanças, obras de socorro, etc. A Palavra de Deus é VIDA.
Quando semeamos a palavra, ela cresce; não sabemos como,
mas acontecerá. É tão importante semear
que Paulo até admite que isto seja feito ainda que por
inveja e contenda. O poder está na Palavra de Cristo e
cada um vai dar conta de si mesmo diante do Senhor - Fp. 1: 15-18.
A Fé, para ser aumentada, tem que ser semeada como semente
(mostarda) - Lc. 17:5,6. A palavra de salvação
produzirá salvação; dons produzirão
manifestação dos dons, etc.
CONCLUSÃO: Vamos colher na proporção da
semeadura é um principio geral. Deus é quem dá a
semente ao semeador e é Ele quem multiplica os frutos
da sementeira - II Cor. 9:6,10. Através da semeadura,
os ministérios do corpo são ativados. A semeadura
da Palavra, em oração e obediência, será sempre
acompanhada do mover do Espírito Santo, dos sinais e das
operações de Deus - I Cor. 12:28.
MODELO A NÃO SEGUIR (CAIM)
Texto: Gn. 4:6-11
Verdade Central: Só em Jesus a influência do caráter
de Caim pode ser vencida.
Introdução: Você já se surpreendeu
com alguém por ter feito algo errado sem ter tido para
isso motivo algum? Este comportamento tem sua referência
no caráter de Caim. Saiba como este comportamento se expressa
e conheça como vencê-lo.
I. Onde estão os teus reais motivos?
Texto: Gn. 4:6 “Por que te iraste? E por que está descaído
o teu semblante?”
Existem sentimentos que brotam no coração que
não possuem base legal. Tal era a condição
de Caim em relação a seu irmão Abel. O questionamento
de Deus era para denunciar a Caim que os seus sentimentos não
possuíam reais motivos para serem levados adiante. Quando
este comportamento se apresenta, ainda que o mesmo não
seja detectado pelo homem, será detectado por Deus. Este é um
problema de caráter que o próprio Deus promoverá o
devido confronto. Em Caim temos o perfil do homicida que aborta
projetos, daquele que ouve o bom conselho e prefere fazer a sua
própria rota, deixa a responsabilidade do ser modelo e
referência para valorizar seus sentimentos particularizados,
e para todos estes sintomas a pergunta inicial de Deus é para
revelar que este comportamento não é digno de alguém
que almeja prestar-lhe culto agradável.
II. Não existe justificativa para o pecado.
Texto: Gn 4:7 “...mas sobre ele tu deves dominar.”
Caim passou tempo com Deus sendo confrontado e esclarecido,
mas em seguida decidiu fazer a sua própria rota. O conselho
de Deus apontava para a superação dos limites de
seus sentimentos: governe-os! Mas a decisão de Caim foi:
serei governado por meus sentimentos. O pecado será fruto
desta decisão. Mas quem encontrará diante de Deus
a justificativa para tal comportamento, diante do cuidado que
Ele dispensa em todo o tempo para nos aconselhar e nos apontar
o caminho bom: “...pus diante de ti a vida e a morte, a
benção e a maldição; escolhe, pois,
a vida, para que vivas...” (Dt. 30:19)
III. Nossa esperança: Deus é preservador
da vida.
Texto: Gn. 4:15 “E pôs o Senhor um sinal em Caim...”
Existem momentos que perdemos algo para preservar a
primícia.
Deus preservou a Adão por ser a primícia das suas
mãos, e diante do clamor de Caim, põe sobre ele
um sinal para que sua vida fosse preservada. Caim é a
primícia de Adão. Deus é Preservador da
vida, e como tal tem recursos soberanos para nos apontar um caminho
de superação e restauração. O sangue
de Abel clamava desde a terra por justiça, imputando sobre
Caim condenação, que o fez ser errante e vagabundo
na terra, mesmo assim Deus ainda proveu livramento ao lhe poupar
a vida.
Hoje, o sangue de Jesus clama aos ouvidos do Pai, sempre que
o acusador de nossas almas comparece perante ele querendo fazer
reivindicações a nosso respeito. No entanto, este
clamor não é para condenação, mas
para livramento: “...e o sangue de Jesus seu filho nos
purifica de todo pecado.”(I Jo. 1:7). Livramento quando
reconhecemos os nossos próprios limites e confessamos
nossa culpa: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel
e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” (I
Jo. 1:9). E para nossa confiança, um sinal da parte de
Deus também nos foi imputado: “...fostes selados
com o Espírito Santo da promessa, o qual é o penhor
da nossa herança...” (Ef. 1:13-14).
Conclusão: A velocidade para deixar a personalidade de
Caim dominar é muito rápida, e precisamos investir
e perseverar na personalidade de Abel, que é uma figura
do Messias. Quando o coração está endurecido
não ouve a voz de Deus. Caim ouviu a voz de Deus cara-a-cara
e em seguida matou seu irmão. O governo de um sentimento
está em uma decisão. E o conselho de Deus é: “governe
os seus sentimentos”. Decida pelo caminho apontado por
Deus.
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A IMPORTÂNCIA DA COBERTURA
Sempre somos provados naquilo que ministramos. Se você fala sobre família, será provada em família. Talvez você olhe para a sua casa, sabendo que ela é seu maior desafio. Se você prega sobre fidelidade, com certeza passará por provas sobre o assunto. Somos humanos, e as pessoas nos cobram naquilo que mais defendemos como pregadores, ministradores da Palavra de Deus.
Não sei qual a situação que você enfrenta hoje, se é a sua família que não aceita a fé em Jesus que você tem professado, mas que quando precisam vem até você para pedir uma oração. Não sei se a situação que você enfrenta hoje, faça com que você diga que está no dia mal, enfim...seja qual for a situação que você está enfrentando como pessoa, como líder, como pastor, como discipulador, o importante é que você mantenha firma a convicção do chamado e não permita que nada lhe afaste do caminho de Deus.
A Bíblia diz que no mundo teríamos aflições, mas que deveríamos preservar em nosso interior o bom ânimo, pois Cristo venceu o mundo e nós também venceremos (Jo 16:33). Tudo o que você precisa fazer é renunciar aos desejos da carne e manter-se convicto no ministério que Cristo lhe confiou.
Deus tem um tratamento específico para a sua vida. Seu cuidado para com os Seus filhos é tremendo. Em meio às provas, Ele nos dá o crescimento. Tudo depende de termos um coração aberto para aprendermos em cada fase de nossa vida.
Por tantas situações que vivemos, precisamos de uma cobertura espiritual. Não podemos rejeitar a importância que ela representa para nós, como filhos de Deus. São doentes na alma, na sede das emoções. Pessoas que não conseguem se submeter porque não tomam a decisão correta.
Há pessoas que olhamos e parecem que nunca mudaram, aparentemente estão até piores, e se formos buscar o histórico delas, são pessoas que carregam consigo feridas antigas, traumas, abusos de vários tipos, frustrações, rejeição, medos etc.
Muitos problemas que as pessoas enfrentam no relacionamento são provenientes da falta de cobertura. E ao tornarem-se adultos e chegarem no casamento, vivem constantemente assoladas pelo medo. Mulheres que imaginam que estão sendo traídas pelo cônjuge. Maridos que são extremamente ciumentos.
As pesquisas comprovam que as pessoas têm-se sentido cada vez mais solitárias. Você sabia que 80% das pessoas que fazem plásticas, em menos de dois anos, retornam para fazer outra plástica. É como se as insatisfações fossem eternas. Pessoas que não se sentem cobertas e estão em busca de proteção e de auto-aceitação.
Como filhos de Deus, temos um chamado da parte do Pai: fazer a diferença em meio a um mundo tão difícil. Sabemos a importância de uma cobertura e precisamos ensinar aos perdidos que ainda vale a pena cumprir os princípios da Palavra, ensiná-los que a cobertura vem quando:
1. Cuidamos do chamado divino (Gl 2:20)
Nem sempre os sonhos que estão em nosso coração vieram do coração de Deus para nós. Portanto, é necessário renunciar os sonhos humanos, os tronos humanos, e abraçar os sonhos divinos que são eternos. Precisamos ser mergulhados em Deus. Esse precisa ser o nosso estilo de vida.
2. Cuidamos da família (I Tm 5:8)
Isso fala de não apenas trazer provisão para dentro de casa, mas também sair da rotina, mudar no que for possível para trazer uma melhor qualidade de vida como observar qual é a necessidade do cônjuge e dos filhos, buscar um lazer que envolva a todos, pintar a casa e mudar a decoração (nem que seja trocar os móveis de lugar), isso tudo faz muita diferença.
Nosso amor para com a família precisa ser demonstrado diariamente. Chegar com um presentinho para os filhos ou para o cônjuge faz bem para a alma da família.
3. Cuidamos de nós mesmos (Rm 13:8-10)
Todos nós precisamos ter um cuidado especial com a nossa vida em todos os sentidos: praticar um esporte, tomar sorvete, ler um bom livro, arrumar o cabelo, comprar um roupa nova, comprar um perfume, fazer bem a si mesmo.
4. Cuidar do trabalho
Nosso trabalho merece zelo, merece nossa atenção. Não devemos ver apenas como um ganha pão, precisa haver investimento de nossa parte.
CONCLUSÃO: Invista, conquiste, não deixe a vida passar sem que você veja os sonhos do coração de Deus realizados em sua vida.
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Jesus como exemplo no Testemunho
Testemunho é a marca distinta que cada Cristão mostra ao mundo, através de atos que apontem para Jesus Cristo como Senhor da vida, assim como Jesus fez como o Pai.
¤ Testemunho – é o compromisso diante de Deus em expressar o que Ele fez, o que Deus quer e o que Ele é;
¤ É mostrar a obra de Deus na nossa vida;
¤ É viver de tal forma a mostrar a pessoa de Cristo no nosso viver diário.
I – O viver de Jesus envolvia ética e caráter.
1. Era cheio da Palavra de Deus e a cumpria;
Era um profundo conhecedor não só das Escrituras, como também da história do povo de Israel (Lc.24:27).
2. Era cheio do poder do Espírito Santo (Lc.4:18-19; Is.61:1-3).
Temos a oportunidade de sentir o transbordar do Espírito Santo sobre as nossas vidas, capacitando-nos para enfrentar as situações mais adversas da vida.
3. Exerceu o Seu ministério com as multidões (Lc.7:11-12).
3.1 Em células, reuniões familiares (Jo.12:1-11).
3.2. Individualmente (Jo.4:1-30).
Ninguém pode dar mau testemunho da sua vida (Jo. 8: 46).
II – Essa deve ser a forma pela qual devemos viver.
1. A pregação aponta verbalmente para Cristo (II Cor.4:5).
2. O testemunho aponta silenciosamente para Cristo (Jo.10:25).
Mostramos ao mundo, através dos atos que praticamos nosso amor ao Senhor Jesus, não necessitando verbalizar.
Os nossos atos falam mais alto que nossas palavras.
Quando testemunhamos de Cristo a um mundo que jaz no pecado, estamos sendo uma extensão de Cristo no mundo (At.1:8).
Conclusão: Qual a nossa conduta diante da sociedade em que vivemos?
Se vivermos a plenitude de suas obras e caráter, com certeza o nosso testemunho fará diferença e outras pessoas conhecerão a Jesus como Senhor!
Cristo quer que tenhamos um viver correto e comprometido com Sua pessoa e Sua palavra.
É necessário que nós, enquanto igreja, tenhamos consciência do que seja uma igreja que testemunha o senhorio de Cristo (Rm.14: 9).
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Identidade
“Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem a mim” – João 10:14.
No Brasil é muito comum a “carteirada”. Algumas pessoas tentam ser tratadas ou recebidas de forma diferenciada exibindo uma credencial. Esperam dessa forma obter certos privilégios que normalmente não teriam.
A verdadeira identidade do cristão não está estabelecida sobre possíveis privilégios, mas sobre a santidade e o serviço, que são fruto do amor derramado pelo Espírito Santo.
Algumas formas de identificar o verdadeiro cristão estão claramente estabelecidas na Palavra:
Pelo amor
“Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros” – João 13:35.
“Pelos seus frutos os conhecereis. Colhem-se, porventura, uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos?
Assim toda árvore boa produz bons frutos, porém a árvore má produz frutos maus” – Mateus 7:16-17.
Por guardar a Palavra de Deus
“Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama, será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele” – João 14:21.
O maior benefício de ser conhecido dos homens pelas características acima é que elas também nos tornam conhecidos de Deus.
Quando o buscamos Ele nos identifica claramente e nos atende:
“Todo aquele que é santo te fará súplicas em tempo de poder encontrar-te” – Salmo 32:6.
Uma das mais duras advertências feitas por Jesus foi, justamente, sobre a falha na identificação daqueles que são seus. Quando os meios passam a se tornar fins em si mesmos está estabelecida a confusão.
Sinais externos são usados para identificar discípulos, apesar deles não apresentarem os sinais internos.
“Assim, pelos seus frutos vocês os reconhecerão! Nem todo aquele que me diz: ‘Senhor, Senhor’, entrará no Reino dos céus, mas apenas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: ‘Senhor, Senhor, não profetizamos em teu nome? Em teu nome não expulsamos demônios e não realizamos muitos milagres?’ Então eu lhes direi claramente: Nunca os conheci. Afastem-se de mim vocês, que praticam o mal!” – Mateus 7:20-23.
CONCLUSÃO: No reino espiritual não há dupla cidadania. Os critérios para sermos reconhecidos por Deus e pelos homens são os mesmos.
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A obra de Deus em nossas vidas
Introdução: chegou a hora de exercermos a obra de Deus, sobre a
Face desta terra. (Mt. 7:3,4,5)
tópico 1: o que é a obra de deus?
no dicionário globo obra significa : efeito, resultado de
Um trabalho; trabalho manual.
na bíblia significa: ato, feito, trabalho. O termo obra de
Deus significa uma atividade que pertence a Deus, a qual ele
Nos concedeu para que exercessemos.
Deus colocou dons e talentos em nossas vidas, para sermos
Útil na casa dele, e sermos sal e luz desta terra.(mt. 5:13-16).
Tópico 2: qual é a pessoa que tem que fazer a
a obra de Deus?
Com base em Mc. 16:15, vemos que todos que são verdadeiros
Discípulos tem que fazer a obra de Deus.
Deus poderia muito bem, fazer tudo sozinho, ou então mandar
Os anjos dele para realizar a sua obra, mas, não Ele preferiu contar
Com nós; seres humanos imperfeitos, somos considerados criaturas
Privilegiadas por Deus.
Tópico 3 : por que devo fazer a obra de Deus?
3.a- Porque é um mandamento de Deus (Mc.16:15, Mt. 29:19), o
Próprio nosso senhor Jesus Cristo esta mandando ir fazer.
3.b- Porque seremos julgados pelas nossas obras a qual nós realizaremos, sobre a face desta terra,(estas obras não podem
(Serem comparadas com as obras da lei). E sim como nós servimos a Deus
Aqui na terra. (Ap. 20:11, 12,13).
3.c- Porque Jesus fez a maior obra já realizada na face desta
Terra por nossas vidas. Em João 3:16 explica como é o amor de Deus
Pelas as nossas vidas. Com o que nós poderíamos comparar o amor
De Deus por nós.(Fp. 2:30)
Tópico 4 : Como nós devemos estar para fazer
a obra de Deus
4.a – temos que estar firmados em Jesus(jo. 15:4). Somente poderemos exercer o chamado do Senhor Jesus, se nós estivermos agarradinhos com ele.
Temos que ter verdadeiramente a Vida de Jesus em nós como
diz em: 2co. 5:17).
Temos que ter a certeza da nossa salvação em Cristo, se não
como poderemos falar ou pregar Jesus se não temos o conhecimento
d’Ele e não temos a certeza da nossa salvação.
4.b – Temos que fazer com amor (1Co. 16:14). Precisamos encher
os nossos corações de amor pela obra de Deus. E também sem
murmuração(fp. 2:14)
4.c – Com humildade e sem querer disputar com ninguém (Fp.2:3)
não podemos fazer as coisas de Deus para servir de disputa com
meu irmão. Temos que sermos humildes, pois a soberba é um dos
maiores pecados, a qual tem derrubado muitos homens e mulheres
de deus.(pv. 16:18;tg. 4:6)
CONCLUSÃO: – Precisamos também valorizar a Palavra de Deus em nossas
vidas. Saber usar, manejar bem a Palavra de Deus é primordial
para nós(2tm. 2:15).
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Agregue valores à vida
AGREGAR: Reunir, juntar, acrescentar, associar
Agregue Justiça
Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no Reino dos céus.
Mateus 5.20
A justiça dos escribas e dos fariseus era exclusivamente exterior. O coração e o espírito, e não somente os atos externos, devem conformar-se com a vontade de Deus, na fé e no amor.
Agregue Paz
Aparte-se do mal e faça o bem;busque a paz e siga-a.
1 Pedro 3. 11
Freqüentemente vemos a paz somente como a ausência de conflitos, e pensamos na pacificação como um papel passivo. Mas um pacificador efetivo procura ativamente a paz, construindo boas relações.
Agregue Alegria
O coração alegre aformoseia o rosto, mas, pela dor do coração, o espírito se abate.
Provérbios 15.13
Quando um homem tem um coração feliz, essa felicidade brilha em seu rosto. A alegria interior é como um fogo que não pode ser contido.
Agregue Fé
E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a Ele de dia e de noite, ainda que tardio para com eles? – Digo-vos que, depressa, lhes fará justiça. Quando, porém, vier o Filho do Homem, porventura, achará fé na terra?
Lucas 18.7,8 (arc)
Esta pergunta de Jesus, provavelmente, indica que à medida que se aproxima a volta de Cristo, o mal se tornará cada vez pior, de modo que muitos da igreja se apartarão da fé em Cristo (Mt. 24.11-13,24; 1 Tm. 4.1). À medida que se aproxima, a preocupação de todo crente deve ser: estou perseverando na fé, firme na oração, buscando a Deus para que prevaleça a justiça e sua santa causa triunfe em tudo, para sempre? Ou estou tão preocupado com as coisas desta vida, que não anseio pela volta de Cristo e seu reino eterno?
Agregue Obediência
Todas estas bençãos virão sobre vocês e os acompanharão, se vocês obedecerem ao Senhor, o seu Deus.
Deuteronômio 28.2 (nvi) (ver versículos 3 a 14)
Promessas e profecias são abundantes na Bíblia. Deus dá muitas garantias da sua prontidão para abençoar, e normalmente, fala de coisas que planeja fazer no futuro. Em ambos os casos, sempre há condições: o chamado de Deus para nos alinharmos à sua vontade, de modo que a sua palavra de promessa possa abençoar o obediente. O cap. 28 é um estudo clássico das promessas e das profecias de Deus. Compare os vs. 1-2 e os vs. 58-59 para observar as bênçãos, que são uma promessa em potencial aos obedientes, e os julgamentos, que são uma certeza anunciada aos desobedientes. (BEP)
Agregue Humildade
Portanto, aquele que se tornar humilde como esta criança, esse é o maior no Reino dos céus.
Mateus 18.4
Aqui é enfatizada a humildade porque a mesma característica que permite ao homem entrar no reino é, igualmente, o principal elemento da grandeza naquele reino.
Os homens, considerando as exigências de sucesso neste mundo, acham razão suficiente para rejeitar a teoria que a humildade é que leva à verdadeira grandeza.
Agregue Fidelidade
Disse o Senhor: Quem é, pois, o mordomo fiel e prudente, a quem o senhor confiará os seus servos para dar-lhes o sustento a seu tempo? – Bem-aventurado aquele servo a quem seu senhor, quando vier, achar fazendo assim.
Lucas 12.42,43
Jesus promete uma recompensa para aqueles que lhe forem fiéis. Embora às vezes experimentemos recompensas imediatas por nossa obediência a Deus, esta não é a regra. Se assim fosse, seríamos tentados a nos gabar de nossas realizações e só fazer o bem pelas recompensas. Jesus disse que, se buscarmos as recompensas agora, não as terremos mais tarde (ver Mc 8.36). Nosso prêmio celestial será de acordo com aquilo que fizermos na terra, mas será muito maior do que podemos imaginar.
Agregue Gratidão
CONCLUSÃO: Assim como vocês receberam Cristo Jesus, o Senhor, continuem a viver nEle, - enraizados e edificados n`Ele, firmados na fé, como foram ensinados, transbordando de gratidão.
Colossenses 2. 6 e 7
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Aliança com Deus
O que é uma Aliança?
Biblicamente aliança é um contrato, um pacto, acordo ou sociedade entre duas pessoas ou duas partes em que se estabelecem compromissos de deveres, obrigações e privilégios, objectivando um bem comum das partes. No Antigo Testamento verifica-se dois tipos de aliança: aliança de respeito mútuo e aliança de amor. A aliança de respeito mútuo era feita no sentido exclusivo de não haver guerras entre as partes aliadas, como a de Isaque e Abimeleque ( Génesis 26:28-29).
A aliança de amor envolve sacrifício, a oferta da vida por inteiro. Esse é o principio da aliança de Deus com o ser humano retratado na Bíblia, mais tarde veio a ser simbolizado pelo casamento. O Antigo Testamento trata da mesma aliança com aqueles que se rendem ao Filho de Deus de todo coração, alma e entendimento (Mateus 10:37-39 ; 22:37).
Como era a cerimónia de aliança no Antigo Testamento?
A cerimónia de aliança era marcada pelo sacrifício e o sangue derramado era o selo da aliança. As partes envolvidas na aliança tomavam um ou mais animais e os sacrificavam. Em seguida os partiam ao meio; cada metade representava um dos envolvidos na aliança. E então as partes passavam entre as metades significando que se uma delas falhasse naquele pacto a outra parte teria o direito de fazer com ela o mesmo feito ao animal, ou seja: sacrificá-lo!
Deus fez esse tipo de aliança com Abraão (Génesis 15: 9-10,17,18).
Porque o sacrifício de animais era obrigatório na aliança?
A palavra empenhada das partes envolvidas numa aliança não era suficiente para firmar um pacto, pois é próprio do ser humano faltar com sua palavra, especialmente se as circunstâncias lhe são desfavoráveis. O sacrifício do animal lembrada o empenho do juramento que não poderia ser quebrado. Pois assim como a vida do animal não poderia ser retornada, também a palavra não poderia ser quebrada.
Quais eram os compromissos assumidos numa aliança?
Basicamente os compromissos assumidos numa aliança envolvia amor, confiança e fidelidade, os quais também são a base do casamento. No casamento há compromissos de parte a parte, e cada uma tem suas próprias responsabilidades que, unidas pelos laços do verdadeiro amor, conduzem a unidade indivisível de pensamentos e atitudes. Os compromissos de cada um sempre tem um objectivo comum com o outro. E ainda que os sacrifícios de cada um sejam demasiadamente grande a força da aliança os leva a pensar nos objectivos comuns que são ainda muito mais importantes.
Dai a razão porque o casamento tipifica a aliança com Deus, pois envolve a entrega total de vidas. O sangue derramado no pacto conjugal da noite de núpcias é a marca viva que sela tal aliança. Mateus 19:6/// Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem
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Amigo íntimo
“Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas chamei-vos amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos dei a conhecer.” João 15:15
Deus nos tem como filhos e, desta forma, zela para que tenhamos experiências íntimas com Ele.
O segredo para ter experiências particulares com Deus é buscar ser íntimo dEle.
Jesus Cristo era íntimo do Pai, e essa intimidade teve com Seus discípulos, apesar de alguns terem sido mais íntimos.
Amigo é aquele, que podemos contar em todos os momentos da nossa vida. Amigo é aquele que te ama, te compreende, te ajuda, te abraça, te acompanha até o fim.
Existem 4 etapas na vida de um cristão:
1. Seguidor = Aquele que não produz fruto - (João 15:1-2) “Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o viticultor. Toda vara em mim que não dá fruto, ele a corta; e toda vara que dá fruto, ele a limpa, para que dê mais fruto.”
2. Discíopulo = Aquele que dá fruto e é obediente a Deus - (João 15:5) “Eu sou a videira; vós sois as varas. Quem permanece em mim e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.”
3. Filho = Aquele que usufrui da herança que lhe é de direito - (João 15:9) “Como o Pai me amou, assim também eu vos amei; permanecei no meu amor.”
4. Amigo = Aquele que, além de usufruir de toda herança do Pai, ele é um apaixonado pelo Pai celestial (João 15:26-27) “Quando vier o Consolador, que eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que do Pai procede, esse dará testemunho de mim; e também vós dareis testemunho, porque estais comigo desde o princípio.”
Obs.: É lógico que todos os cristãos verdadeiros, são necessariamente, servos de Cristo. Não há outra escolha, ou temos Jesus Cristo como Senhor de nossas vidas, ou não somos dEle. Mas Cristo quer que sejamos servos-amigos dEle, não escravos.
I - Escravo não consegue experimentar o amor de seu senhor, Amigo íntimo vive abraçado pelo seu Pai! - (João 15:9) “Como o Pai me amou, assim também eu vos amei; permanecei no meu amor.”
(João 17:22-23) “E eu lhes dei a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um; eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, a fim de que o mundo conheça que tu me enviaste, e que os amaste a eles, assim como me amaste a mim.”
•É o amor que traz alegria ao coração do Pai, traz prazer, satisfação;
•O amor que nos aceita como somos;
O amor que nos protege neste mundo tenebroso - (João 17:11) “Eu não estou mais no mundo; mas eles estão no mundo, e eu vou para ti. Pai santo, guarda-os no teu nome, o qual me deste, para que eles sejam um, assim como nós.
(João 17:15) “Não rogo que os tires do mundo, mas que os guardes do Maligno.”
•O amor que nos leva à vitória, à alegria da Presença da glória de Deus.
II – Escravo dorme lá fora, Amigo íntimo não sai do aconchego de seu Pai (15:19)
•Deus nos tirou lá de fora: Lugar de frio, angústia, solidão, tristeza, pecado...
O desejo de Jesus é este: (João 17:24) “Pai, desejo que onde eu estou, estejam comigo também aqueles que me tens dado, para verem a minha glória, a qual me deste; pois que me amaste antes da fundação do mundo.”
III – ESCRAVO É COMPRADO POR CAUSA DA SUA MÃO DE OBRA, AMIGO ÍNTIMO POR CAUSA DO GRANDE AMOR DE DEUS - (João 15:16) “Vós não me escolhestes a mim mas eu vos escolhi a vós, e vos designei, para que vades e deis frutos, e o vosso fruto permaneça, a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda.”
Coração transparente é aquele que não tenta esconder nada de Deus.
É um Coração apaixonado por Jesus, dedicado, fervoroso, submisso, sincero, honesto.
...pois são teus = (João 17:9) “Eu rogo por eles; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me tens dado, porque são teus;”
IV – Escravo trabalha e dorme, Amigo íntimo recebe as grandes revelações do Pai - (João 15:15) “Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas chamei-vos amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos dei a conhecer.”
CONCLUSÃO: (Jer. 33:3) “Clama a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas, que não sabes.”
Eu vou te revelar o que está acontecendo no teu coração;
Eu vou te revelar o que está acontecendo na tua casa;
Eu vou te revelar o que está acontecendo na tua cidade, no teu país;
Eu vou te revelar o que está acontecendo no mundo;
Eu vou te revelar o que está acontecendo no Universo;
Eu vou te revelar o que está acontecendo até no céu: Os anjos prostrados e me adorando. Querubins, Serafins, Anjos e Arcanjo com grande multidão de salvos me adorando e celebrando uma festa na minha Presença, diz o Senhor!
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A CRUZ
Você imaginou o que as pessoas faziam quando pecavam, antes
de Jesus morrer? Hoje temos a promessa: "Se confessarmos
nossos pecados, ele é fiel e justo, para perdoar os pecados
e nos purificar de toda a injustiça." I São
João (NT) 1:9.
Agora podemos ser perdoados porque Jesus morreu em nosso lugar
e pagou o preço dos nossos pecados. Mas como homens e
mulheres podiam ser perdoados antes da cruz, quando Jesus ainda
não tinha morrido?
Na verdade, assim que o homem pecou, Deus demonstrou pela primeira
vez o Calvário. Foi construído um altar sobre o
qual um cordeiro foi sacrificado. Esse cordeiro representava
a Cristo. Através dos séculos, cada vez que um
animal inocente era sacrificado, apontava para o dia em que o
Filho inocente de Deus morreria no lugar do homem. Esse foi o
preço do perdão.
O povo de Israel, recém saído da escravidão,
precisava de uma comunicação simples e fácil
para compreender o plano de Deus para a Salvação.
Eles precisavam de algo prático, que demonstrasse a terrível
natureza do pecado de modo vivo. Eles necessitavam de uma noção
clara do elevado custo de nossa salvação. E foi
o que Deus fez. Ele ordenou:
"
E Me farão um santuário, e habitarei no meio deles.
Conforme a tudo que Eu te mostrar para modelo do tabernáculo,
e para modelo de todos os seus vasos, assim mesmo o fareis." Êxodo
(VT) 25:8 e 9.
Deus desejava estar com o Seu povo, para isso era necessário
um santuário. O santuário deveria ser um templo
portátil que pudesse ser montado no deserto e transportado
enquanto viajassem. Deus mostraria a Moisés um padrão,
e daria a ele instruções detalhadas sobre a construção
e a mobília. Para a construção desse santuário,
Deus deu a Moisés uma planta detalhada, conforme o modelo
original existente no Céu.
"
Ora a suma do que temos dito é que temos um sumo sacerdote
tal, que está assentado nos céus à destra
do trono da majestade, ministro do santuário e do verdadeiro
tabernáculo, o qual o Senhor fundou, e não o homem." Hebreus
(NT) 8:1 e 2. Jesus, ao deixar a Terra, tornou-Se nosso sumo
sacerdote. Ele ministra no santuário do Céu, portanto
existem dois santuários: o do Céu e o da Terra.
"
...Moisés divinamente foi avisado... olha, faze tudo conforme
o modelo que no monte se te mostrou." Hebreus 8:5. O santuário
portátil do deserto era uma cópia exata do santuário
existente no Céu.
Essa réplica seria uma escola adequada para nos ensinar
muitas coisas sobre o plano elaborado por Deus para a salvação
da humanidade.
Ao sair do Egito, o povo de Israel acampou na vasta planície
próxima do Monte Sinai, a aproximadamente 1.500 anos antes
de Cristo. O acampamento era uma verdadeira cidade de tendas
onde imperava a limpeza e a ordem. O povo estava dividido cgava
três delas. Na área central ficava o santuário.
Ao se entrar no pátio, a primeira coisa que se podia ver
era o altar dos holocaustos, onde eram oferecidos todos os sacrifícios.
Pouco além ficava o santuário, que era dividido
em dois compartimentos: o Santo, onde havia uma mesa com pão
sagrado e o candelabro com sete lâmpadas. Ainda nessa parte,
ficava o altar de incenso. O segundo compartimento, separado
do primeiro com um véu, chamava-se Santíssimo.
Nele estava a arca do concerto com as duas tábuas de pedra,
em que Deus, com Seu próprio dedo, escreveu os Dez Mandamentos.
"
E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue;
e sem derramamento de sangue não há remissão." Hebreus
9:22. Isso significa que sem derramamento de sangue não
há perdão, nem para o povo de Israel no passado,
nem para nós hoje. O perdão é a coisa mais
preciosa do Universo, pois custou a vida do Filho de Deus. Era
isso o que a morte do cordeiro queria dizer. O substituto inocente,
sacrificado no altar, demonstrava a fé do pecador no inocente
Cordeiro de Deus, Jesus, que um dia morreria em seu lugar.
Quando alguém pecava e se arrependia, deveria providenciar
um cordeiro e se apresentar ao sacerdote no santuário.
O pecador, colocando sua mão sobre a cabeça do
cordeirinho, confessava os pecados e em seguida matava o animal.
O sacerdote, então, espalhava um pouco desse sangue nos
cantos do altar. O livro de Levítico, no Velho Testamento,
descreve os vários sacrifícios que ocorriam no
santuário. Tudo apontava para um grande e único
tema central: prover um meio de trazer o pecador de volta a Deus,
tornar possível para ele compreender o pecado e o que
isso custou para Deus.
Os sacerdotes, por sua participação pessoal no
sacrifício, quando transportavam o sangue para dentro
do santuário, cumpriam esse mesmo propósito.
"...E o Senhor a deu a vós, para que levásseis
a iniqüidade da congregação, para fazer expiação
por eles diante do Senhor." Levítico 10:17. é assim
que Jesus, nosso Sumo sacerdote, faz com Seu sangue. Mas uma
vez por ano, uma coisa especial acontecia:
"
Ora, estando estas coisas assim preparadas, a todo tempo entravam
os sacerdotes no primeiro compartimento cumprindo os serviços;
mas no segundo, só o sumo sacerdote, uma vez no ano, não
sem sangue, que oferecia por si mesmo e pelas culpas do povo." Hebreus
9:6 e 7.
Uma vez por ano, o sumo sacerdote entrava sozinho no Santíssimo
para realizar um serviço especial. Era a purificação
dos pecados que tinham sido transferidos para o santuário
durante todo o ano. Essa cerimônia ocorria no dia da Expiação.
Era uma espécie de dia do Julgamento. Essa cerimônia
tinha a finalidade de apontar para a fase do ministério
sacerdotal de Cristo após Seu sacrifício na cruz.
O serviço do santuário com todas as suas cerimônias
continuou através dos séculos. Primeiramente, no
deserto; e depois, no templo construído em Jerusalém.
O serviço do santuário continuou tendo validade
até o dia em que Jesus morreu. A partir de então,
não seria mais necessário imolar qualquer cordeiro
para o sacrifício. O verdadeiro Cordeiro de Deus, o Senhor
Jesus Cristo, para O qual todos os sacrifícios apontavam,
havia dado a Sua vida pelo mundo todo. Mas o próprio povo,
que durante séculos tinha demonstrado fé em Seu
futuro sacrifício, não O reconheceu.
Jesus, o Cordeiro de Deus, havia dado a Sua vida. O sistema de
sacrifícios estava encerrado, mas quando Jesus subiu ao
Céu, Ele assumiu uma nova obra.
"
Visto que temos um grande sumo sacerdote, Jesus, Filho de Deus,
que penetrou nos céus, retenhamos firmemente a nossa confissão.
Porque não temos um sumo sacerdote que não possa
compadecer-se das nossa fraquezas; porém um que, como
nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado." Hebreus
4:14 e 15.
O sacrifício de Jesus no Calvário foi completo
e perfeito. Mas sem a obra de Cristo como nosso Sumo sacerdote,
não poderíamos receber nenhum benefício
pessoal desse sacrifício. Jesus fez um sacrifício
perfeito. Ele fez provisão para todas as pessoas. Mas
nem todas serão salvas. Milhões o rejeitarão.
Como a salvação não é automática,
o sangue de Jesus deve ser aplicado pessoalmente a quem aceitá-Lo.
CONCLUSÃO :Por isso, Jesus, como Sumo sacerdote, tinha
algo mais a fazer. Ao morrer em nosso lugar e pagar o preço
pelos pecados, Ele conquistou o direito de perdoar e de nos devolver
a vida eterna. Como nosso Sumo sacerdote, Ele, desde a cruz,
aplica os benefícios de Sua morte em favor de todo aquele
que desejar. E quando aceitamos o Senhor Jesus como nosso Salvador,
quando aceitamos Seu sacrifício e Sua morte em nosso lugar,
nosso nome é escrito em um livro muito especial: o Livro
da Vida.

Batismo
Que ato está associado com a crença do evangelho?
A Bíblia diz em Marcos 16:15-16 “E disse-lhes: Ide
por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura. Quem
crer e for batizado será salvo; mas quem não crer
será condenado.”
Quando as pessoas sentiram uma convicção no dia
do Pentecoste, que lhes disse Pedro que elas teríam que
fazer?
A Bíblia diz em Atos 2:38 “Pedro então lhes
respondeu: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado
em nome de Jesus Cristo, para remissão de vossos pecados;
e recebereis o dom do Espírito Santo.”
Que representa o batismo? A Bíblia diz em Atos 22:16 “Agora
por que te demoras? Levanta-te, batiza-te e lava os teus pecados,
invocando o seu nome.”
De acordo com as Escrituras, quantos batismo há? A Bíblia
diz em Efésios 4:5 “Um só Senhor, uma só fé,
um só batismo.”
Como se descreve este batismo? A Bíblia diz em Romanos
6:2-7 “De modo nenhum. Nós, que já morremos
para o pecado, como viveremos ainda nele? Ou, porventura, ignorais
que todos quantos fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados
na sua morte? Fomos, pois, sepultados com ele pelo batismo na
morte, para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos
pela glória do Pai, assim andemos nós também
em novidade de vida. Porque, se temos sido unidos a ele na semelhança
da sua morte, certamente também o seremos na semelhança
da sua ressurreição; sabendo isto, que o nosso
homem velho foi crucificado com ele, para que o corpo do pecado
fosse desfeito, a fim de não servirmos mais ao pecado.
Pois quem está morto está justificado do pecado.”
Que aconteceu quando Jesus foi batizado? A Bíblia diz
em Mateus 3:16-17 “Batizado que foi Jesus, saiu logo da água;
e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito
Santo de Deus descendo como uma pomba e vindo sobre ele; e eis
que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho
amado, em quem me comprazo.”
Em que nome são batizados os crentes? A Bíblia
diz em Mateus 28:19 “Portanto ide, fazei discípulos
de todas as nações, batizando-os em nome do Pai,
e do Filho, e do Espírito Santo.”
Como e onde Felipe batizou o eunuco convertido? A Bíblia
diz em Atos 8:36-39 “E indo eles caminhando, chegaram a
um lugar onde havia água, e disse o eunuco: Eis aqui água;
que impede que eu seja batizado? [E disse Felipe: é lícito,
se crês de todo o coração. E, respondendo
ele, disse: Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus.]
Mandou parar o carro, e desceram ambos à água,
tanto Filipe como o eunuco, e Filipe o batizou. Quando saíram
da água, o Espírito do Senhor arrebatou a Filipe,
e não o viu mais o eunuco, que jubiloso seguia o seu caminho.”
CONCLUSÃO: Quais são os requisitos prévios
para o batismo? A Bíblia diz em Atos 8:12 “Mas,
quando creram em Filipe, que lhes pregava acerca do reino de
Deus e do nome de Jesus, batizavam-se homens e mulheres.”

Cura
aspecto importante do ministério de Jesus era curar fisica
e espiritualmente. A Bíblia diz em Mateus 4:23 “E
percorria Jesus toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas,
pregando o evangelho do reino, e curando todas as doenças
e enfermidades entre o povo.”
O dom de curar fisicamente não é o dom mais importante
que Deus dá. A Bíblia diz em Mateus 9:2 “E
eis que lhe trouxeram um paralítico deitado num leito.
Jesus, pois, vendo-lhes a fé, disse ao paralítico:
Tem ânimo, filho; perdoados são os teus pecados.”
Deus prove a cura física porque Ele quer que nos curemos
espiritualmente. A Bíblia diz em Mateus 9:6 “Ora,
para que saibais que o Filho do homem tem sobre a terra autoridade
para perdoar pecados (disse então ao paralítico):
Levanta- te, toma o teu leito, e vai para tua casa.”
Cristo deu-nos a cura espiritual ao morrer pelos nossos pecados.
A Bíblia diz em Isaías 53:4-5 “Verdadeiramente
ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e carregou com as
nossas dores; e nós o reputávamos por aflito, ferido
de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas
transgressões, e esmagado por causa das nossas iniqüidades;
o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras
fomos sarados.”
Os milagres de cura confirmaram o ministério da igreja
primitiva.
A Bíblia diz em Atos 5:16 “Também das cidades
circunvizinhas afluía muita gente a Jerusalém,
conduzindo enfermos e atormentados de espíritos imundos,
os quais eram todos curados.”
Ainda que os milagres sejam um sinal do ministério, devemos
ter cuidado porque Satanás também pode fazer milagres.
A Bíblia diz em Apocalipse 16:14 “Pois são
espíritos de demônios, que operam sinais; os quais
vão ao encontro dos reis de todo o mundo, para os congregar
para a batalha do grande dia do Deus Todo-Poderoso.”
Os milagres nunca eliminam a necessidade de uma fé pessoal.
A Bíblia diz em João 20:29-31 “Disse-lhe
Jesus: Porque me viste, creste? Bem-aventurados os que não
viram e creram. Jesus, na verdade, operou na presença
de seus discípulos ainda muitos outros sinais que não
estão escritos neste livro; estes, porém, estão
escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho
de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome.”
A cura resulta da obediência às instruções
de Deus.
A Bíblia diz em Êxodo 15:26 “Se ouvires atentamente
a voz do Senhor teu Deus, e fizeres o que é reto diante
de seus olhos, e inclinares os ouvidos aos seus mandamentos,
e guardares todos os seus estatutos, sobre ti não enviarei
nenhuma das enfermidades que enviei sobre os egípcios;
porque eu sou o Senhor que te sara.”
Deus pode até curar doenças incuráveis
. A Bíblia diz em Salmos 107:20 “Enviou a sua palavra,
e os sarou, e os livrou da destruição.”
CONCLUSÃO: A oração de fé, simbolizada
pela unção de azeite, pode produzir cura. A Bíblia
diz em Tiago 5:14-15 “Está doente algum de vós?
Chame os Pastores da igreja, e estes orem sobre ele, ungido-o
com óleo em nome do Senhor; e a oração da
fé salvará o doente, e o Senhor o levantará;
e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados.”

UMA VISÃO CELESTIAL
Focar as “coisas lá do alto”.
COLOSSENCES Cap. 3 vers 1, 2 “Portanto, já que
vocês ressuscitaram com Cristo, procurem as coisas que
são do alto... Mantenham os pensamentos nas coisas do
alto...” (cf. 2.12).
O discípulo de Cristo já passou pelo julgamento
(salvo da morte eterna) e possui a vida eterna, e aguarda a segunda
vinda de Cristo (tem a esperança da glória, 3.3;
1 Jo. 3.1-3).
Coisas “lá do alto” (‘epouraniois’) – mundo
celestial...
1. Procurem as coisas lá do alto.
Procurar, buscar, investigar... Atividade contínua e
habitual... – não algo esporádico, dominical...
Romanos 2.7
Tenham a vossa vida focada segundo os valores celestiais (“lá do
alto” - ‘epouraniois’)...
Filosofias, legalismo, misticismo e ascetismo são coisas
deste mundo (coisas terrenas, 3.2), são temporárias
e passageiras, de um mundo sem Deus.
“Devemos focar a nossa ambição na busca
de tudo que esteja relacionado com Cristo e Sua exaltação
Mateus 6.33
Nosso coração se enche de ansiedade quando focamos
primeiro as demais coisas – comer, vestir etc., e não
o Reino de Deus e a Sua justiça.
Família, profissão, estudos, economia, lazer etc.,
não podem ser “fins”, o foco da nossa vida.
Tais coisas devem ser “meios” para servir, testemunhar
e glorificar a Cristo.
2. Mantenham os pensamentos nas coisas do alto.
Que os vossos pensamentos se fixe em algo sublime... Não
nas “coisas aqui da terra” – não conformados
com um mundo sem Deus.
Em Cristo precisamos ter uma atitude definida... Disposição
interior... Motivação... O motivo determina uma
linha de ação e a conduta do indivíduo.
Filipenses 2.2,5 (Fp. 3.19,20 cf. Hb. 11.13).
Nossos motivos devem ser inspirados pelo Senhorio de Cristo
na nossa vida.
II. Por que ter visão celestial?
1. Porque morremos em Cristo, 3.3
Em Cristo há: nova vida (3.10, 11); salvação
eterna; perdão dos pecados; vitória sobre a morte – ressurreição – 2.
11-15.
2.20 – “morrestes com Cristo” – chamados
para uma nova vida, não apenas separados de um mundo sem
Deus e dos poderes malignos.
3.1 – “ressuscitados com Cristo” (2.12) – relembra
a nova vida; resposta de fé e que foi certificada no batismo
nas águas (Rm. 6.1-14).
2. Porque a nossa vida está escondida com Cristo em Deus,
3.3
Sugere: onde a vida do cristão é nutrida; segurança, “com
Cristo em Deus” marca uma dupla proteção;
e, identidade, o cristão é identificado com o Senhor
ressurreto.
Em Cristo temos a esperança da glória, 3.4.
Quando Cristo se manifestar (‘phaneroo), referência
a Sua segunda vinda, então as coisas ocultas serão
plenamente conhecidas, as coisas incompletas serão plenamente
acabadas – Fp. 1.7; 1 Jo. 3.1-3.
Devemos viver com esta esperança, com a perspectiva futura
da existência do cristão... É sob esta perspectiva
futura de “glória” em Cristo, que nós
devemos viver cada dia, para não nos tornarmos mundanos
/ secularizados.
Mas, vivermos segundo os aspectos práticos do viver cristão,
como apresentados de 3.5-4.6... (veremos nas próximas
mensagens estes aspectos no ponto III. Quais os resultados práticos
do viver com visão celestial?)
III. Quais os resultados práticos do viver com visão
celestial?
Vivendo com visão celestial o discípulo de Cristo
manifesta no Espírito o Senhorio de Cristo, 3.5-4.6.
1. Fazendo morrer a natureza terrena, 3.5-11
2. Revestindo-se das virtudes divinas, 3.12-17
3. Vivendo sob o senhorio de Cristo no lar, 3.18.21
4. Vivendo sob o senhorio de Cristo na vida profissional, 3.22-4.6
5. Vivendo sob o senhorio de Cristo na vida de oração
e testemunho, 4.2-6.
CONCLUSÃO: Ninguém vos engane”, Cl 2: 8-10;
Viver com visão celestial é viver segundo os valores
de Cristo, e no Espírito Santo manifestar a vida de Cristo
em todas as áreas e circunstâncias da vida.

Desfrute da misericórdia de Deus
MISERICÓRDIA - faceta do amor de Deus que faz com que
Ele ajude os aflitos, da mesma forma que a graça é a
faceta do seu amor que o leva a perdoar os culpados. O sofrimento
humano pode ser causado por uma transgressão da lei de
Deus ou por circunstâncias que fogem ao nosso controle.
A MISERICÓRDIA PERTENCE A DEUS
Ao Senhor, nosso Deus, pertence a misericórdia e o perdão, pois
nos temos rebelado contra Ele.
Daniel 9.9
Ao Senhor, nosso Deus, pertence a misericórdia. O Deus eterno e Todo-poderoso
está pronto para perdoar os pecados e mostrar misericórdia, quando
Seu povo se aproxima dEle com sinceridade, pedindo-lhe precisamente isso, em
atitude de arrependimento.
POR QUE NÃO SOMOS CONSUMIDOS
As misericórdias do SENHOR são as causas de não sermos
consumidos; porque as suas misericórdias não têm fim. Lamentações
3.22
Jeremias tinha quase desistido de sua esperança (v.20). Então,
ele lembrou-se de algo que trouxe sua esperança de volta (v. 21). Isso
eram as misericórdias de Deus (v.22). A palavra misericórdias
pode ser traduzida como “concerto de amor” ou “amor imutável”.
Ele está ligado com compaixão (Sl 103.4), verdade e fidelidade
(Êx 34.6) e bondade (Sl 23.6). A disposição para oferecer
sacrifícios já havia passado, e tudo parecia sem esperança,
mas a hesed de Deus permanecia. (BEP)
AMEMOS A DEUS E ALCANÇAREMOS MISERICÓRDIA
E faço misericórdia até mil gerações daqueles
que me amam e guardam meus mandamentos .
Ê
xodo 20.6
Faço misericórdia. Misericórdia para com os obedientes.
Ezequiel 18.20 mostra o princípio de justiça. Os justos recebem
misericórdia e bênção da parte de Deus. Mas a misericórdia
estende-se a mil gerações, o que mostra que a misericórdia é um
princípio muito mais poderoso do que o da aplicação de
justiça.
PEÇAMOS SEMPRE A DEUS, AS SUAS MISERICÓRDIAS
Não retenhas de mim, SENHOR, as tuas misericórdias; guardem-me
sempre a tua graça e a tua verdade.
Salmos 40.11
Não retenhas de mim...as tuas misericórdias. O Salmista sagrado
fora o recebedor das bênçãos de Deus, de Seu amor constante,
de Sua salvação (livramento) e de Seus ensinamentos. Portanto
ele agora finaliza a parte de louvor do salmo com um apelo final de que as
coisas de que desfrutara no passado pudessem acompanhá-lo até o
fim de sua carreira. Ele tinha recebido misericórdia e continuava carente
de misericórdia. Ele fora alvo do amor constante de Deus e sempre precisaria
desse tipo de amor.
CONFIEMOS EM DEUS E ALCANÇAREMOS MISERICÓRDIA
Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos
alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados
em tempo oportuno.
Hebreus 4.16
Cheguemos pois com confiança ao trono da graça. Porque Cristo
se compadece das nossas fraquezas (v.15), podemos chegar com confiança
ao trono celestial, sabendo que nossas orações e petições
são bem acolhidas e ouvidas por nosso Pai celestial (cf. 10.19,20). É chamado
o “trono da graça”, porque dele fluem o amor, o socorro,
a misericórdia, o perdão, o poder divino, o batismo com o Espírito
Santo, os dons espirituais, o fruto do Espírito Santo e tudo de que
precisamos em todas as circunstâncias.
SENDO MISERICORDIOSOS, RECEBEREMOS MISERICÓRDIA
Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia;
Mateus 5.7
Os misericordiosos. Os “misericordiosos” estão cheios de
compaixão e dó para com os que sofrem por causa do pecado ou
de aflições. Os misericordiosos desejam minorar os sofrimentos,
conduzindo os sofredores à graça de Deus por meio de Jesus Cristo
(cf. 18.33-35; Lc 10.30-37; Hb 2.17). Sendo misericordiosos para com os outros,
eles “alcançarão misericórdia”.
DEVIDO A MISERICÓRDIA DE DEUS SOMOS SALVOS
Não por causa de atos de justiça por nós praticados, mas
devido à sua misericórdia, Ele nos salvou pelo lavar regenerador
e renovador do Espírito Santo, que Ele derramou sobre nós generosamente,
por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador.
Tito 2.5,6
CONCLUSÃO: Devido à sua misericórdia, Ele nos salvou.
A salvação não é obtida mediante esforço
ou mérito humanos, mas provém exclusivamente da misericórdia
de Deus. . Referência ao novo nascimento, do qual o batismo (entre outras
coisas), é um sinal. Não pode significar que o batismo seja imprescindível
para a regeneração, já que o NT ensina com clareza que
o novo nascimento é um ato do Espírito de Deus (v., e.g., Jo
3.5), não levado a efeito por uma cerimônia, nem por ela obtido.
Renovador do Espírito. Outra referência ao novo nascimento.

Conforte-se em salmos
O SENHOR OUVE QUANDO CLAMAMOS
SABEI, POIS, QUE O SENHOR SEPAROU PARA SI AQUELE QUE LHE É QUERIDO;
O SENHOR OUVIRÁ QUANDO EU CLAMAR A ELE.
Salmos 4. 3
“
Querido” é aquele que é fiel e dedicado a
Deus. Davi sabia que Deus o ouviria e responderia quando clamasse.
Nós também podemos ter a confiança de que
Deus ouve as nossas orações e as responde. Às
vezes pensamos que o Senhor não nos ouvirá, porque
não atingimos seus altos padrões em relação
a uma vida santificada. Mas se confiarmos em Cristo e em sua
salvação, Deus nos perdoará e nos ouvirá.
O SENHOR FORTALECE O NOSSO CORAÇÃO
ESPERA NO SENHOR, ANIMA-TE, E ELE FORTALECERÁ O TEU CORAÇÃO;
ESPERA, POIS, NO SENHOR.
Salmos 27. 14
Esperar em Deus não é fácil. Freqüentemente
parece que Ele não está respondendo às nossas
orações ou que não compreende a urgência
da nossa situação. Tal modo de pensar supõe
que o Senhor não está no controle ou que não é justo.
Mas sempre vale a pena esperar em Deus. O texto em Lamentações
3. 24-26 nos convida a esperar e a ter fé no senhor, porque
Ele usa freqüentemente o tempo de espera para nos revigorar,
renovar e ensinar. Enquanto espera, tente descobrir o que Deus
quer ensinar-lhe.
O SENHOR LIVRA OS JUSTOS, DE SUAS AFLIÇÕES
PERTO ESTÁ O SENHOR DOS QUE TÊM O CORAÇÃO
QUEBRANTADO E SALVA OS CONTRITOS DE ESPÍRITO. MUITAS SÃO
AS AFLIÇÕES DO JUSTO, MAS O SENHOR O LIVRA DE TODAS.
Salmos 34. 18,19
Freqüentemente, desejamos escapar de problemas como a tristeza,
a perda, as doenças, os fracassos e até as pequenas
frustrações que constantemente enfrentamos. Deus
promete estar perto “dos que têm o coração
quebrantado” e ser a nossa fonte de poder, coragem e sabedoria,
ajudando-nos em nossos problemas.
O SENHOR ATENDE O DESEJO DO NOSSO CORAÇÃO
DELEITA-TE TAMBÉM NO SENHOR, E ELE TE CONCEDERÁ O QUE DESEJA
O TEU CORAÇÃO. ENTREGA O TEU CAMINHO AO SENHOR;
CONFIA NELE, E ELE TUDO FARÁ.
Salmos 37. 4, 5
Davi nos convidou a deleitarmo-nos no Senhor e a entregarmos tudo o que somos,
temos e fazemos a Ele. Mas como pode ser isto? Deleitar-se em alguém
significa experimentar grande prazer e alegria em sua presença. Isto
só acontece quando conhecemos bem tal pessoa. Deste modo, para deleitarmo-nos
no Senhor, devemos conhecê-lo melhor. O conhecimento de seu grande amor
por nós fará com que de fato deleitarmo-nos nEle. Entregar-se
ao Senhor significa submeter tudo (nossa vida, nossa família, nosso
trabalho, nossos bens e talentos) ao seu controle e à sua direção.
Entregarmo-nos a Deus significa confiar nEle, acreditando que o Senhor pode
cuidar de nós melhor do que nós mesmos. Devemos estar dispostos
a esperar pacientemente em Deus para que Ele decida o que é bom para
nós.
O SENHOR NOS HONRARÁ
ESPERA NO SENHOR E GUARDA O SEU CAMINHO, E TE EXALTARÁ PARA HERDARES
A TERRA; TU O VERÁS QUANDO OS ÍMPIOS FOREM DESARRAIGADOS.
Salmos 37. 34
É
difícil esperar pacientemente pela ação de Deus quando
desejamos uma mudança imediata. Mas Ele promete que, se nos submetermos
a seus planos e a seu cronograma, Ele nos honrará. Pedro disse: “Humilhai-vos,
pois, debaixo da potente mão de Deus, para que, a seu tempo, vos exalte” (I
Pe. 5. 6). Seja paciente; faça continuamente a obra que Deus designou
e permita que Ele escolha o momento propício para mudar as circunstâncias
da sua vida.
DEUS NOS AJUDA NA ADVERSIDADE
DEUS É O NOSSO REFÚGIO E A NOSSA FORTALEZA, AUXÍLIO SEMPRE
PRESENTE NA ADVERSIDADE. POR ISSO NÃO TEMEREMOS, AINDA QUE A TERRA TREMA
E OS MONTES AFUNDEM NO CORAÇÃO DO MAR.
Salmos 46. 1, 2
O medo de as montanhas ou as cidades serem subitamente lançadas ao mar
como resultado de um terremoto, ou desintegrarem-se devido a uma explosão
nuclear assombra muitas pessoas hoje. Mas o salmista diz que, ainda que o mundo
venha a ser abalado, não precisamos temer. Diante da mudança
absoluta, o escritor expressou sua calma confiança na habilidade e na
capacidade de Deus para salvar. Talvez pareça impossível considerar
o fim do mundo sem ser consumido pelo medo, mas a Palavra é clara: Deus é o
nosso refúgio mesmo em meio à destruição total.
Ele não é somente um abrigo temporário; é o nosso
refúgio eterno e pode dar-nos forças sob quaisquer circunstâncias.
DEUS, É NOSSO DEUS ETERNAMENTE
PORQUE ESTE DEUS É O NOSSO DEUS PARA SEMPRE; ELE SERÁ NOSSO GUIA
ATÉ À MORTE.
Salmos 48. 14
CONCLUSÃO: Quando precisamos tomar decisões, freqüentemente
oramos pedindo a orientação de Deus. Precisamos de um mapa que
nos dê a direção, e a companhia constante de alguém
que tenha um profundo conhecimento do caminho e que garanta que interpretemos
o mapa corretamente. A Bíblia é este mapa e o Espírito
Santo é o nosso companheiro e guia constante. Ao caminhar pela vida,
use tanto o mapa quanto o seu Guia.
 TRÊS FORMAS DE SER BEM SUCEDIDO NOS NEGOCIOS
1. Orar e pedir a orientação de Deus
Lucas 11:9 - “Pedi, e dar-se-vos-á, buscai e achareis...”
À
medida que oramos, Deus nos dá visão, pois Ele
tem um propósito para nossas vida. Como Neemias 1:2.3,
que queria saber a respeito do povo de Israel e de Jerusalém
e obtive resposta de Hanani que o povo se encontrava em miséria,
desprezo e o muro de Jerusalém destruído, o que
lhe trouxe muita tristeza, compaixão e amor pelos que
ali estavam totalmente desprotegidos e abandonados. Ele, a princípio,
se lamentou; chorou por alguns dias, porém, tomou uma
atitude para saber de que forma poderia ajudar, ou se Deus o
levantaria para fazer algo pelo povo. Ele orou e jejuou por algum
tempo (Neemias 1:1.11), especificamente pelo seu objetivo de
ajudá-los a reedificar os muros de Jerusalém. Você às
vezes encontra-se, no lugar onde sonhou estar. Mas, depois de
um tempo, aquela posição já não mais
o completa. Você sabe que tem potencial para ter o seu
negócio. O que fazer, então? Aprenda a orar e jejuar.
Coloque suas petições na presença de Deus,
tenha no seu coração motivações certas,
como Neemias teve. Ele deixou o sucesso profissional que estava
alcançando para trabalhar em favor de seu povo que estava
desolado.
2. Você deve saber tudo o que necessita para sua nova
empreitada
Neemias 2:11.15 diz: “Cheguei a Jerusalém, e depois
de três dias ali, parti de noite, eu e uns poucos homens
comigo. Não declarei e a ninguém o que o meu Deus
me tinha posto no coração para fazer em Jerusalém.
Não havia comigo animal algum, senão o que eu montava.
Saí de noite pela Porta do Vale, na direção
da Fonte do Dragão e da Porta do Monturo, e contemplei
os muros de Jerusalém, que estavam derrubados, e as suas
portas que tinham sido consumidas pelo fogo. Então passei à Porta
da Fonte, e a piscina do rei, mas não havia espaço
suficiente para passar o animal que eu montava; de maneira que
de noite subi pelo vale e contemplei os muros. Finalmente voltei
e entrei pela Porta do Vale.”
O que um comerciante necessita para abrir uma padaria? Necessita
de ponto comercia, pessoal habilitado, máquinas e equipamentos
adequados, os melhores fornecedores, etc. Precisa possuir todos
os recursos necessários para tal finalidade; conhecer
profundamente tudo o que se relaciona com o que irá realizar.
Assim é conosco também Lucas 14:28.30: “Se
algum de vós está querendo edificar uma torre,
não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos,
para ver se tem com que a acabar? Para que não aconteça
que, depois de haver posto os alicerces, e não a podendo
acabar, todos os que a virem comecem a escarnecer dele, dizendo:
Este homem começou a edificar e não pode acabar.
3. Possuir uma visão ampla do desenvolvimento que você pode
conseguir no devido tempo.
O padeiro, por exemplo, pode desejar ter outras padarias, ou
aumentar sua produção de 10.000 para 100.000 pães
mensais. Para isto, é muito importante planejar de deixar
Deus ampliar a sua visão. É muito importante que
você ore e jejue, pois o diabo lutará para tentar
tirar a tua prosperidade e bençãos. Mas nós
temos a promessa na Palavra de que “as portas do inferno
não prevalecerão contra a igreja.” (Mt 16:18)
Ao contrário do mundo, o melhor local para se investir
(semear) é no Reino de Deus. Também faz parte cumprir
a Palavra de Deus no que diz respeito ao dízimo e ofertas
(Malaquias 3:10.12). Porém, que seja em amor, tendo em
seu coração o propósito de abençoar
vida.
Se Deus estiver em primeiro lugar em tua vida, tudo o que você fizer
prosperará.

Como receber a benção da abundancia
A Benção Sacerdotal
“O Senhor te abençoe e te guarde. O Senhor faça
resplandecer o seu rosto sobre, e tenha misericórdia de
ti. O Senhor sobre ti levanta o seu rosto e te dê a paz.
Números 6:24.26
2. A Benção da Abundância
“Se ouvires a voz do Senhor teu Deus, todas estas bençãos
virão sobre ti, e te seguirão: Bendito serás
na cidade, e bendito serás no campo. Bendito o fruto do
teu ventre, e o fruto da tua terra, e o fruto do teu ventre,
e o fruto da tua terra, e o fruto dos teus animais, e as crias
das tuas vacas e das tuas ovelhas. Bendito o teu cesto, e a tua
amassadeira. Bendito serás ao entrares, e bendito serás
aos saíres. O Senhor fará que sejam derrotados
na tua presença os inimigos que se levantarem contra ti.
Se por um caminho vierem contra ti, por sete caminhos fugirão à tua
vista. O Senhor mandará que a benção esteja
contigo nos celeiros, e em todos empreendimentos da tua mãos.
O Senhor teu Deus te abençoará na terra que te
dá. O Senhor te confirmará como seu povo santo,
como te tem jurado, contanto que guardes os mandamentos do Senhor
teu Deus, e andes nos seus caminhos. Todos os povos da terra
verão que és chamado pelo nome do Senhor, e terão
temor de ti. O Senhor te dará abundância de bens
no fruto do teu ventre, no fruto dos teus animais, no fruto do
teu solo, na terra que o Senhor jurou a teus pais te dar. O Senhor
te abrirá o seu bom tesouro , o céu, para dar chuva à tua
terra no seu tempo, e para abençoar toda a obra das tuas
mãos. Emprestarás a muitas nações,
porém não tomarás emprestado. O Senhor te
porá por cabeça, e não por cauda. Estarás
em cima, e não debaixo, se obedeceres aos mandamentos
do Senhor teu Deus, que hoje te ordeno, para os guardar e cumprir”.
Deut 28:2.13
3. A benção do Salvador
Deixo-vos a paz, a minha voz vos dou. Não vo-la dou como
o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração,
nem se atemorize”. (João 14:27) “ E eis que
eu estou convosco todos os dias, até a consumação
do século.” (Mateus 28:20b)
4. A Benção da Provisão
“Ora, aquele que dá a semente ao que semeia, e
pão para o alimento, também multiplicará a
vossa sementeira, e aumentará os frutos da vossa justiça.
Em tudo sereis enriquecidos para toda a generosidade, a qual
faz que por nós se dêem graças a Deus.” II
Cor 9:10.11
5. A Benção Apostólica de Paulo
“A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus,
e a comunhão do Espirito Santo sejam com todos vós.
II Cor 13:14
6. A Benção Apostólica de Pedro
“E o Deus de toda a graça, que em Cristo Jesus
vos chamou à sua eterna glória, depois de haverdes
padecido um pouco, ele mesmo vos aperfeiçoará,
confirmará, fortificará e fortalecerá. A
ele seja o poder para todo o sempre. Amém. I Pedro 5:10.11
7. A Benção Apostólica de Judas
CONCLUSÃO: Ora, aquele que é poderoso para vos
guardar de tropeçar, e apresentar-vos jubilosos e imaculados
diante da sua glória, ao único Deus, nosso Salvador,
por Jesus Cristo nosso Senhor, glória, majestade, domínio
e poder, antes de todos os séculos, agora e para todo
o sempre. Amém. ( Judas 24-25)

Cinco maneiras de afastar seu filho da Igreja
Provérbios - 22 - 6 : 6
PRIMEIRA:
Diante das menores dificuldades, tais como indisposição,
chuva, frio, cansaço, não vá aos cultos
nem à Escola Bíblica. Com isso, seu filho vai crescer
com a idéia de que participar das atividades da igreja
não é assim tão necessário. "E
consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor
e às boas obras, não abandonando a nossa congregação,
como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos
outros; e tanto mais, quando vedes que se vai aproximando aquele
dia" (Hb 10.24,25).
SEGUNDA:
Quando estiver à mesa ou em reuniões da família,
faça críticas ou comentários negativos sobre
as orientações do pastor e de outros líderes
da igreja. Assim, seu filho vai crescer não tendo respeito
por eles, nem dando crédito aos seus ensinos. "Ora,
rogamo-vos, irmãos, que reconheçais os que trabalham
entre vós, presidem sobre vós no Senhor e vos admoestam;
e que os tenhais em grande estima e amor, por causa da sua obra.
Tende paz entre vós" (1Ts 5.12,13).
TERCEIRA:
Cuide para que seu filho cresça num lar que não
seja diferente de qualquer outro. Afinal, que valor há em
aplicar os princípios da palavra de Deus a todos os aspectos
da vida familiar? "E estas palavras, que hoje te ordeno,
estarão no teu coração; e as ensinarás
a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa e andando
pelo caminho, ao deitar-te e ao levantar-te" (Dt 6.6,7).
QUARTA:
Gaste diante da televisão todo o tempo que passa em casa,
em vez de separar parte dele para a leitura da Bíblia
e oração. Basta apenas orar na hora das refeições.
Com certeza, seu filho aprenderá que oração
e estudo da palavra de Deus não são coisas importantes
para a vida do crente. "E o terá consigo (o livro
da lei), e nele lerá todos os dias da sua vida, para que
aprenda a temer ao Senhor seu Deus, e a guardar todas as palavras
desta lei, e estes estatutos, a fim de os cumprir" (Dt 17.19).
QUINTA:
Comente à vontade e sem misericórdia a vida dos
demais membros da igreja e de outras pessoas. Depois, aos encontrá-los,
não deixe cumprimentá-los com um forte abraço
e um largo sorriso. Com isso, seu filho terá a impressão
de que a vida cristã é pura hipocrisia e desejará seguir
o mesmo caminho. "Que a ninguém infamem, nem sejam
contenciosos, mas moderados, mostrando toda a mansidão
para com todos os homens
"
(Tt 3.2).
FAÇA ISTO:
Incentive seu filho a ser um cristão verdadeiro e a ter
compromisso com Deus e com a igreja. Seja um exemplo para o seu
filho. Transmita a seu filho os valores da palavra de Deus. Se
ele ainda não fez uma decisão por Jesus, ajude-o
a fazer isso. Faça o possível para que ele seja
feliz e cumpridor dos seus deveres como cristão e como
cidadão.
"
Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando
envelhecer não se desviará dele" (Pv 22.6).

CARIDADE
Caridade é o ato benigno de saciar a necessidade das
pessoas em suas vidas, simplesmente por amor a elas, e para que
elas dêem graças a Deus. Se amarmos verdadeiramente
ao próximo como a nós mesmos, não o deixaremos,
tendo condições para saciá-lo, sem que atendamos às
suas necessidades, pois estaríamos negando a nós
mesmos. Assim, disse o Senhor Jesus, para que tenhamos misericórdia
do próximo: Vai, e faze da mesma maneira.(Lucas 10:37b)
Este ato nos aproxima do Pai, a medida em que nos apresentamos diante dELE,
com semelhante natureza. Desta forma, está escrito: E, sobre tudo isto,
revesti-vos de caridade, que é o vínculo da perfeição.(Colossenses
3:14) E também: Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito
o vosso Pai celestial. (Mateus 5:48)
O Senhor Jesus, por diversas oportunidades, praticou a caridade para nos conduzir
pelos seus exemplos. Certa vez, quando observou uma multidão que o acompanhava,
dos quais eram quase cinco mil homens, além das mulheres e crianças,
moveu-se de íntima compaixão por eles. Então, tomou cinco
pães e dois peixinhos que lhe foram apresentados, deu graças
a Deus e os multiplicou por um notório milagre.(Mateus 14:15-21) Assim,
todos que lá estavam saciaram a sua fome, sendo que, em muito sobraram
pedaços. O Mestre Jesus não somente demonstrou sua poderosa fé,
a qual operou este maravilhoso sinal, como praticou a caridade além
do mínimo necessário para que todos fossem saciados. Da mesma
maneira, em outra ocasião, o Senhor Jesus milagrosamente alimentou uma
multidão de quatro mil homens, além de mulheres e crianças.
Glória a Deus!
Qual é a importância da prática da caridade
em nossas vidas?
Jesus é a verdade, a Palavra de Deus. E, no juízo os homens serão
julgados pelas suas obras e por aquele que é perfeito. Assim, serão
separados os escolhidos dos malditos, e todo aquele que for escolhido estará colocado à sua
direita, como está escrito: (Mateus 25:31-33)
(Mateus 25:34)
34 Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde,
benditos de meu Pai. Possuí por herança o reino que vos está preparado
desde a fundação do mundo;
Em seguida, todos conhecerão quais foram as obras que lhes foram imputadas
por justiça. Como está escrito: (Mateus 25:35-40)
35 Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber;
era forasteiro, e me acolhestes;
36 estava nu, e me vestistes; adoeci, e me visitastes; estava na prisão
e fostes ver-me.
37 Então os justos lhe perguntarão: Senhor, quando te vimos com
fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber?
38 Quando te vimos forasteiro, e te acolhemos? ou nu, e te vestimos?
39 Quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos visitar-te?
40 E responder-lhes-á o Rei: Em verdade vos digo que, sempre que o fizestes
a um destes meus irmãos, mesmo dos mais pequeninos, a mim o fizestes.
E também, declarará a todos os excluídos a razão
pela qual são ditos para mal, ou seja, amaldiçoados eternamente:
(Mateus 25:41-46)
41 Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda:
Apartai- vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o Diabo e
seus anjos;
42 porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não
me destes de beber;
43 era forasteiro, e não me acolhestes; estava nu, e não me vestistes;
enfermo, e na prisão, e não me visitastes.
44 Então também estes perguntarão: Senhor, quando te vimos
com fome, ou com sede, ou forasteiro, ou nu, ou enfermo, ou na prisão,
e não te servimos?
45 Ao que lhes responderá: Em verdade vos digo que, sempre que o deixaste
de fazer a um destes mais pequeninos, deixastes de o fazer a mim.
46 E irão eles para o castigo eterno, mas os justos para a vida eterna.
Percebe-se então, que aquele que exerce a caridade demostra que, não
somente conhece a Palavra de Deus e vive pela fé, como a pratica. A
fé por si mesma não basta. Aquele que tem fé, mas não
pratica os mandamentos do Senhor tem sua fé condenada a morte. A Palavra
nos exorta a atentarmos, como está escrito:
(Tiago 2:14-17)
14 Que proveito há, meus irmãos se alguém disser que tem
fé e não tiver obras? Porventura essa fé pode salvá-lo?
15 Se um irmão ou uma irmã estiverem nus e tiverem falta de mantimento
cotidiano.
16 e algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos e fartai-vos;
e não lhes derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito
há nisso?
17 Assim também a fé, se não tiver obras, é morta
em si mesma.
O que é a verdadeira caridade?
A verdadeira caridade constitue-se no mais puro e pleno amor. De nada adianta,
sejam os dons ou o conhecimento da Palavra, se esta não for praticada;
semelhante ao metal torna-se o coração sem caridade. Desta
forma, o Espírito nos fala por meio de Paulo:
(I Coríntios 13:1-2)
1 Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não
tivesse caridade, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine.
2 E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios
e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal
que transportasse os montes, e não tivesse caridade, nada seria.
Da mesma forma, não basta praticar uma caridade hipócrita. É necessário
que, atos de caridade sejam revestidos dos mais benevolentes princípios,
os quais Paulo os expõe pela carta aos Coríntios: (I Coríntios
13:3-7)
Então, Paulo nos adverte que a caridade é inabalável;
outras capacidades associadas a estes dias de vida passam, mas a caridade não.
(I Coríntios 13:8)
8 A caridade nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas;
havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
Resumidamente, Paulo nos adverte, na vidas dos irmãos em Cristo, da
grandeza na caridade frente a outras virtudes de imenso valor:
(I Coríntios 13:13)
13 Agora, pois, permanecem a fé, a esperança, e a caridade, estas
três; mas a maior destas é a caridade.
Como deve ser praticada a caridade?
A maior caridade já nos foi praticada. O Pai enviou seu próprio
Filho, para que nós não somente fossemos resgatados das maldições
da lei pela doação de sua vida, mas também para que, por
Jesus o Messias, pudessemos ser chamados de filhos de Deus, como está escrito:
(I João 3:1)
1 Vede que grande caridade nos tem concedido o Pai: que fôssemos chamados
filhos de Deus.
A partir deste ato de amor imensurável de nosso Deus para conosco, devemos
estar ávidos em praticar a caridade por amor e gratidão para
com todos. Esta caridade não deve ser morosa, mas como Jesus sempre
fez, de pronto. Vejamos uma passagem que demostra bem esta prontidão:
(Mateus 8:2-3)
2 E eis que veio um leproso e o adorava, dizendo: Senhor, se quiseres, podes
tornar-me limpo.
3 Jesus, pois, estendendo a mão, tocou-o, dizendo: Quero; sê limpo.
No mesmo instante ficou purificado da sua lepra.
Sendo assim, a caridade deve ser doadora. Sabendo que o Rei dos reis se fez
servo de todos, para que todo aquele que nELE cresse não permanecesse
nas trevas, como está escrito:
(II Coríntios 8:9)
9 pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico,
por amor de vós se fez pobre, para que pela sua pobreza fôsseis
enriquecidos.
Toda obra de caridade deve ser feita segundo o que se possui, e com prontidão,
não somente no desejo, mas na sua execução; como se lê:
(II Coríntios 8:11-12)
11 agora, pois, levai a termo a obra, para que, assim como houve a prontidão
no querer, haja também o cumprir segundo o que tendes.
12 Porque, se há prontidão de vontade, é aceitável
segundo o que alguém tem, e não segundo o que não tem.
Qual é a recompensa da caridade?
A maior recompensa da caridade é poder ser vinculado a perfeição.
Certa vez, um homem de muitas posses declarou a Jesus, que desde sua mocidade
havia guardado todos os mandamentos, então disse-lhe Jesus:
Mateus 19:21
21. Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres,
e terás um tesouro no céu; e vem, segue-me.
Aquele homem não aceitou, pois possuía muitos bens. Retirou-se
da presença dELE demonstrando o quanto ainda estava ligado às
coisas deste mundo. Seu vínculo ao mundo era com as riquezas e ele deixou
o tesouro do céu por elas.
A Palavra nos garante que é dando que se recebe. Muitas são as
chances de doar por caridade, mas infelizmente muitos são os que não
praticam. O Pai, deu-nos a chance de recebermos abundantemente, mas há necessidade
de que façamos a nossa parte, com alegria, de acordo com o que sentimos
em nossos corações, como está escrito:
(II Coríntios 9:6-8)
6 Mas digo isto: Aquele que semeia pouco, pouco também ceifará;
e aquele que semeia em abundância, em abundância também
ceifará,
7 Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não
com tristeza, nem por constrangimento; porque Deus ama ao que dá com
alegria.
8 E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda a graça,
a fim de que, tendo sempre, em tudo, toda a suficiência, abundeis em
toda boa obra;
Isto para que, vindo o dia do julgamento, estejamos aptos a sermos julgados
pela misericórdia, como nos adverte Tiago:
(Tiago 2:13)
13 Porque o juízo será sem misericórdia para aquele que
não usou de misericórdia; a misericórdia triunfa sobre
o juízo.
Pois sobre todo aquele que não foi, então este não será para
sempre:
(I Coríntios 13:10)
10 mas, quando vier o que é perfeito, então o que é em
parte será aniquilado.
Qual a relação entre a fé e a caridade?
Não há perfeição numa fé sem obras de caridade. É semelhante
dizer que, fé sem caridade vem dos corações que não
possuem amor. É improdutiva.
Certamente, um coração caridoso possui uma fé verdadeira.
Pela fé, com as obras, justificam-se os homens e por elas aperfeiçoa-se
a fé, como esta escrito:
(Tiago 2:18-24)
18 Mas dirá alguém: Tu tens fé, e eu tenho obras; mostra-me
a tua fé sem as obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas
obras.
19 Crês tu que Deus é um só? Fazes bem; os demônios
também o crêem, e estremecem.
20 Mas queres saber, ó homem vão, que a fé sem as obras é estéril?
21 Porventura não foi pelas obras que nosso pai Abraão foi justificado
quando ofereceu sobre o altar seu filho Isaque?
22 Vês que a fé cooperou com as suas obras, e que pelas obras
a fé foi aperfeiçoada;
23 e se cumpriu a escritura que diz: E creu Abraão a Deus, e isso lhe
foi imputado como justiça, e foi chamado amigo de Deus.
CONCLUSÃO: 24 Vedes então que é pelas obras que o homem é justificado,
e não somente pela fé.

DEUS BUSCA SERVOS FIÉIS E RETOS
Ezequiel 22.30 - E busquei dentre eles um homem que estivesse
tapando o muro e estivesse na brecha perante mim por esta terra,
para que eu não a destruísse; mas a ninguém
achei.
Salmo 101.6 - Os meus olhos procurarão os fiéis
da terra, para que estejam comigo; o que anda num caminho reto,
esse me servirá.
Isaías 58.12 - E os que de ti procederem edificarão
os lugares antigamente assolados; e levantarás os fundamentos
de geração em geração, e chamar-te-ão
reparador das roturas e restaurador de veredas para morar.
Ezequiel, cujo nome significa “Deus fortalece”,
era de família sacerdotal (Ez.1.3) e passou os vinte e
cinco primeiros anos da sua vida em Jerusalém. Estava
se preparando para o trabalho sacerdotal do templo quando foi
levado prisioneiro à Babilônia em 597.a.C. Uns cinco
anos mais tarde, aos trinta anos (Ez. 1.2-3), Ezequiel recebeu
sua chamada profética da parte de Deus, e a partir daí ministrou
fielmente durante 22 anos, pelo menos (Ez.29.17). Ezequiel tinha
uns dezessete anos quando Daniel foi deportado e, portanto, os
dois eram praticamente da mesma idade. Ezequiel e Daniel foram
contemporâneos de Jeremias, porém mais jovens que
ele e, provavelmente, foram por ele influenciados, por ser profeta
mais velho em Jerusalém (Dn.9.2).
Quando Ezequiel chegou à Babilônia, Daniel já era
bem conhecido como homem de elevada sabedoria profética;
Ezequiel refere-se a ele três vezes no seu livro (Ez.14.14,20
- Ez.28.3)
Ao contrário de Daniel, Ezequiel era casado (Ez.24.15-18),
e vivia como um cidadão comum entre os exilados judeus,
junto ao rio Quebar (Ez.1.1; 3.15,23)
Seu ministério começou em julho de 593 a.C e continuou,
pelo menos, até a última profecia registrada em
abril de 571 a.C.
A corrupção dos líderes (Ezequiel 22.25-28)
era tão grande em Judá que Deus não encontrou
uma só pessoa disposta a levar o povo de volta a Deus.
É uma tragédia, quando certas igrejas estão
tão dominadas pelo mundanismo que Deus não encontra
ninguém na congregação disposto a interceder,
isto é, a “tapar o muro” ou “ficar na
brecha” da situação, espiritualmente crítica;
ninguém para bradar contra a decadência espiritual
e moral, ninguém para liderar a oração com
humilhação, com verdadeiro arrependimento e com
sincera busca da face de Deus, visando um avivamento espiritual
(II Crônicas 7.14). Nestes casos, é comum certos
crentes fiéis manterem silêncio. Por receio ou acomodação,
quando deviam tornar-se fervorosos intercessores por um avivamento.

AS SETE COLUNAS DA SABEDORIA
1 - AMOR
Exemplo do amor de Moisés pelo povo hebreu - Êxodo
32.30-34
30 E aconteceu que, no dia seguinte, Moisés disse ao povo:
Vós pecastes grande pecado; agora, porém, subirei
ao SENHOR; porventura, farei propiciação por vosso
pecado.
31 Assim, tornou Moisés ao SENHOR e disse: Ora, este povo
pecou pecado grande, fazendo para si deuses de ouro.
32 Agora, pois, perdoa o seu pecado; se não, risca-me,
peço-te, do teu livro, que tens escrito.
33 Então, disse o SENHOR a Moisés: Aquele que pecar
contra mim, a este riscarei eu do meu livro.
34 Vai, pois, agora, conduze este povo para onde te tenho dito;
eis que o meu Anjo irá adiante de ti; porém, no
dia da minha visitação, visitarei, neles, o seu
pecado
2 - Oração
Exemplo de Ana -Perseguida por Penina, perseverou na oração -
I Samuel 1 . 10-17
10 Ela, pois, com amargura de alma, orou ao SENHOR e chorou abundantemente.
11 E votou um voto, dizendo: SENHOR dos Exércitos! Se benignamente atentares
para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua
serva te não esqueceres, mas à tua serva deres um filho varão,
ao SENHOR o darei por todos os dias da sua vida, e sobre a sua cabeça
não passará navalha.
12 E sucedeu que, perseverando ela em orar perante o SENHOR, Eli fez atenção à sua
boca,
13 porquanto Ana, no seu coração, falava, e só se moviam
os seus lábios, porém não se ouvia a sua voz; pelo que
Eli a teve por embriagada.
14 E disse-lhe Eli: Até quando estarás tu embriagada? Aparta
de ti o teu vinho.
15 Porém Ana respondeu e disse: Não, senhor meu, eu sou uma mulher
atribulada de espírito; nem vinho nem bebida forte tenho bebido; porém
tenho derramado a minha alma perante o SENHOR.
16 Não tenhas, pois, a tua serva por filha de Belial; porque da multidão
dos meus cuidados e do meu desgosto tenho falado até agora.
17 Então, respondeu Eli e disse: Vai em paz, e o Deus de Israel te conceda
a tua petição que lhe pediste.
I Samuel 1.20 - E sucedeu que, passado algum tempo, Ana concebeu, e teve um
filho, e chamou o seu nome Samuel, porque, dizia ela, o tenho pedido ao SENHOR.
I Samuel 1.27 -Por este menino orava eu; e o SENHOR me concedeu a minha petição
que eu lhe tinha pedido.
3 - Obediência
Exemplo de Abraão - levou seu filho para oferecer ao Senhor - Gênesis
22 . 1-5 – Gênesis 22. 16-18
1 - E aconteceu, depois destas coisas, que tentou Deus a Abraão e disse-lhe:
Abraão! E ele disse: Eis-me aqui.
2 E disse: Toma agora o teu filho, o teu único filho, Isaque, a quem
amas, e vai-te à terra de Moriá; e oferece-o ali em holocausto
sobre uma das montanhas, que eu te direi.
3 Então, se levantou Abraão pela manhã, de madrugada,
e albardou o seu jumento, e tomou consigo dois de seus moços e Isaque,
seu filho; e fendeu lenha para o holocausto, e levantou-se, e foi ao lugar
que Deus lhe dissera.
4 Ao terceiro dia, levantou Abraão os seus olhos e viu o lugar de longe.
5 E disse Abraão a seus moços: Ficai-vos aqui com o jumento,
e eu e o moço iremos até ali; e, havendo adorado, tornaremos
a vós.
16 e disse: Por mim mesmo, jurei, diz o SENHOR, porquanto fizeste esta ação
e não me negaste o teu filho, o teu único,
17 que deveras te abençoarei e grandissimamente multiplicarei a tua
semente como as estrelas dos céus e como a areia que está na
praia do mar; e a tua semente possuirá a porta dos seus inimigos.
18 E em tua semente serão benditas todas as nações da
terra, porquanto obedeceste à minha voz.
4 - Prudência
Exemplo de Daniel - foi prudente não aceitando o manjar
do rei - Daniel 1.7-9
7 E o chefe dos eunucos lhes pôs outros nomes, a saber:
a Daniel pôs o de Beltessazar, e a Hananias, o de Sadraque,
e a Misael, o de Mesaque, e a Azarias, o de Abede-Nego.
8 E Daniel assentou no seu coração não se
contaminar com a porção do manjar do rei, nem com
o vinho que ele bebia; portanto, pediu ao chefe dos eunucos que
lhe concedesse não se contaminar.
9 Ora, deu Deus a Daniel graça e misericórdia diante
do chefe dos eunucos
5 - Vigilância
Exemplo dos 300 homens que lamberam a água, para vigiar
o inimigo- estes foram a guerra e venceram os midianitas, porque
vigiaram. Dos 32.000, somente 300 venceram a batalha.
JUÍZES 7.1-8:
1 Então, Jerubaal (que é Gideão) se levantou
de madrugada, e todo o povo que com ele havia, e se acamparam
junto à fonte de Harode; de maneira que tinha o arraial
dos midianitas para o norte, pelo outeiro de Moré, no
vale.
2 E disse o SENHOR a Gideão: Muito é o povo que
está contigo, para eu dar os midianitas em sua mão;
a fim de que Israel se não glorie contra mim, dizendo:
A minha mão me livrou.
3 Agora, pois, apregoa aos ouvidos do povo, dizendo: Quem for
covarde e medroso, que volte e vá-se apressadamente das
montanhas de Gileade. Então, voltaram do povo vinte e
dois mil, e dez mil ficaram.
4 E disse o SENHOR a Gideão: Ainda muito povo há;
faze-os descer às águas, e ali tos provarei; e
será que aquele de que eu te disser: Este irá contigo,
esse contigo irá; porém todo aquele de que eu te
disser: Este não irá contigo, esse não irá.
5 E fez descer o povo às águas. Então, o
SENHOR disse a Gideão: Qualquer que lamber as águas
com a sua língua, como as lambe o cão, esse porás à parte;
como também a todo aquele que se abaixar de joelhos a
beber.
6 E foi o número dos que lamberam, levando a mão à boca,
trezentos homens; e todo o resto do povo se abaixou de joelhos
a beber as águas.
7 E disse o SENHOR a Gideão: Com estes trezentos homens
que lamberam as águas vos livrarei e darei os midianitas
na tua mão; pelo que toda a outra gente se vá cada
um ao seu lugar.
8 E o povo tomou na sua mão a provisão e as suas
buzinas, e ele enviou todos os outros homens de Israel cada um à sua
tenda, porém os trezentos homens reteve; e estava o arraial
dos midianitas abaixo no vale.
6 - Perdão
Exemplo de José – Ainda que traído por seus
irmãos , perdoou-os, sustentado-os com trigo - Gênesis
50.14.21
14 Depois, tornou José para o Egito, ele, e seus irmãos,
e todos os que com ele subiram a sepultar o seu pai, depois de
haver sepultado o seu pai.
15 Vendo, então, os irmãos de José que o
seu pai já estava morto, disseram: Porventura, nos aborrecerá José e
nos pagará certamente todo o mal que lhe fizemos.
16 Portanto, enviaram a José, dizendo: Teu pai mandou,
antes da sua morte, dizendo:
17 Assim direis a José: Perdoa, rogo-te, a transgressão
de teus irmãos e o seu pecado, porque te fizeram mal;
agora, pois, rogamos-te que perdoes a transgressão dos
servos do Deus de teu pai. E José chorou quando eles lhe
falavam.
18 Depois, vieram também seus irmãos, e prostraram-se
diante dele, e disseram: Eis-nos aqui por teus servos.
19 E José lhes disse: Não temais; porque, porventura,
estou eu em lugar de Deus?
20 Vós bem intentastes mal contra mim, porém Deus
o tornou em bem, para fazer como se vê neste dia, para
conservar em vida a um povo grande.
21 Agora, pois, não temais; eu vos sustentarei a vós
e a vossos meninos. Assim, os consolou e falou segundo o coração
deles.
7 – Humildade
Exemplo de Abigail- Lançou-se aos pés do rei
Davi, pedindo perdão pelo marido - I Samuel 25. 23-28
CONCLUSÃO: Apocalipse 22.18-19 Porque eu testifico a
todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que,
se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir
sobre ele as pragas que estão escritas neste livro;
e, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia,
Deus tirará a sua parte da árvore da vida e da
Cidade Santa, que estão escritas neste livro.
Deuteronômio 4.2 - Nada acrescentareis à palavra
que vos mando, nem diminuireis dela, para que guardeis os mandamentos
do SENHOR, vosso Deus, que eu vos mando.

Todos os Orgulhosos e Altivos serão Humilhados
Definindo o que é ORGULHO, OUSADIA é quase sempre
confundida com ALTIVEZ. Se um homem esta seguro em DEUS,
à
s vezes ele é tido como arrogante e orgulhoso.
Quando Davi chegou ao campo de batalha onde seus irmãos
estavam lutando e viu o gigante derrotando o exército
de Deus, sua resposta segura fez com que seu irmão mais
velho o acusasse de orgulhoso ou altivo. Davi disse:... “Que
farão aquele homem que feriu a este filisteu e tirar a
afronta de sobre ISRAEL”?
Quem é, pois, este incircunciso filisteu, para afrontar
os exércitos do Deus Vivo? (I SAMUEL 17:26)
Sua ousadia trouxe convicção a Eliabe, seu irmão
mais velho, que estava servindo fielmente o exercito do rei SAUL- “Acendeu-se-lhe
a IRA (de Eliabe) contra Davi, e disse: porque descestes aqui
? E a quem deixastes aquelas poucas ovelhas no deserto ? Bem
conheço a tua presunção e a tua maldade” (I
Samuel: 17:25)
.
ELIABE, era o orgulhoso. Talvez ele ainda estivesse enciumado
porque Samuel ungiu seu irmão mais novo como o próximo
rei de Israel ao invés dele. Será que essa foi à razão
pela qual Deus não o havia escolhido – um coração
orgulhoso? Muitas vezes nós acusamos a pessoas de coisas
que nós mesmos estamos enfrentando.
O mesmo acontece hoje. Muitos que estão seguros em Deus,
são acusados de serem presunçosos. Há um
falso conceito de ORGULHO e HUMULDADE. Muitos, na Igreja, pensam
que humildade é agir prudentemente, conduzir-se a si mesmo
de forma superespiritual, agir como se você não
fosse digno. Eles têm calocando à humildade como
ação, quando ela deveria ser um estado interior
do coração.
Havia um rei de Judá chamado UZIAS, um descendente do
rei Davi. Ele foi coroado rei aos dezesseis anos de idade. Quando
ele se tornou réu, buscar a Deus diligentemente. È claro
que se você tivesse dezesseis anos de idade e fosse colocado
como rei de uma nação, você iria buscar muito
a Deus também. A respeito de UZIAS, é dito que:” nos
dias em que buscou ao SENHOR, Deus o fez prosperar” ( II
Crônicas 26:5). Deus o abençoou grandemente ele
guerreou contra os filisteus e os derrotou em inúmeras
cidades, bem como os árabes, os Meunitas e os amonitas.
Ele conduziu a nação de forma a que se tornasse
muito forte econômica e militarmente.
Houve muito sucesso sob sua liderança.
“
Mas, havendo-se já fortificando, exaltou-se o seu coração,
para a sua própria ruína, e cometeu transgressões
contra o SENHOR, seu Deus, porque entrou no Templo do Senhor,
para queimar incenso no altar do incenso” (II Crônicas
26:16).
Foi quando UZIAS estava forte, não fraco, que seu coração
se exaltou. Foi quando ele viu a prosperidade e o sucesso sobre
tudo
que ele tocava é que seu coração cessou
de buscar o Senhor ! Deus fala comigo um dia dizendo: “A
maioria daquele caíram, cederam no tempo de ambulância
e não de escassez.”.
Essa é uma armadilha que apanha muitos crentes.
Quando eles se tornaram crentes têm muita fome de conhecer
ao Senhor e os seus caminhos. Eles o buscam e confiam nele para
todas as coisas. Eles vêm à igreja, chamando: “SENHOR,
eu quero conhecê-lo mais”! No entanto, quando chegam
a conhecê-lo mais e se tornam fortes através da
experiência com Ele, suas atitudes mudam para “Vamos
ver se este Ministério realmente funciona! Então,
ao invés de lerem a Bíblia com a seguinte atitude:” SENHOR,
revela-te a mim!”Eles já têm suas doutrinas
preestabelecidas e lêem o que crêem ao invés
de crerem no que lêem”. Eles são agora experts
nas Escrituras, mas se esqueceram da humildade de coração
que uma vez tiveram.
“
Este é o caso nos Estados Unidos, com tantos ensinos disponíveis
para o povo...” reconhecemos que todos somos senhores do
saber:- O SABER ENSOBERBECE, mas o amor edifica” (I Corintios
: 8:1). O amor não busca os seus próprios interesses!
O amor, não busca seus próprios interesses!
A SOBERBA busca seus próprios interesses, quase sempre
escondidos na religião. Deus diz que o saber adquirido
sem amor resulta em orgulho e soberba.
“
Quanto mais orgulho invadia o coração do Rei UZIAS,
mais religioso ele se tornava”. Seu coração
se exaltou, e ele entrou no templo para “adorar”.
O orgulho e o espírito religioso andam de mãos
dadas. O espírito de religiosidade faz com que a pessoa
pense que é humilde através de sua aparência
de “espiritualidade”, quando na verdade ela é ORGULHOSA.
De outro lado, o orgulho mantém a pessoa presa em cadeias,
num espírito religioso, porque ela é muito orgulhosa
para admitir isso. Essa é uma razão por que o orgulho
na Igreja é muito bem camuflado. Ele se esconde atrás
de uma mascara religiosa.
O orgulho religioso pode ser definido como “se ver capaz
de ser como Deus, separado de Deus”. “E se ver com
a habilidade de fazer, saber ou ter qualquer coisa que estiver à frente
(mesmo que isso pareça espiritual), fora do caminho de
Deus”. Isso faz de você o centro e a fonte de todas
as coisas em sua vida. Para explicar melhor, note como Jesus
via a si mesmo:
CONCLUSÃO: “Então, lhes falou Jesus: Em verdade,
em verdade vos
digo que o Filho pode Fazer de si mesmo, senão aquilo
que vir
fazer o pai; porque tudo o que este fizer, o filho também
semelhantemente o faz .”(João :- 5:19).
 A
VOLTA DE JESUS CRISTO
O mundo inteiro verá a vinda do Filho de Deus.
A esperança de todos que obedecem a Deus, que acreditam sem reservas na
Sua existência e no seu poder, está na vinda de Jesus, até porque
se já estiverem mortos no dia do Senhor, serão ressuscitados (I
Tess. 4:16); se ainda estiverem vivos, Jesus os levará com Ele (I Tess.
4:17).
Por esta razão vamos estudar a palavra de Deus para não sermos
enganados.
O que diz a Bíblia
1- Apoc. 1:7 Assim diz a Palavra de Deus: “Eis que vem com as nuvens, e
todo o olho o verá, até os mesmos que o traspassaram; e todas as
tribos da terra se lamentarão sobre ele. Sim. Amém".
Mas o que ouvimos de homens que se dizem mensageiros de Deus é que Jesus
vem buscar o seu povo escondido, o povo vai desaparecer e os que aqui ficarem
entrarão em desespero... o filho procura a mãe, o pai procura o
filho, o que estava internado desaparece e os médicos ficam sem entender,
então dizem: aconteceu a vinda do Senhor.
No entanto, esses mensageiros sabem que estão mentindo. Preferem ensinar
o que seu ministério manda a ensinar o que Deus pediu que fosse ensinado.
Por isso, Deus falou: “Muitos pastores destruíram a minha vinha
(igreja), pisaram o meu campo (povo); tornaram em desolado deserto o meu campo
desejado" (Jer. 12:10); ou seja, deixou seu povo vazio e sem conhecimento.
São palavras de Jesus
2- Mat. 26:64 “Respondeu-lhe Jesus: Disse-lhe Jesus: Tu o disseste; digo-vos,
porém, que vereis em breve o Filho do homem assentado à direita
do Poder, e vindo sobre as nuvens do céu".
Jesus disse isso a um certo pastor, ou seja, sacerdote por nome de Caifás
(v. 59 e 65), o que mostra que não basta ser sacerdote para falar a
verdade, como pediu Jesus (Mat. 28:20).
3- Mat. 24:29-30 “E, logo depois da aflição daqueles dias,
o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz, e as estrelas
cairão do céu e as potencias dos céus serão abaladas.
Então aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem, e todas
as tribos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo
sobre as nuvens do céu com poder e grande glória. E, logo depois
da aflição daqueles dias, o sol escurecerá, e a lua não
dará a sua luz, e as estrelas cairão do céu, e as potências
dos céus serão abaladas. Então aparecerá no céu
o sinal do Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentarão, e
verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens do céu, com poder
e grande glória".
Sendo assim, conforme as palavras de Jesus Cristo, o dia de Sua vinda não
passará despercebido. O céu escurecerá e as estrelas cairão,
a lua deixará de brilhar... e vai aparecer no céu o sinal do
Filho do Homem.
Isso torna um cúmulo o fato de muitos pastores dizerem que o povo simplesmente
vai desaparecer e ninguém vai notar a volta de Jesus.
4- Mat. 25:31-32 “E quando o Filho do homem vier em sua glória,
e todos os santos anjos com ele, então se assentará no trono da
sua glória; E todas as nações serão reunidas diante
dele, e apartará uns dos outros, como o pastor aparta dos bodes as ovelhas".
Enquanto a bíblia revela que todas as nações verão
a vinda de Jesus, o enganador ensina que Jesus virá e levará os
Seus sem que ninguém perceba.
5- Luc. 17:24 “Porque, como o relâmpago ilumina desde uma extremidade
inferior do céu até à outra extremidade, assim será também
o Filho do homem no seu dia.
V. 26 E, como aconteceu nos dias de Noé, assim será também
nos dias do Filho do homem.
V. 29-30 Mas, no dia em que Ló saiu de Sodoma choveu do céu fogo
e enxofre e consumiu a todos, assim será no dia em que o Filho do Homem
se há de manifestar. Mas no dia em que Ló saiu de Sodoma choveu
do céu fogo e enxofre, e os consumiu a todos. Assim será no dia
em que o Filho do homem se há de manifestar."
Todos sabem que um relâmpago não acontece sem que ninguém
veja.
Já nos dias de Noé o mundo inteiro viu o dilúvio e por ele
foi tragado, exceto Noé e sua família.
Nos dias de Ló choveu enxofre e fogo do céu, e todos os moradores
de Sodoma viram e não resistiram o fogo, e conseqüentemente morreram.
Jesus comparou o dia de Sua vinda com estes três episódios... Todo
olho verá.
6- João 14:3 “E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra
vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós
também".
São palavras dos anjos
7- Atos 1:10-11 “E, estando com os olhos fitos no céu, enquanto
ele subia, eis que junto deles se puseram dois homens vestidos de branco. Os
quais lhes disseram: Homens galileus, por que estais olhando para o céu?
Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de
vir assim como para o céu o vistes ir".
Paulo também disse: “Porque o mesmo Senhor descerá do céu
com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram
em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos,
seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos
ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. Portanto, consolai-vos uns aos outros
com estas palavras” (I Tess. 4:16-18).
O certo é que devemos orar e vigiar porque ninguém sabe o dia e
a hora em que Jesus há de vir.
Como um ladrão na noite
8- Luc. 12:39-40 / Mat. 24: 43-44 “Sabei, porém, isto: que, se o
pai de família soubesse a que hora havia de vir o ladrão, vigiaria,
e não deixaria minar a sua casa. Portanto, estai vós também
apercebidos; porque virá o Filho do Homem à hora que não
imaginais”.
9- Apoc. 3:3 “Lembra-te, pois, do que tens recebido e ouvido, e guarda-o,
e arrepende-te. E, se não vigiares, virei sobre ti como um ladrão,
e não saberás a que hora sobre ti virei”.
10- II Ped. 3:10 “Mas o dia do Senhor virá como o ladrão
de noite; no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos,
ardendo, se desfarão, e a terra, e as obras que nela há, se queimarão”.
11- I Tess. 5:2-3 “Porque vós mesmos sabeis muito bem que o dia
do Senhor virá como o ladrão de noite; Pois que, quando disserem:
Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina
destruição...”
A expressão ‘virei como um ladrão de noite’ (Apoc.
3:3) e ‘virá como um ladrão de noite’ (II Ped. 3:10)
e as demais citações que contem esta expressão não
significam que Jesus virá escondido sem que ninguém perceba. O
ladrão não avisa a hora da noite em que vai arrombar a nossa porta
e roubar a nossa casa, do mesmo modo Jesus não vai avisar a hora em que
virá buscar Seu povo. Então, Ele pede que vigiemos para não
sermos pegos de surpresa, porque vai ser uma destruição total
naquele dia.
Pedro diz que haverá um grande estrondo, e que os elementos se queimarão.
Por isso Apoc. 3:3 pede para nos arrependermos. Jesus diz que pode acontecer
de dois homens estarem trabalhando no campo, ou moendo no mesmo moinho, e um
ser levado e o outro ficar (Mat. 24:40-41).
Em II Pedro 3:10 Pedro diz que os que ficarem ardendo se queimarão. Pedro
apenas confirmou o que fora dito por Deus em Malaquias 3:2: “Mas quem suportará o
dia da sua vinda? E quem subsistirá, quando ele aparecer? Porque ele será como
o fogo do ourives e como o sabão dos lavandeiros”.
Malaquias 4:1 continua dizendo: “Porque eis que aquele dia vem ardendo
como fornalha; todos os soberbos, e todos os que cometem impiedade, serão
como a palha; e o dia que está para vir os abrasará, diz o SENHOR
dos Exércitos, de sorte que lhes não deixará nem raiz nem
ramo”. No v. 2 Deus fala da salvação dos justos e no v. 3
Ele diz: “E pisareis os ímpios, porque se farão cinza debaixo
das plantas de vossos pés, naquele dia que estou preparando, diz o SENHOR
dos Exércitos”.
Isso é o que Deus ensina a respeito da volta de seu Filho Jesus. Já o
falso profeta, o lobo vestido de pastor, vem dizendo que o povo salvo desaparecerá,
e que os ímpios ficarão aqui sofrendo. Esses pastores são
impiedosos com as pessoas que ainda não conhecem a verdade. Eles se satisfazem
com a mentira, enganam grandes e pequenos, mesmo sabendo que a passos largos
estão correndo para a condenação, pois torcem a verdade
e sobem no topo dos opositores da Palavra de Deus.
Em seus sermões, estes homens conseguem fazer as pessoas chorarem, bater
no próprio peito, erguer as mãos ao céu e sentir perto de
Deus, sem saber que seus condutores, seus pastores vivem na lama das mentiras
e se apresentam como um deus, cheios de poder e razão.
Por isso Jesus alerta: “Porque surgirão falsos cristos e falsos
profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se
possível fora, enganariam até os escolhidos” (Mat. 24:24).
Se esta política religiosa, que causa uma enorme divisão entre
os evangélicos, caísse por terra e as lideranças de todos
os ministérios se reunissem para tentar descobrir onde está de
fato tanta diferença... Se realmente todos se preocupassem em fazer a
vontade de Deus, guiando uma enorme multidão (que são evangélicos)
para dentro da bíblia, para o caminho da salvação...
Tudo ficaria mais fácil se não fosse o volume de dinheiro arrecadado
por cada igreja, se não fosse as lindas casas pastorais, lindos carros
de luxo e os salários altíssimos que muitos pastores recebem. Isso
e muito mais podem atrapalhar o pastor de passar as verdades bíblicas
a seu rebanho, pois o seu ministério não ensina e não permite
que ensine, mesmo sabendo que a Bíblia Sagrada é o único
pasto verdejante onde seu rebanho pode de fato de alimentar e buscar força
para a vinda de Jesus. Mas Deus diz: “Ai dos pastores que destroem e dispersam
as ovelhas do meu pasto” (Jer. 23:1).
Conclusão
Vamos estudar, aprender e obedecer a Palavra de Deus, porque caso contrário,
não resistiremos o dia de Sua vinda (Apoc. 6:17 / II Ped. 3:10 / Mal.
3:2 / Mal. 4:1-3). Mas se obedecermos estaremos naquele dia com Jesus (João
17:24), seremos seus escolhidos (Mat. 24:31) e sempre estaremos com Ele (João
14:3). Amém. 
A
cura pela fé
A verdade:
João 8
"
32 e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará".
A cura:
Mateus 10
1, e chamando os seus doze discípulos, deu-lhes poder
sobre os espíritos imundos, para os expulsarem, e para
curarem toda a enfermidade e todo o mal.
8 curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos,
expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça
dai.
A fé:
Mateus 17
20 e Jesus lhes disse: por causa de vossa pouca fé; porque
em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão
de mostarda, direis a este monte: passa daqui para acolá,
e há de passar; e nada vos será impossível.
Lucas 17
6 e disse o Senhor: se tivésseis fé como um grão
de mostarda, diríeis a esta amoreira: desarraiga-te daqui,
e planta-te no mar; e ela vos obedeceria.
O QUE DEVEMOS OBSERVAR COM ATENÇÃO
Hebreus 4: 12
12 Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais penetrante
do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até à divisão
da alma, e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta
para discernir os pensamentos e intenções do coração.
1 Timóteo 4: 1-2
1 Mas o Espírito expressamente diz que, nos últimos
tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos
a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios,
2 pela hipocrisia de homens que falam mentiras e têm a
sua própria consciência cauterizada,
Hebreus 13: 9
9 Não vos deixeis levar em redor por doutrinas várias
e estranhas, porque bom é que o coração
se fortifique com graça e não com manjares, que
de nada aproveitaram aos que a eles se entregaram.
CONCLUSÃO: DEUS disse que fomos sarado pelas feridas
de JESUS nos fomos e ponto final não acredite no que o
homem diz porque o próprio DEUS falou em NUM CAP 23 VERS
19 Deus não é homem, para que minta; nem filho
do homem, para que se arrependa; porventura diria ele, e não
o faria? Ou falaria, e não o confirmaria?., "Porque
Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito,
para que todo aquele que nele crê não pereça,
mas tenha a vida eterna."
(JOÃO 3:16)

Os dons de poder
Texto: Mc 16.15-18
I)Os dons de curar
Aprendemos que o texto de ICo 12.9 fala “dons de curar” devido às
várias formas de cura divina. Quero iniciar ainda nesta
introdução, explicando aos amados que, apesar da
multiforme maneira de Deus agir, no caso da cura divina, Deus
não operará a cura através de um modo que
seja contrário a sua palavra.
A maior fé é aquela que crê sem necessitar
de algo visível (Mt 8.5-13)!
A unção sobre enfermos na Bíblia é prerrogativa
ministerial ( Tg 5.13-15).
A) Conceituando os dons de curar (I Co 12.9)
Os dons de curar são aqueles concedidos aos servos de
Deus para edificação da Igreja; pelos quais o Espírito
Santo opera a cura sobrenatural. Cura divina é o processo
pelo qual Deus, através do seu poder sobrenatural, concede
saúde aos homens (corpo, alma e espírito) atingidos
por enfermidades.
Nem todos em uma igreja possuem os mesmos dons. Como nos outros
dons, assim também ocorre com os dons de curar, ou seja,
nem todos possuem este dom ( I Co12.30) .
Se o Espírito Santo é quem concede este dom, significa
que nenhum homem ou poder pode executar a cura de alguém
verdadeiramente; significa também que aquele que não
tem o Espírito Santo não pode ter este dom.
O diabo não cura ninguém, ele apenas engana; ele é o
pai da mentira!
O que ocorre então em um terreiro quando uma pessoa é “curada”?
E na igreja católica?
No terreiro o Diabo que colocou a doença ( o inimigo tem poder para
ferir com doenças) vai retirar a mesma, para que a pessoa perca a sua
alma pensando que ele está fazendo algo de bom.
Na igreja católica, quando alguém faz uma promessa e fica “curado”,
na verdade o inimigo pôs uma enfermidade na pessoa e ele mesmo retirou
para que a pessoa pense que os “santos” realizaram um milagre e
a sua promessa foi atendida (Deus não divide a sua glória com
ninguém).
B- Por que os crentes ficam doentes?
Pelo fato de estarmos ainda neste corpo, sujeito aos reflexos
da queda de Adão. Um dia, o nosso corpo será transformado
e então estaremos livres de toda dor e enfermidade (ICo
15.50-57). Toda a terra igualmente um dia será restaurada
e livre de toda enfermidade (Rm 8.18-23).
Nem toda a enfermidade vem do inimigo, no entanto, existem enfermidades
nos ímpios que são provocadas pelo Diabo (Lc 13.10-17),
mais para o inimigo tocar no crente teria que ter a permissão
de Deus.
Nem todo aquele que está enfermo é porque pecou
( ver os amigos de Jó em Jó 4.1-8,e o cego de nascença
em Jo 9.1-3),no entanto, existem pessoas enfermas,inclusive crentes,
por causa de pecados que cometeram ( I Co 11.29-31; Tg 5.15,16)!
I.C)Quem deve orar pelos enfermos?
Devemos crer que os dons de curar são para os dias atuais.
Todos os cristãos devem crer que podem receber este dom e orar pelos
enfermos (Mc 16.15-18), porém na igreja, somente com ordem do pastor,
pois caso contrário, virará uma verdadeira bagunça dentro
da igreja (I Co 14.40), com todos querendo impor as mãos uns sobre os
outros, além do mais, Deus distribuirá os dons de uma forma variada.
Os dons de curar não devem ser exercidos de modo irresponsável,
precisamos saber o propósito de Deus em cada caso e quando Deus realmente
deseja glorificar o seu nome através deste dom.
Propósitos da cura:
Dentre alguns propósitos que existem na cura, destacamos os seguintes:
1)Edificação do corpo de Cristo
2)Demonstrar a compaixão de Deus ( com+paixão=sofrer com... Ex.
Mt 20.29-34)
3)Levar as pessoas a crerem em Cristo ( Jo3.2;11.45 )
4)Glorificar a Deus ( Mt 15.30,31; Lc 13.13)
Obstáculos à cura:
1)Motivações erradas Tg 4.3 ( alguns desejam a cura mais do que
a Jesus)
2)Nossos méritos (acharmos que merecemos ou para sermos exaltados)
3)Confiar no irmão e não em Jesus (como se fosse algum homem
que pudesse curar)
4)Rebeldia (existem alguns que estão enfermos por rebeldia contra Deus)
5)Não crer na cura
6)Abuso à saúde (não cuidar de si próprio leva à enfermidade)
7)Falta de desejo (existem aqueles que gostam de ficar doente para chamar a
atenção).
II) O dom de operação de maravilhas
II.A)Definição
O que é milagre (maravilha)?
1º)Algo sobrenatural( II Rs 4.1-7)
2º)Algo que vai contra todas as leis da natureza (II Rs
4.32-37 )
3º)Algo que vai contra as leis da química e da física
(II Rs 6.1-7)
4º)Algo que está acima da compreensão e raciocínio
humano (capaz até mesmo de mudar toda a ordem universal
Js 10.12-13)
5º)Segundo o dicionário, milagre é:
B-Objetivos dos milagres
Como todos os dons, não devemos deixar de citar a edificação
da igreja e a glória de Deus. Não podemos deixar
de lembrar também que os dons de poder mostram a onipotência
de Deus, e dentre estes dons, o dom de operação
de milagres mostra claramente o poder deste Deus maravilhoso
( Jo 12.10-11).
Exemplos de milagres: A vara de Moisés transformada(Ex
4.1-5) , o azeite da viúva (I Rs 17.13-16 ), a transformação
da água em vinho(Jo 2.7-11), ressurreição
de Lázaro (Jo 11.39-44), a multiplicação
dos pães(Mt 14.19-21), etc...
A ressurreição é um exemplo poderoso de
maravilha, não se trata de cura, pois o corpo já está morto!
O expelir demônios também é um exemplo de
maravilha.
II.C)Os falsos milagres
Hoje existem falsos milagres como no passado. Cuidado! Existem
milagres forjados ( Ex 7.11,12 ; II Tm 3.8-9 Janes e Jambres/
A “santa” que chorou, etc...)!
Características:
CONCLUSÃO: Não edificam, são contrários
a Palavra de Deus, causam aprisionamento por parte de Satanás
e causam confusão ( Mt 7.22,23 ; 24.24,25; II Ts 2.9;
Ap 13.13; 16.14).

O dom da fé
Não se trata da fé que tivemos no sacrifício
de Jesus para sermos salvos. Também não se trata
da fé comum e necessária a todo cristão
como fruto do Espírito Santo que prova sermos realmente
novas criaturas e que aceitamos verdadeiramente ao Senhor Jesus
como nosso salvador.
A fé necessária para a salvação;
todo crente teve. ( Jo 3.16)
A fé, fruto do Espírito Santo, todo aquele que é salvo
tem que ter! ( Hb 10.35-39 ; 11.6)
A fé sobrenatural, como dom do Espírito Santo;
nem todo crente possui! ( I Co 12.9)
É
sobre este tipo de fé que o apóstolo Paulo fala
em I Co 13.2 .
Ter o dom da fé significa crer que o Senhor Jesus opera
milagres ainda hoje, é crer que o Senhor cura as enfermidades, é colocar
em prática a autoridade que nos foi conferida pelo Senhor.
Devemos ter fé que os dons do espírito Santo conferidos
a Igreja são para os dias de hoje e, portanto, se manifestarão
na igreja e em nossa vida.
Veja os seguintes textos: Mt 8.13; 9.29,30
Mc 9.23; 11.22-24
Lc 8.41,42,49-55; Jo 11.40
Nestes exemplos vemos pessoas que creram no poder de Deus.
É
necessário crer no poder de Deus para que ele possa operar maravilhas
(Tg 1. 6,7).
O dom da fé é a capacidade sobrenatural dada por Deus para vencer
barreiras e realizar proezas em nome do Senhor!
O Espírito Santo pode efetuar coisas poderosas em favor da igreja, tanto
quando está reunida, ou quando se expressa diante do mundo!
Devemos por isso, crer que o Senhor fará as mesmas proezas através
da nossa vida, crer na autoridade que nos foi confiada! Os dons de poder estão
intimamente ligados, por exemplo: Se vou orar por um enfermo, devo ter fé que
ele será curado!
Agora leia os exemplos a seguir:
Em Mt 17.14-20, os discípulos não expulsaram o demônio
por causa da pequena fé.
Em Mc 16.17,18, Jesus conferiu sinais do seu poder pela ação
do Espírito Santo a sua igreja; portanto é necessário
crer que este poder nos é conferido ainda hoje!
A igreja no livro de Atos possuía esta fé! Leia alguns exemplos
em: At 3.1-12; 5.12-16; 8.5-7; 16.16-18;28.1-10.
Existem pessoas que possuem um poder de fé incomum, dedicando-se, portanto,
de um modo incomum, que pode ser traduzido por fé sobrenatural, a ponto
de não parar jamais e sempre avançar em direção
a grandes conquistas para o reino de Deus.II)Os dons de curar
Primeiramente quero dizer-lhes que o texto traz “os dons de curar” e
não “o don de curar”. Isso se deve ao seguinte fato: existem
várias formas do Espírito de Deus agir com relação à cura,
porém devemos reconhecer que sempre será o Senhor que age, pois
a nossa vida está em suas mãos. Além deste detalhe, deve-se
levar em conta as inúmeras doenças que afligem o homem, seja
no seu corpo, alma ou espírito.
Jesus é o médico dos médicos por excelência. Por
onde ele ia, uma multidão de enfermos era trazida até ele e os
curava! ( Mc 1.33,34 ; Lc 4.40,41; Lc 6.17,18 )
Jesus empregou várias formas diferentes de cura de acordo com o coração
de cada pessoa, objetivo, circunstância ou ensino que desejava aplicar,
no entanto, todas as vezes que ele curava alguém sempre era para que
o nome do seu pai fosse glorificado.
Toda cura deve ser para que o nome do Senhor seja glorificado, a igreja edificada
e os homens dêem glorias a Deus ou aprendam algo; caso contrário
Deus não operara através deste dom!
IIA)Os diferentes métodos de cura
Jesus aplicou lodo sobre os olhos de um cego (Jo 9.1-7), entretanto em outro
ele apenas ordenou que ele visse ( Mc 10.46-52). Com o centurião ele
apenas ordenou a cura de longe (Mt 8.5-13), com o leproso e os dois cegos,
ele tocou ( Mt 8.1-4; 20.29-34).
Hoje não é diferente, podemos orar e a pessoa ser curada imediatamente,
ou após alguns dias. Podemos ainda orar e Deus usar das mãos
de um médico para agir desde que o nome do Senhor seja sempre glorificado.
Muitas vezes oramos à distância, outras vezes por imposição
de mãos. Algumas vezes ungimos com óleo, outras não!
Deus opera nos dias de hoje como no passado, ele é o mesmo!
B-Nos evangelhos vemos por várias vezes que as curas
traziam um ensino
Exemplos:
Jesus superior ao sábado- Mt 12.9-13
Sua autoridade como Filho de Deus- Em Jo 11, no episódio da cura do
cego de nascença, Jesus procurou mostrar a sua divindade (vs.35-38)
Sua realeza- Mt 9.27-29
Muitas outras curas poderiam ser citadas como exemplo de ensino, bem com milagres
poderosos, mais creio que já é o suficiente para entendermos.
CONCLUSÃO : Jesus curou diferentes doenças
Cegueira, surdez, febre, coxo, aleijado, lunático, corcunda, hemorragia,
mudez, paralítico, mão ressequida, lepra, orelha restaurada,
etc...
O Espírito Santo, do mesmo modo, nos deu poder sobre toda e qualquer
enfermidade!

O SERMÃO DO MONTE
(Mt 7:15-23)
I. "Acautelai-vos dos falsos profetas(....) pelos seus frutos
os conhecereis". O sinal para se reconhecer quem é lobo
e quem é ovelha são os frutos. Por mais que o espinheiro
se esforce ele não vai produzir uvas. O fruto é dádiva
de Deus e por isso é natural. Não são os
sinais que distinguem o lobo da ovelha, e sim os frutos. Jesus
dirá abertamente àqueles que não se preocuparam
com o rebanho mas somente com o seu próprio ventre: nunca
vos conheci. Rm 16: 17-18; I Jo 3: 6-9; Jo 1: 12-13; 3: 3-8;
I Pe 1: 23-25; Jr 32: 38-40; Hb 12: 5-13
II. "Todo aquele, pois, que ouve as minhas palavras e as
pratica será comparado a um homem prudente que edificou
a sua casa sobre a rocha;"
A nossa prática tem de estar de acordo com o nosso discurso.
A benção de Deus se manifesta quando vivemos aquilo
que pregamos aos outros: "Aquele que diz que está nEle,
também deve andar como Ele andou" I Jo 2:6; Tg 2;
14-17.
III. "Ele as ensinava como quem tem autoridade e não
como os escribas". No sermão do monte Jesus ensina
o que é humanamente inalcançável a fim de
que aprendamos a depender inteiramente da Sua graça.I
Co 15: 9-10; II Co 12: 6-10.
OS MILAGRES DE JESUS
I. A cura do leproso (Mt 8: 1-4). A lepra sob três aspectos:
I. Físico: devido à total falta de esperança
o leproso era considerado um cadáver vivo.
II. Social: os leprosos viviam a certa distância de locais
habitados; tinham a obrigação de se anunciar, caso
alguém se aproximasse, exclamando: Imundo! Imundo! Lv
13: 45-46.
III. Religioso: a lepra era tida como um castigo de Deus. Is
53:4. A mera presença do leproso já contaminava
todo o local.
II. "E eis que". Esta expressão denota que o
leproso se aproximou sem se identificar, correndo o risco de
ser apedrejado. De acordo com Lc 5:12 ele estava "pleres
lepras", cheio de lepras. A multidão muito provavelmente
se afastou. Ele adora a Jesus. O leproso não pede para
ser curado e sim purificado. O que mais lhe incomodava era o
fato de estar excluído do povo e de Deus. Jesus não
se afasta, Ele toca (abraça) o leproso.
CONCLUSÃO: O verbo é comparado a Marcos 10: 16, "tomar
nos braços". O "quero" de Jesus representa
a aceitação. Ao mandar que o leproso se apresentasse
ao sacerdote Ele estava cumprindo a Lei e fazendo com que o próprio
sacerdote testemunhasse do Seu poder. Lv 14: 1-4

LIBERTAÇÃO
Todos, seria a resposta mais correta, porque a Palavra de Deus
diz em I João 1:8-10: “Se dissermos que não
temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não
há verdade em nós. Se confessarmos os nossos
pecados ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados
e nos purificar de toda injustiça. Se dissermos que
não pecamos, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não
está em nós.” E completa em I João
3:8-9 “ Quem comete o pecado é do diabo, porque
o diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de
Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo. Qualquer
que é nascido de Deus não comete pecado, porque
a sua semente permanece nele e não pode pecar porque é nascido
de Deus”
Se partirmos do princípio de que todo homem à partir
da queda original carrega a natureza adâmica, por isso é propenso
ao mal, já seria o suficiente para dizer que ele necessita
ser liberto, porque o pecado nos traz cativos ao diabo.
Existem três níveis de libertação:
1. Libertação do nosso espírito no momento
em que nascemos de novo (só feita pelo Espírito
Santo) – ver Efésios 2:1-3 e João 3:6
2. Libertação da alma – ver Hebreus 12;1
e I Coríntios 10:4-5
3. Libertação de enfermidade física – ver
Lucas 13:10-17
“A cruz é o centro de tudo. Também nela, Cristo levou todas
as maldições:“Cristo nos resgatou da maldição
da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar,
porque está escrito: ´Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro ”.(Gálatas
3:13). Se o texto em apreço está claro, quando diz que Cristo se
fez maldição em nosso lugar, porque tratamos do tema: “quebra
de maldições
No que tange à maldição, a mesma coisa. O profeta disse:
Portanto, o meu povo será levado cativo, por falta de entendimento (Isaias
5:13). Prince diz ainda: “Se nós permanecermos ignorantes, será nosso
o custo. Perderemos muito de toda a provisão que Deus nos oferece através
do sacrifício da morte de Jesus na cruz”. A ignorância nos
fará pagar um alto preço, já que Deus nos faz responsáveis
por tudo aquilo que deixou escrito em sua Palavra.
Quantas vezes o diabo tem nos impedido de enxergarmos as promessas de Deus para
nós, e passamos a viver como miseráveis! O apóstolo Paulo
escreveu: “Bendito o Deus Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos
abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares
celestiais em Cristo”.(Efésios 1:3). O texto está claro:
Deus nos abençoou com todas as bênçãos. Fico a pensar
se pelo menos uma boa parte dos crentes espalhados pelo mundo tem ao menos 50%
dessas bênçãos. É bem provável que não.
Mas, qual é o problema? O problema é que o apóstolo diz
que as bênçãos estão nos lugares celestiais. É necessário
que aprendamos meios eficazes dentro da Palavra de Deus, para transportarmos
o que é nosso dos lugares celestiais para o mundo material. A confissão
apropriativa é com certeza um das formas que Deus providenciou para isso,
para experimentarmos em nossa vida os benefícios que foram alcançados
para nós em esperança, somos salvos “ (Rm 8:32), “ ainda
não se manifestou o que haveremos de ser” (I João 3:2). Nesta
vida atual desfrutamos de Cristo à medida em que o abracemos por meio
das promessas.”
CONCLUSÃO: RM CAP 8 VERS 1 Portanto, agora nenhuma condenação
há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo
a carne, mas segundo o Espírito.

LIBERTAÇÃO FINANCEIRA
Textos: Nm 13:2; Pv 3:33; Sl 109:17-18
I – Satanás quer a igreja e os membros pobres
a – Deus quer uma igreja próspera – membros
prósperos
b – O que é prosperidade bíblica.
c – Saia do ringue – não lute com você -
recuse-se a duvidar da Palavra de Deus
II – Conceitos que atrapalham a prosperidade (engano de
Satanás).
Conceito 1 – uma pessoa ou igreja para agradar a Deus tem
que ser humilde e humilde é ser pobre.
Conceito 2 – espiritualizar as coisas – tudo é espiritual
vide II Cor. 8:9
Conceito 3 – desculpas usando a Palavra “No mundo
tereis aflições” vide Mat. 5: 11-12.
Conceito 4 – a visão que tenho de mim não é a
mesma visão que Deus tem de mim.
III – Conceito de Embaixador – II Cor. 5:20
Veja Elias e a viúva de sarepta e o povo de Deus no deserto
por 40 anos
IV – Do mundo material para o espiritual
Veja Abraão e o seu chamado
V – O resgate pleno
Em Êxodo 10:26 Moisés disse a Faraó que nem
uma unha ficaria no Egito
VI – Descendência de Abraão – Gl. 3:29
Somos herdeiros através de Cristo de todas as bênçãos
de Abraão.
Chegou o momento de retirar os obstáculos que impedem
a nossa prosperidade
A – As áreas de influência de Mamon (Mt 6:24).
1 – Espírito de miséria e mesquinhez
2 – Espírito de ansiedade
3 – Espírito de consumismo
4 – Rebelião – I Sm. 15:23 -
VII – Fatores de impedem a prosperidade
1 – Rejeitar a instrução – Js. 1:8
2 – A preguiça – Pv. 20:13
3 – O egoísmo – Luc. 6:38
4 – Esquecer de agradecer a Deus – Dt. 8:17-18
5 – Oferta sem perdão – Mt. 5:23-24
6 – Não honrar ao Sacerdote – Ez 44.28-30;
Gl 6.6-7.
7 – Maldições
- Maldições hereditárias – Gal. 3:13 – maldição
de miséria
- Maldições diárias atuais – Malaquias
1:13-14 – oferta bichada
- Maldições da língua – Pv. 18:21 – depreciar
o que recebe
- Líder que não dá honra ao Senhor – Ml.
2:2 – bazares na igreja para sustento da obra de Deus.
8 – Quebra de contrato (caráter) – Mat. 22:17-21
- cumprimento de horários e compromissos, loteria e outros
jogos, mentir para manter o emprego, não devolver o que
pertence a outro e etc.
9 – Jugo desigual – 2 Co 6.14 – Sociedade com ímpio.
Deus não divide a sua glória com ninguém
(Is 42.8).
10 – Rejeição por Israel – Todos os
que abençoarem a Israel serão abençoados
e todos os que amaldiçoarem serão amaldiçoados
(Gn 12.3; Sl 122.6).
11 – Roubo a Deus – Mal. 3:8
a – Os dízimos
-Tudo pertence a Deus e Ele quer que devolvemos somente 10%
-O dízimo dever ser entregue na sua igreja
-Dízimo mantém abertas as janelas do céu
-Dízimo não é da lei
-O dízimo é uma bomba relógio
-O dízimo é obediência – I Sm. 15:22
-Dízimo prova a Deus
-O único demônio que não podemos expulsar é o devorador
b – As ofertas
Marcos 4:26-27
Gálatas 6:7
Lucas 6:38
12 – Não servir a Deus com alegria e abundância de tudo – Dt
28.47-48 – O nosso Pai nos deu o melhor, Jesus Cristo, o seu único
Filho, pela nossa salvação. O que temos dado a Ele? Maldito aquele
que faz a obra de Deus relaxadamente (Jr 48.10).
VIII – Cuidados na Semeadura
1 – O semear com pecado não funciona – Jó 4:8
2 – A qualidade da semente – Oséias 8:7
3 – O tempo da colheita – ansiedade é atuação
de Mamon
4 – Tipo de solo – obra de Deus
5 – A colheita é certa – Marcos 4:29
Exemplos Bíblicos
-Elias e a viúva de Sarepta – I Reis 17:14 (8-16)
-A multiplicação dos pães e peixes (João 6:1-13)
Conclusão
1 – Confesse o seu pecado ao Senhor – Pv. 28:13
Tome autoridade em Nome de Jesus e expulse Mamon de sua vida em Nome de Jesus.
2 – Faça um compromisso com o Senhor de fidelidade nos dízimos
e ofertas, e andar em fidelidade em todas as áreas de sua vida
3 – Se você não tem colhido procure onde está o erro
e conserte.

CURA E LIBERTAÇÃO
1 ª. PARTE: A CURA
A palavra de Deus nos mostra por várias passagens que
a cura para as nossas enfermidades é uma promessa de Deus.
Portanto é só tomar posse da cura. SL. 103: 3;
IS. 53: 4 , 5; EX. 15: 26; JR. 33: 6.
Hoje vemos quantas polemicas sobre curar enfermos, mas nos tempos
da primeira igreja, cura era coisa comum. AT. 9: 34; AT.5: 14
A 15; AT.19: 11 e 12; AT.28: 7 a 9; TG. 5: 14 a 16.
A diferença que vemos entre a primeira igreja e a igreja
em que estamos, é que os apóstolos e discípulos
tinham fé na palavra de Deus, enquanto na igreja de hoje
falta fé. JÕ. 14: 12; JÕ. 11: 40.
A cura divina é um dom, portanto ela deve estar presente
na igreja. Pois ela faz parte do ministério do Espirito
Santo. I CO. 12: 9. A cura só se torna possível
quando há fé, pois sem fé e impossível
agradar a Deus. HB. 11: 6; MT. 13: 54 A 58.
Para haver manifestação de cura é preciso
que a pessoa que precisa da cura, queira ser curado, e creia
de todo o coração que a cura existe. JÕ.
15: 7; AP. 22: 17.
Podemos ver que os prefetas que vieram ante de Jesus, queriam
ver os sinais que Jesus fazia e também tomar posse de
todas as bênçãos, inclusive a da cura. Mas
não foi para eles e sim para nós. LC. 10: 24. Quantos
hoje pregam que a cura citada na bíblia é cura
espiritual e não fisica. Mas nós podemos dizer
que a cura que a palavra de Deus fala é também
fisica. MC. 5: 25 A 34; MT.10:1.
O poder da cura não estava na vida dos discípulos
e apóstolos ou de qualquer outro crente, mas o poder está no
nome de Jesus Cristo. AT. 3: 11 A 16; MC. 16: 17 A 18.
2º PARTE: LIBERTAÇÃO
Quantos hoje por não acreditar na libertação,
estão nas igrejas é verdade, mas continuam cheios
de problemas. IS. 5: 13. O que leva muitos a estar nas igrejas
e não aceitar a libertação. II CO. 4: 3
e 4.
Entre todas as obras que Jesus veio fazer na terra, uma delas é trazer
a benção da libertação. LC.4: 18;
JÕ. 8: 31 a 36; GL. 5: 1; IS: 61: 1.
O que não entendemos é que como alguém pode
acreditar que Jesus libertava no passado e hoje no presente não
acredita que a igreja que é o corpo do senhor Jesus possa
fazer a mesma coisa: Libertar. RM. 12: 4 a 8; I CO. 10: 16 e
17.
A libertação faz parte da autoridade que a igreja
tem por ser corpo do senhor Jesus. LC. 10: 18 a 20; MT. 16: 18
e 19. A outra razão porque muitos não crêem
na libertação é porque são sábios
e entendidos. A libertação não foi revelada
aos sábios e entendidos deste mundo. LC.10: 21; I CO.
1: 27 a 29.
A libertação sempre esteve presente na primeira
igreja. AT. 16: 16 a 18; AT.8: 7.
Muitos podem perguntar: o que tenho que fazer para orar e as
pessoas serem libertas? MT. 17: 4 a 21. Também para fazer
oração com imposição de mãos
e haver libertação é preciso estar em consagração
para ter autoridade. I TM.5: 22; AT. 19: 13 a 16.
CONCLUSÃO: Muito se discute sobre os homens que expulsam
demonios, dizer estar amarrando. Dizem por ai que isto é heresia,
vamos ver o que diz a palavra. MC.3: 20 a 27.

O LADRÃO SÓ VEM PARA ROUBAR
A Palavra de Deus nos exorta a sermos cuidadosas, principalmente
os que estão no caminho, pois o ladrão está pronto
pra roubar. Ap. 2: 25. Satanás sabe que se o crente
permanecer fiel ao Senhor até o fim, o Senhor tem para
este crente um a coroa. Mas Satanás quer roubar está coroa.
Ap. 3: 11.
Hoje o que mais vemos é o povo perdendo a esperança.
Satanás tem conseguido roubar a esperança do povo..
Mas o povo de Deus não deve deixar isto acontecer. At.
26: 1 a 7; Fp.3: 20 a 21; Ef.2: 11 a 13.
O ele também tem conseguido roubar dos homens é a
paz. Mas o crente tem de fazer de tudo para que ele não
consiga este intento, que é tirar a paz do crente. I Co.
7: 15.
Quantos hoje dizem: Eu queria voltar ao primeiro amor? Estas
pessoas perderam o primeiro amor, o diabo já roubou o
amor do seu coração. Aquele que tem o amor seja
cuidadoso, vigilante pois o ladrão veio para roubar. Ap.
2: 4 e 5.
A Palavra de Deus nos mostra que no final dos tempos esta seria
a obra predileta do diabo: roubar o amor. Mt. 24: 12 a 13. Jesus
nos mostra que no final dos tempos, Satan ás também
estaria preocupado em roubar a fé do povo. E de fato roubaria
porque no final dos tempos poucos teriam fé. Lc. 18: 7
e 8; I Tm. 4: 1.
O ladrão veio para roubar a paciência, mas o crente
não deve deixar isto acontecer. Tg. 5: 11
Muitos acham que estão salvo, e não há mais
perigo. Mas o ladrão veio para roubar a salvação,
quem está em pé que se cuide para não cair.I
Co. 10: 12. Quantos já não perseveram, pois o ladrão
veio para roubar a perseverança de muitos crentes. Lc.21:
19; Tg.1: 2 a 4.
Quantos hoje têm ignorado o combate entre a Carne e o Espírito,
e com iso passam a viverem uma vida carnal. Esses que vivem este
tipo de vida, Satanás já roubou a vida espiritual
desses crentes. G. 5: 16 e 17.
Muitos crentes começaram fervorosamente no Espírito,
mas com o passar dos tempos passaram a viver na carne. Satanás
já roubou fervor e a vida espiritual destes crentes. Gl.
3: 3; Rm. 8: 7 e 8; . Gl. 3: 3; Rm. 8: 7 e 8; m. 8: 13.
Hoje o que mais Satanás tem roubado dos crentes é a
comunhão com Deus e com os irmãos. At.2: 42 a 47;
I Jõ. 1: 3 a 7. O que Satanás procura roubar do
crente é a humildade, fazendo com que o crente fique soberbo,
que só ele é o dono da verdade. Não convém
que o crente ande assim. Mt. 11: 29; Mq. 6: 8.
Satanás tem procurado roubar da igreja a união
entre os irmãos, lançando dentro da igreja contenda.
Fp. 2: 1 a 3; A contenda divide os irmãos e a igreja.
Gn. 13: 8 a 11; Pv. 6: 16 a 19.
Quando o crente vive em santidade, Satanás quer roubar
a santidade fazendo com que o crente venha a si contaminar com
o mundo. O crente que vive em (comunhão), santidade precisa
se cuidar e muito.I Jõ. 2: 16 e 1
CONCLUSÃO: Muitos crentes não sabem se conter,
não tem domínio próprio, como já foi
citado muitas vezes neste estudo: Satanás veio roubar,
portanto vigie. Pv. 25: 28; Gl. 5: 23.

VENCENDO O DIABO (I Pd. 5:8)
Melhor exemplo Bíblico de como vencer o diabo é a
tentação de Jesus. Lc. 4: 1 ao 3.
Jesus quando foi para a batalha com o diabo Ele se preparou,
primeiro Ele se preparou para vencer os seus inimigos íntimos.
Pois Jesus sabia que se não tivesse total domínio
sobra à carne, o mundo e o pecado Ele seria presa fácil
para o diabo. CARNE: Rm. 8: 1; Gl. 5: 16 e 17. MUNDO: I Jõ.
2: 14 a 17. PECADO: I Jõ. 3: 1 e 9.
Alguém pode até dizer que é radicalismo,
mas segundo o meu entendimento Jesus não lutou somente
com o diabo no deserto. Mas Ele lutou também contra a
carne o mundo e o pecado. E ninguém pode lutar e vencer
esses inimigos se não estiver cheio do Espírito
Santo. Lc. 4: 1; Ef. 5: 8.
Outra coisa, porquê Jesus ficou quarenta dias em jejum?
O jejum é uma arma poderosa para vencer a carne, o mundo
e o pecado, e principalmente para vencer o diabo. Lc. 4: 2; Mt.
17: 14 ao 21; Mt. 2: 36 e 37. A CARNE: O diabo sabendo que a
carne é um dos maiores inimigos do homem, sabendo que
o homem nos desejos da carne é um derrotado diante de
Deus. Ele lança o seu primeiro ataque a Jesus. Lc.4: 3;
I Co. 2: 14.
O diabo sabendo que Jesus estava com fome, ele tenta Jesus a
realizar o desejo da carne, no caso aqui é o pão.
Mas sexo, prostituição e outros desejos nos derrubam
diante de Deus. Abrindo assim brechas para o diabo entrar em
nossas vidas. Gl. 5: 19 a 21; Rm. 8: 7 e 8; ICo.3:3.
Jesus venceu a carne e o diabo, nesta primeira batalha no deserto.
S e nós quisermos vencer o diabo na batalha da carne,
temos que fazer como Jesus, cheio do Espírito Santo com
muito jejum, e muita Palavra de Deus.Lc. 4: 4; Ef. 6: 17; HB.
4: 1.
O MUNDO: Como o diabo não conseguiu derrubar Jesus através
de seu inimigo mais intimo, a carne, ele tentou outro inimigo:
O MUNDO. Lc. 4: 5, 6 e 7. O diabo sabe que os olhos são
a nossa porta para o mundo entrar em nossas vidas. Com a entrada
do mundo, já caímos diante de Deus e trazemos o
diabo para a nossa vida. I Jõ. 5: 19; I Jõ. 2:
16 e 17; Tg. 1: 14 e 15.
O mundo nos afasta de Deus, o mundo mexe com a nossa vaidade
humana, o mundo nos leva a buscar coisas que agrada o nosso ego.
O mundo nos tira da presença de Deus. Mt. 13: 22; Mt.
6: 25- 33.
A nossa vida como crente em Jesus tem que ser guiado pela Palavra
de Deus. E na batalha contra o mundo e o diabo temos que seguir
o exemplo de Jesus, cheio do Espírito Santo com muito
jejum e Palavra de Deus. Lc. 4: 8; Sl. 119: 105- 11; Sl. 1: 1
e 2.
O PECADO: O diabo já tinha sofrido duas derrotas para
Jesus, pois Jesus era um vencedor contra a carne e o mundo. Como
o diabo não conseguiu derrotar a Jesus através
da carne o mundo, agora ele tenta vencer a Jesus através
do pecado.. Ele tente levar Jesus pelo caminho da soberba. Lc.
4: 9 a 11; Mt. 11: 29.
O fato de sermos crentes e até ser muito usados por Deus,
não nos dá o direito de entrar em campo que Deus
não nos permite entrar. Usar o nome de Deus para falarmos
coisas que Deus não mandou, fazer coisas que está contra
a Palavra de Deus é pecado, e nos derruba diante de Deus,
trazendo para as nossas vidas o diabo. Dt.29: 29; Is. 59: 1 e
2.
As coisas que parecem tão simples, pecadinhos, e muitas
vezes estes pecadinhos são brechas para o inimigo agir
em nossas vidas. Não devemos varrer para baixo do tapete
o pó do pecado, e sim colocar no lixo e lançar
fora das nossas vidas. Js. 7: 1 – 26; Is. 28: 15; Lc. 12:
2.
Não podemos deixar o pecado reinar em nossas vidas. Se
vencermos o pecado em nossas vidas , venceremos o diabo também.
Rm. 6: 12 – 14; Sl. 19: 13.Temos que seguir o exemplo de
Jesus, ser cheio do Espírito Santo, muito jejum e muita
Palavra, para vencer o pecado.Lc. 4: 12.
No livro de Lucas sobre a tentação não fala
de oração, mas com certeza nos quarenta dias Jesus
ficou em oração. Oração, jejum e
Palavras nos deixam cheio do Espírito Santo. Sl. 55: 17;
Sl.35: 13; Sl.119: 105.
CONCLUSÃO: A batalha contra o diabo é todos os
dias. Por isto todos os dias têm que vencer a carne, o
mundo e o pecado, fazendo isso venceremos o diabo todos os dias.
Lc. 4: 13; I Pd. 5: 8.

Eu sou filho de Deus
1. É uma decisão pessoal a ser verbalizada
Romanos 10:9: Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração,
creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.
Você já confessou a Jesus, o Filho de Deus Pai, como único
Senhor e Salvador de tua vida?
2. Jesus não invade nossa vida, só entra se for convidado
Apocalipse 3:20: Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir
a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele,
comigo.
Você poderá enganar a si mesmo e ao Pastor, mas a Jesus nunca
enganará. Você poderá deixá-LO fora de tua vida,
mas mesmo assim Ele está batendo e se ouvi-LO e convidá-LO, entrará na
tua vida e fará uma grande festa espiritual contigo (cura e libertação
- Isaías 61.1-3).
Você tem mantido compartimentos secretos, sem a presença de Jesus,
ou Ele é Senhor absoluto de tua vida?
3. Deus Pai nos recebe no céu quando cremos em Jesus
•
Mc 16.16: Quem crer e for batizado, será salvo!!!
•
Jo 1.12: Quem crer e receber ao Senhor Jesus como Salvador é feito filho
de Deus.
•
Ef 2:4-6: Pela Graça somos salvos, temos a ressurreição
em Jesus, e pelo Seu imenso amor somos assentados em lugares celestiais.
Reflexão
•
Eu já estou na condição de filho de Deus?
•
Já estou dando frutos e frutos que permaneçam? João 15.16
•
Ainda não tenho Jesus, quero recebê-lO, agora mesmo!!!
CONCLUSÃO: Para o meu crescimento espiritual
•
Quero guardar no coração (Sl 119.11): Ap 3.20;
Ef 2.6.
•
Quero ler (Mt 22.29; Jo 5.39): João Cap. 04 a 06.
•
Crendo: Jo 3:16 - Jo 1:12; Jo 3.36; 1 Jo 5.13.
•
Confessando Jesus: Rm 10.9; Hb 3.1; Hb 4.14.
•
Confessando Pecados: 1Jo 1.9; Is 6.5.
•
Arrependendo-se: 2Co 7.10; At 17.30-31.
•
Obedecendo: Rm 6.16; 1Pe 1.14 e 22; Tt 3.1; Mc 16.16; Rm 16.19.

Verdade e Unção
ISAÍAS 10:27:
"E acontecerá, naquele dia, que a sua carga será tirada do
teu ombro, e o seu jugo do teu pescoço; e o jugo será despedaçado
por causa da unção."
JOÃO 8:32:
"
E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará."
É a unção (ou o poder do Espírito Santo) que despedaça
o jugo da escravidão.
O jugo pode ser qualquer coisa que esteja te aprisionando.
Pode ser doença, maus hábitos ou atividade demoníaca.
A unção do Espírito Santo, que está na Palavra
de Deus, te libertará.
A unção está na Palavra.
JOÃO 6:63:
"
O espírito é o que vivifica, a carne para nada aproveita; as
palavras que eu vos disse são espírito e vida".
Poderíamos ler João 8:32 assim:
"
Conhecereis a Palavra e a Palavra vos libertará".
É
só lembrar do que Jesus disse em João 17:17:
"
Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade."
É triste ver os cristãos que não conhecem a Palavra.
Estão espalhados por todas as igrejas - aprisionados, falhando, tropeçando
pelo caminho.
Deus disse: Oséias 4:6:
"
O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento..."
Outra forma de dizer isto: "O povo de Deus está sendo destruído,
porque lhe falta o conhecimento da Palavra de Deus."
Todos conhecemos as campanhas que são realizadas nas igrejas.
Campanha de Cura:
Durante 3 a 4 meses seguidos, as pessoas vão à igreja, levando
suas doenças e seus doentes para receberem a cura das suas enfermidades.
Campanha de Libertação:
as pessoas fazem a campanha inteira, em busca de se verem livres da opressão
e da atuação do inimigo em suas vidas.
E tantas outras campanhas.
Nada contra as campanhas.
As pessoas participam das campanhas e podem até receber
ajuda temporária e serem abençoadas porque estão
buscando com honestidade e com sinceridade, a solução
de seus problemas através de Deus. Mas a única
coisa que as abençoará permanentemente é conhecer
a Palavra de Deus.
Vamos ver o quê que a Palavra diz sobre libertação
e cura:
Libertação:
LUCAS 10:19; "Eis que vos dou poder para pisar serpentes
e escorpiões, e toda a força do inimigo, e nada
vos fará dano algum."
COLOSSENSES 1:13: "O qual nos tirou da potestade das trevas,
e nos transportou para o reino do Filho do seu amor;"
Cura:
MATEUS 8:17: "Para que se cumprisse o que fora dito pelo
profeta Isaías, que diz: Ele t omou sobre si as nossas
enfermidades, e levou as nossas doenças."
1 PEDRO 2:24: "Levando ele mesmo em seu corpo os nossos
pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos
viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados."
O problema não são as campanhas.
O problema é como elas são feitas
e a motivação com que se participa delas.
O crente que conhece a Palavra, não precisa depender de
campanhas para ser liberto ou curado., Basta que ele creia na
Palavra., Exercite a Palavra., Tome posse da Palavra., Ore a
Palavra., Viva de acordo com a Palavra.
Porque Deus cumpre 100% do que está escrito na Palavra:
JEREMIAS 1:12
"
E disse-me o SENHOR: Viste bem; porque eu velo sobre a minha
palavra para cumpri-la."
Nada contra as campanhas.
Mas o objetivo principal das campanhas tem que ser alcançar
aqueles que não são crentes, aqueles que ainda
não conhecem o poder, a verdade e a eficácia da
Palavra de Deus em nossas vidas.
Campanhas de libertação, são para que a
gente traga os oprimidos para conhecerem o poder de Deus e serem
libertos.
Campanhas de cura, são para que as pessoas conheçam
o grande Jeová Rafá (Deus que cura) e, conhecendo-o,
passem a querer mais desse Deus tão grande.
Campanhas devem ser feitas para oferecer Jesus aos perdidos.
Crente não precisa de campanha. Crente precisa de Palavra.
Busque na Palavra, sua cura e libertação.
A Palavra de Deus é a verdade e é o conhecimento
dessa verdade que nos liberta.
Não importa quais sejam as circunstâncias, não
importa o que você enfrenta na vida, exercite-se sempre
para responder à pergunta: "O que a Palavra diz sobre
isso?" ou seja, ponha a Palavra em primeiro lugar.
Se não conhecer, se não viver a Palavra, você estará em
apuros, pois é o conhecimento da Palavra que o liberta.
Na maioria das vezes, nosso problema é estarmos procurando
por alguém que nos liberte.
Em vez de olharmos para a Palavra e crer em Jesus, olhamos para
os homens e confiamos neles.
A solução está em Jesus.
A solução está na Palavra.
Jesus é o Verbo.
Jesus é a Palavra.
A Bíblia é a Palavra.
Conhecer a Palavra é conhecer Jesus.
Seguir a Palavra é seguir Jesus.
A Palavra é a verdade e a Verdade é Jesus.
A Verdade liberta. A Palavra liberta. Jesus liberta.
CONCLUSÃO: O caminho da Palavra é Jesus ("Eu
sou o Caminho, a Verdade e a Vida". João, 14:6).

JESUS É DEUS
JOÃO 5:
24 - "Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha
palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna,
e não entrará em condenação, mas
passou da morte para a vida."
25 - "Em verdade, em verdade vos digo que vem a hora, e
agora é, em que os mortos ouvirão a voz do Filho
de Deus, e os que a ouvirem viverão."
26 - "Porque, como o Pai tem a vida em si mesmo, assim
deu também ao Filho ter a vida em si mesmo;"
27 - "E deu-lhe o poder de exercer o juízo, porque é o
Filho do homem."
JOÃO 13:
15 - "Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos
fiz, façais vós também."
ADONAI - EL SHADAI:
Mt. 8: 23-27: JESUS ACALMA A TEMPESTADE
Mt. 14: 22-36: JESUS ANDA SOBRE O MAR
JESUS EXPULSANDO DEMÔNIOS (com autoridade própria)
JEOVÁ JIRÉ:
Mt. 14:13-21; Mt 15: 29-39: JESUS MULTIPLICANDO PÃES.
JEOVÁ RAFÁ:
JESUS CURANDO PARALÍTICOS, COXOS, CEGOS, MULHER HEMORRÁGICA,
RESSUSCITANDO MORTOS (Läzaro e a Filha de Jairo, por exemplo)
Quando Jesus Chorou, na morte de Lázaro, não foi
pela morte dele, mas porque pessoas que conviviam com Ele, O
conheciam como Homem, mas não foram capazes de reconhecê-LO
como o Verbo de Deus, feito carne, como o Messias, como alguém
capaz de derrotar a morte.
JESUS RECLAMOU DA IGNORÂNCIA DOS QUE ANDAVAM COM ELE:
JO 14:7 - "Se vós me conhecêsseis a mim, também
conheceríeis a meu Pai; e já desde agora o conheceis,
e o tendes visto."
Jesus só foi tudo isso, ADONAI, EL SHADAI, JIRÉ,
RAFÁ...
SE REVELANDO COMO DEUS Ele inclusive aceitou Adoração,
(do leproso em Mt 8, de Jairo em Mt 9, da mulher cananéia
em Mt 15)
PORQUE:
ELE TAMBÉM É DEUS, ELE E O PAI SÃO UM
TANTO ELE QUANTO O PAI TÊEM A VIDA EM SI MESMOS
SE BASTAM
SALMO 24
7 - "Levantai, ó portas, as vossas cabeças;
levantai-vos, ó entradas eternas, e entrará o Rei
da Glória."
8 - "Quem é este Rei da Glória? O SENHOR
forte e poderoso, o SENHOR poderoso na guerra."
9 - "Levantai, ó portas, as vossas cabeças,
levantai-vos, ó entradas eternas, e entrará o Rei
da Glória."
10 - "Quem é este Rei da Glória? O SENHOR
dos Exércitos, ele é o Rei da Glória."

UM DIREITO DOS FILHOS DE ABRAÃO
Textos: Gn 17.5-6: Não será mais chamado Abrão;
seu nome será Abraão, porque eu o constituí pai
de muitas nações. Eu o tornarei extremamente prolífero;
de você farei nações e de você procederão
reis. Lc 13.16: Então, esta mulher, uma filha de Abraão
a quem Satanás mantinha presa por dezoito longos anos,
não deveria no dia de sábado ser libertada daquilo
que a prendia?
Há pessoas presas pela influência maligna que
não sabem que, sendo filhos e filhas de Abraão,
têm o direito à promessa. São herdeiros,
mas vivem presos... anos a fio. Quando Deus escolheu Abrão
e fez com ele uma aliança, Abrão recebeu uma promessa
de Deus (Gn 12). Através de Jesus Cristo nós somos
herdeiros desta promessa e também filhos de Abraão.
Na Epístola aos Gálatas, o apóstolo Paulo
nos explica isto: somos filhos de Deus através de Jesus
Cristo e porque somos de Cristo, somos também “filhos
de Abraão e herdeiros segundo a promessa” (Gl 3.26
e 29).
Em Lc 13.10, temos o relato da situação terrível
que uma mulher judia anônima vivia até aquele sábado
quando se encontrou na sinagoga onde Jesus ensinava. Tratava-se
de uma enfermidade causada por um demônio e, conforme o
texto, tal enfermidade a obrigava a andar encurvada sem conseguir
endireitar-se de forma alguma. Havia dezoito anos que ela sofria
pela ação de Satanás. Jesus a viu, chamou-a
a frente e impondo-lhe as mãos, declarou: mulher, você está livre
da sua doença (v. 12).
Aquela mulher judia pode representar a sua situação
hoje.
1o. A Religiosidade não liberta. Aquela mulher podia
ter um interesse disciplinado pela Palavra, pois quando Jesus
a encontrou ela estava na sinagoga. Quantas pessoas têm
uma religião, são até evangélicos,
mas vivem uma vida incompleta, sem desfrutar de fato do que somente
Jesus nos dá?
2o. A Religiosidade pode conviver com a falta de visão.
Aquela mulher era encurvada há dezoito anos. Isso significa
que ela andava o tempo todo olhando para o chão. Mesmo
sendo filha do Pai da Fé, daquele que Deus chamou para
olhar as estrelas (Gn 15.5), ela não podia naturalmente
olhar para o céu e pensar nas coisas grandiosas que Deus
tinha para sua vida.
Como é que você vive? Vive olhando para suas feridas?
Seus sofrimentos? Suas mágoas? Suas limitações?
A religiosidade pode manter uma pessoa presa às suas histórias
traumáticas (enfermidades da alma), ou mesmo a um espírito
satânico.
A religiosidade por vezes é sinônimo de hipocrisia.
Note que quando Jesus libertou e curou aquela sofrida mulher,
a reação do chefe da sinagoga foi absurda. Ele
ficou indignado pelo fato de Jesus haver operado a cura e libertação
num sábado. Mais do que isto, fez questão de declarar
aos presentes à sinagoga que Jesus pecara ao agir daquela
maneira (Lc 13.12-15).
3o. A Religiosidade hipócrita prioriza os valores materiais.
A resposta que Jesus deu à manifestação
do chefe da sinagoga foi propícia para escancarar a hipocrisia
daqueles religiosos. Jesus simplesmente perguntou qual deles
deixaria um animal seu sem alimento ou água num sábado.
Se cuidar dos animais num sábado era lícito, por
que não era o cuidar de uma vida muitíssimo mais
preciosa para Deus do que qualquer bem material? O chefe da sinagoga
e os demais adeptos daquele tipo de religiosidade não
se preocupavam com o sábado quando o assunto era se livrar
de um prejuízo material, mas como a questão aqui
era libertação, eles criticavam.
Que atitudes você e os discípulos de sua célula
devem ter a partir deste estudo?
Assumam que são descendência de Abraão através
de Cristo (Gl 3.29);
Andem por fé. Não se acomodem com menos do que
o Senhor quer fazer em nossas vidas. Seja sempre agradecido,
mas não satisfeito, pois Deus tem sempre mais para nos
conceder (I Co 2.9);
Busque nEle cura e libertação sempre, pois pode
haver áreas em nossas vidas que ainda não respondem
sim a todas as promessas do Pai;
Não deixem Satanás engana-los e roubar a visão,
a santidade, a fé, o amor, nem a Palavra. Ele é um
acusador e enganador e por isso tentará por um peso sobre
nós para que andemos encurvados como aquela mulher;
CONCLUSÃO: Lance sobre a cruz de Cristo toda a sua ansiedade
que pode estar pesando sobre seus ombros (I Pe 5.7);
O QUE FAREI PARA HERDAR A VIDA ETERNA?
No Evangelho de Marcos 16.15 e 16, disse Jesus: Ide por todo
o mundo, pregai o Evangelho a toda criatura. Quem crer e for
batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.
Primeiramente precisamos considerar que a vida não se
resume quando voltamos ao pó da terra, porque temos um
espírito que é imortal e só existem dois
lugares onde passaremos a eternidade, a saber, o Paraíso
do Senhor Jesus ou o inferno com satanás e os seus espíritos
malignos.
Depois da queda no Éden pela desobediência, o homem
passou a viver sob a maldição do pecado, entregou
o paraíso que Deus lhe deu, nas mãos do inimigo,
e de dominador passou a escravo de satanás, mas o Senhor
Deus na sua infinita misericórdia, amou o
homem de tal maneira, que deu o seu único Filho a morrer
em sacrifício na cruz, para todo aquele que nele crer,
não pereça, mas tenha a vida eterna. E Cristo,
pela sua morte aniquilou na cruz aquele que tinha o império
da morte, abriu novamente a porta do Paraíso ao homem,
e o reconciliou com o Pai.
A salvação não vem por imposição,
ela é oferecida de graça, pela aspersão
do sangue do Cordeiro de Deus, e para isso, é necessário
crer no Senhor Jesus Cristo incondicionalmente, guardar os seus
mandamentos, obedecer a sua palavra, permanecer na sua verdade,
perseverar na sã doutrina que o Senhor nos deixou, para
que a morte de Cristo na cruz não seja em vão,
mas seja para nos purificar de toda obra do pecado e para salvação
de muitas almas.
No Evangelho de Cristo, Ele assegura que somente pelo arrependimento, conversão,
e pelo amor a Deus acima de todas as coisas e ao próximo
como a si mesmo, tudo isso fundamentado na fé, alcançaremos
a reconciliação com Deus e a vida eterna. Porque
pelo arrependimento virá o perdão, pelo perdão
a conversão, a conversão nos faz uma nova criatura
lavada e remida no sangue do Cordeiro, e quando nos transformamos
em uma nova criatura, receberemos o dom da fé, a qual
nos conduz a salvação, pelo socorro do Espírito
Santo de Deus. Porque pela graça sois salvos, por meio
da fé; e isso não vem de vós; é dom
de Deus (Efésios 2.8).
O perdão não é obrigatório, mas uma
dádiva do Senhor a aqueles que se arrependem, e o buscam
crendo verdadeiramente em Jesus Cristo como Senhor e Salvador
da sua vida.
O NOVO NASCIMENTO - Evangelho
de João 3.2 a 7 – Um certo príncipe judeu
chamado Nicodemos, foi ter com Jesus a noite, e disse-lhe: Rabi,
bem sabemos que és Mestre, vindo de Deus; porque ninguém
pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não for
com ele.
Respondeu-lhe Jesus: Aquele que não nascer de novo, não
pode ver o reino de Deus. Perguntou Nicodemos: Mestre como
pode um homem nascer sendo velho? Por ventura poderá entrar
novamente no ventre de sua mãe e nascer?
Então disse-lhe Jesus: Na verdade, na verdade te digo
que aquele que não nascer da água e do Espírito,
não pode entrar no reino de Deus.
O que é nascido da carne é carne, o que é nascido
do Espírito é Espírito. Não
te maravilhes de ter dito, necessário vos é nascer
de novo.
Faltava-lhe o arrependimento, a conversão, a fé,
sepultar o velho homem pecaminoso e nascer de novo pela aspersão
do sangue de Cristo.
Nicodemos entendeu a advertência do Senhor Jesus Cristo
numa visão material, perguntando-O como seria possível
um homem já formado, tornar a entrar no ventre da sua
mãe, mas o Senhor lhe falava das coisas espirituais; o
nascer da água é o arrependimento, e o nascer do
espírito a conversão, a fé para crer verdadeiramente
no sacrifício de Cristo na cruz, para remissão
dos pecados, crer na sua ressurreição para a salvação
da vida eterna. Fé suficiente para receber a Cristo como
Senhor e Salvador da sua vida, porque em nenhum outro há salvação.
II Coríntios 5.17 - Se alguém está em Cristo,
nova criatura é, as coisas velhas já se passaram,
eis que tudo se fez novo.
Agora nenhuma condenação há para os que
estão em Cristo, que não andam segundo a carne,
mas segundo o Espírito (Romanos 8.1)
Aquele que não nascer de novo, não pode ter domínio
sobre a carne e o pecado, o velho homem, pela falta de entendimento
espiritual, e pela dureza de coração, era governado
pela carne e servindo ao pecado, estava separado da comunhão
com Deus.
CRISTO, A SALVAÇÃO PARA OS PECADORES - Estando
o Senhor Jesus crucificado entre dois ladrões, um dos
malfeitores blasfemava dele dizendo: Se tu és o Cristo,
salva-te a ti mesmo e a nós. O outro o repreendeu e disse:
Nós, na verdade, com justiça, porque recebemos
o que os nossos feitos mereciam; mas este nenhum mal fez.
E disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no
teu Reino. Jesus porem lhe respondeu: Em verdade te digo que
hoje estarás comigo no Paraíso (Lucas 23.30 a 43).
O Senhor Jesus poderia ter salvado os dois pecadores, mas apenas
um recebeu o perdão dos pecados e a oferta da vida eterna.
A salvação, esta foi a recompensa que pecador
recebeu pelo seu arrependimento e conversão.
Não precisou de batismo, boas obras ou sacrifício,
ele foi salvo pela sua fé, porque creu no Senhor Jesus
Cristo como o seu único e suficiente salvador.
A palavra do Senhor na carta aos Hebreus 12.16, 17 narra que
Esaú, por um bocado de manjar, vendeu o seu direito a
primogenitura; e querendo ele ainda herdar a benção,
foi rejeitado, porque não achou lugar de arrependimento,
ainda que com lágrima o buscou.
Esaú não achou lugar para arrependimento, porque
o homem havia pecado, e foram expulsos do paraíso, e,
para que o homem na condição de pecador, não
vivesse eternamente, Deus havia colocado anjos vigiando o caminho
da árvore da vida, que é o paraíso que Cristo
ofertou ao homem que estava crucificado ao seu lado.
Hoje, sendo lavado pelo sangue do Senhor Jesus, achamos lugar
de arrependimento, porque Ele levou sobre si o pecado do mundo
inteiro (Isaias capítulo 53), abriu a porta do paraíso
e nós, sendo inimigos de Deus, fomos reconciliados pela
sua morte e, pelo seu sangue restabeleceu a paz entre Deus e
o homem.
No livro de Atos l6.25 a 31, Paulo e Silas na prisão,
oravam e cantavam hinos a Deus, e os outros presos os escutavam.
E, de repente, sobreveio um tão grande terremoto, que
os alicerces do cárcere se moveram, e logo se abriram
todas as portas,e foram soltas as prisões de todos.
Acordando o carcereiro e vendo abertas as portas da prisão,
tirou a espada e quis matar-se, cuidando que os presos já tinham
fugido. Mas Paulo clamou com grande voz, dizendo: Não
te faças nenhum mal, que todos aqui estamos. E o carcereiro
se prostrou ante Paulo e Silas, e, tirando-os para fora, disse:
Senhores, que é necessário que eu faça para
me salvar? E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo
e serás salvo, tu e a tua casa.
A palavra relata que naquele momento os apóstolos foram
tirados para fora, e na casa do carcereiro lhes pregavam a palavra
de Deus, e naquela mesma hora da noite, foram batizados, e participaram
da comunhão com Deus, e da alegria do Espírito
Santo, porque creram verdadeiramente no Senhor Jesus Cristo para
a salvação da vida eterna.
Atos 2. 37 a 39: No dia de pentecostes, a multidão, após
ouvir o discurso de Pedro, o qual cheio do Espírito Santo
anunciava a salvação aos pecadores, e ouvindo eles
isto, compungiram-se em seu coração e perguntaram
a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, varões
irmãos?
Disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja
batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos pecados,
e recebereis o dom do Espírito Santo. Porque a promessa
vos diz respeito a vós, a vossos filhos e a todos os que
estão longe: a tantos quantos Deus, nosso Senhor, chamar.
Para alcançarmos a salvação para a vida
eterna, é indispensável o arrependimento, a conversão,
a transformação de pecador, para um novo
nascimento, porque o homem por si mesmo não poderá mudar
de vida, a não ser que renuncie o pecado, creia verdadeiramente
em Cristo e abra o seu coração para receber a palavra
da cruz.
CONCLUSÃO: João14.6, disse Jesus: Eu sou o caminho,
e a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão
por mim.

Problemas? Você está confuso?
Perdido?
"
O homem, nascido de mulher, vive breve tempo, cheio de inquietação" (Jó 14:1).
Estas palavras, ditas milhares de anos atrás, expressam
o sentimento de muitos dos que vivem hoje em dia. Agora, contudo,
há uma saída: Jesus Cristo. Ele disse de
si mesmo, "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida" (João
14:6). Para tudo que é verdadeiramente bom, tanto nesta
vida como na vida vindoura, Jesus Cristo é o caminho.
Seguir a Jesus como "o caminho" significa mais do que
só louvá-lo com nossos lábios. Ele disse:
"
Por que me chamais 'Senhor, Senhor,' e não fazeis o que
vos mando?" (Lucas 6:46).
"
Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente
meus discípulos" (João 8:31).
A vida e o ensinamento de Jesus são encontrados nos primeiros
quatro livros do Novo Testamento: Mateus, Marcos, Lucas e João.
Outros livros do Novo Testamento são também o ensinamento
de Jesus, pois ele revelou-o pelo Espírito Santo, através
de homens como Pedro e Paulo. Paulo escreveu:
CONCLUSÃO: "Se alguém se considera profeta
ou espiritual, reconheça ser mandamento do Senhor o que
vos escrevo" (1 Coríntios 14:37).

Jesus, o Caminho para uma Vida Melhor
Jesus declarou o propósito de sua vinda à terra
com as seguintes palavras:
"
Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância" (João
10:10).
Jesus providencia esta vida melhor, oferecendo a solução
para os problemas que tornam a vida difícil: culpa, insatisfação
e medo. Ele não promete riqueza ou luxo, mas nos conforta
com uma mensagem de um Pai amoroso no Céu, que cuida de
seus filhos e que proverá as coisas de que eles
verdadeiramente necessitam.
"
Portanto, não vos inquieteis, dizendo 'Que comeremos?'.
. . Pois vosso Pai celestial sabe que necessitais de todas estas
coisas; buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e sua justiça,
e todas estas coisas vos serão acrescentadas" (Mateus
6:31-33).
As pessoas mais felizes no mundo são aquelas que mais
completamente se dedicam a seguir Jesus como o caminho.
CONCLUSÃO: "No qual, não vendo agora, mas
crendo, exultais com alegria indizível e cheia de glória" (1
Pedro 1:8).

Jesus, o Caminho para o Perdão dos Pecados
O pecado é uma ameaça mais séria contra
nosso bem-estar do que qualquer perigo físico, econômico
ou social, que enfrentemos. Entretanto, todos nós somos
culpados de pecado e incapazes, por nós mesmos, de remover
sua mancha. O pecado é violação da lei de
Deus e somente Deus pode perdoá-lo. Ele providenciou nosso
perdão através de Jesus.
"
No qual temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão
dos pecados, segundo a riqueza da sua graça" (Efésios
1:7).
"
Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos
pecados" (1 Pedro 2:24).
Depois de seu sacrifício por nós, Jesus explicou
como aqueles que estão perdidos no pecado podem ter a
remissão dos pecados e serem salvos.
"
Assim está escrito que o Cristo havia de padecer e ressuscitar
dentre os mortos no terceiro dia e que em seu nome se pregasse
arrependimento para remissão de pecados a todas as nações,
começando de Jerusalém" (Lucas 24:46,47).
CONCLUSÃO: "Quem crer e for batizado ser salvo" (Marcos
16:16).

Jesus, o Caminho para Deus
As pessoas perdidas necessitam mais do que perdão dos
pecados. Elas precisam de recuperação daquela íntima
união com Deus que perderam por seu pecado. Enviando Jesus
ao mundo, ""Deus estava em Cristo reconciliando consigo
o mundo" (2 Coríntios 5:19).
Jesus declarou que só se pode chegar a Deus através
dele. Ele disse:
"
Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao
Pai senão por mim" (João 14:6).
Jesus, o Caminho para Sair da Confusão Religiosa
Muitos dos que desejam seguir a Cristo são repelidos pela
multidão de igrejas e de doutrinas conflitantes ensinadas
por aqueles que professam ser cristãos. Não precisamos
fazer parte desta confusão. Jesus não a aprovou.
Em Mateus 16:18, Jesus prometeu:" "Edificarei a minha
igreja."
Lemos sobre o começo de sua igreja em Atos, capítulo
2.
"
Acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos" (Atos
2:47).
O Senhor está ainda acrescentando à sua igreja
aqueles que estão sendo salvos. Se somos salvos, estamos
em sua igreja e unidos com todos os outros que nela estão.
"
Há somente um corpo e um Espírito, como também
fostes chamados numa só esperança da vossa vocação;
há um só Senhor, uma só fé, um só batismo;
um só Deus e Pai de todos" (Efésios 4:4-6).
CONCLUSÃO: É bom para nós adorar e trabalhar
com outros indivíduos salvos, que são ligados conosco
em Cristo por estes laços da união. Mas, se ingressamos
em outro corpo (denominação), aceitamos outro senhor
(autoridade religiosa) ou aderimos a outra fé (credo),
estamos deixando a unidade pela qual Jesus orou, em João
17:20,21.

Jesus, o Caminho para o Céu
"
Aos homens está ordenado morrerem uma só vez,
vindo, depois disso, o juízo" (Hebreus 9:27).
A morte é a porta, tanto do céu como do inferno.
Morrer em Jesus é morrer no caminho para o céu.
"
Então, ouvi uma voz do céu, dizendo, Escreve: Bem-aventurados
os mortos que, desde agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito,
para que descansem das suas fádigas, pois as suas obras
os acompanham" (Apocalipse 14:13).
"
Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras [no sangue
do Cordeiro], para que lhes assista o direito à rvore
da vida, e entrem na cidade pelas portas" (Apocalipse 22:14).

Perguntas
Usando sua Bíblia, encontre as características
da igreja do Senhor, conforme reveladas nas seguintes passagens:
1. O que Jesus espera de cada pessoa que o chama "Senhor"?
(Lucas 6:46)
R: Que faça as coisas que ele diz
2. Em 1 Coríntios 14:37, Paulo afirma que as coisas que
ele escreveu são mandamentos de quem?
R:O Senhor.
3. Jesus prometeu as coisas básicas da vida para aqueles
que buscam em primeiro lugar _REINO_ de Deus e a sua justiça
(Mateus 6:33).
. R: O Reino.
4. Nós temos a redençao por meio Do sangue de
Jesus (Efésios 1:7).
R: Do sangue.
5. Jesus disse que o Arrependimento para perdão (remissão)
dos pecados fosse pregado (Lucas 24:47).
R:
Arrependimento.
6. Para ser salva, a pessoa tem que CRER e ser BATIZADA (Marcos
16:16)
R: Crer/batizada.
7. Podem Muçulmanos, Budistas ou qualquer outro chegar
até Deus sem Jesus? (João 14:6)
R: Não.
8. O Senhor acrescentava à igreja (ao grupo de discípulos)
aqueles que iam sendo Salvos. _ (Atos 2:47).
. R: Salvos.
9. Quantos batismos são válidos perante Deus? (Efésios
4:5)
R: 1
10. Bem-aventurados (felizes) são os mortos que desde
agora morrem No Senhor (Apocalipse 14:13).
R: No Senhor.

“ Sejam Santos, Porque Eu Sou Santo”
Introdução:
A. Em quase todos os lugares que visito, alguém lamenta
a falta de santidade entre
as pessoas que se dizem seguidores de Cristo.
Começamos com o fundamento – a santidade
de Deus.
I. Deus é Perfeitamente Santo.
A. Santo, santo, santo (Isaías 6:3; Apocalipse 4:8).
B. Junto com o amor (1 João 4:8), uma das qualidades principais
do caráter divino.
C. O motivo de nos tornar santos (1 Pedro 1:14-16).
II. O Significado de “Santo”.
A. Santo quer dizer “separado”.
B. Deus é separado de nós em dois sentidos:
1. Ele é o Criador, e nós, as criaturas (1 Samuel
2:2,6;
Salmo 99:1-3). A natureza de Deus é diferente e
superior à nossa. Este sentido da santidade se
manifesta no fato que Deus criou o universo do nada.
2. Ele é acima de todo pecado e maldade, e assim separado
dos homens
pecadores (Josué 24:19-20). Este sentido da santidade
se manifesta no fato
que Deus criou o homem com livre arbítrio, ou seja, com
a capacidade de
fazer escolhas morais.
C. É no segundo sentido que ele nos convida a ser santos
(1 Pedro 1:15-16). É a
santidade que serve como base da nossa obediência à vontade
de Deus.
III. Deus É Santo.
A. Deus não apenas decide o que é certo, ele é certo!
1. Exemplo: É impossível que Deus minta (Hebreus
6:18).
2. Eliú entendeu este fato (Jó 34:10).
B. “Ele ama a justiça e o direito” (Salmo
33:4-5).
1. Ele aceita os justos (Salmo 24:3-4).
2. Ele necessariamente rejeita a iniqüidade e os malfeitores
(Salmo 5:4-5;
Habacuque 1:13a).
C. Porque Deus é santo, ele usa linguagem revoltante para
descrever o pecado
(Jeremias 44:4; 2 Pedro 2:22).
IV. A Santidade de Deus É Revelada na Palavra
Dele.
A. Deus chamou os líderes rebeldes de Israel a ouvirem
a palavra para serem
purificados (Isaías 1:10,16-17).
B. As nações iam buscar a palavra do Senhor em
Sião (Isaías 2:3).
C. A desobediência de qualquer mandamento de Deus é ofensa
contra a pessoa de Deus. Pense nisso quando sente a tentação
de deixar de lado algum
mandamento dele, dizendo que “Deus não se importa
com isso”. Ele se importou
em falar. Ele se importou em mandar seu Filho para ensinar. Ele
se importou em
mandar os apóstolos para falar para o mundo.
D. Pecado é desobediência da lei divina (Salmo 51:4;
1 João 3:4). Qualquer pecado,
o menor que seja nas opiniões de homens, é traição
e ingratidão em relação ao
nosso Criador.
E. O amor de Deus exigia e exige a obediência aos mandamentos
dele (João 14:15;
Ê xodo 20:6).
V. A Santidade de Deus Revelada na Ira Dele.
A. A ira de Deus contra Israel rebelde (Isaías 5:24-25).
B. Quando Israel recusou arrepender-se, Deus se afastou do povo
(2 Reis
17:13,17b-18).
C. Samuel tinha avisado sobre o perigo do castigo de Deus (1
Samuel 12:15).
D. O mesmo princípio continua no Novo Testamento (Romanos
11:22; Hebreus
10:26-27,30-31).
E. A ira de Deus não é igual à explosão
de raiva humana. A ira de Deus é uma
característica permanente de sua natureza santa (João
3:36).
VI. Aplicações Práticas.
A. Precisamos entender melhor a gravidade do pecado. Não é brincadeira.
Não é
pequena coisa. Nunca é pecadinho. Precisamos aprender
como detestar o
pecado com o mesmo zelo que Deus demonstra (cf. Números
25:6-8,11;
Jeremias 48:10).
B. Precisamos apreciar mais o amor profundo de Deus em nos salvar
do pecado e
viver como povo grato (Tito 2:11-14; 3:4-7).
C. Precisamos levar as boas novas para as outras pessoas (Romanos
9:1-3; 10:1).
Não será feito por meio de grandes projetos, nem
por obrigação. A pessoa que
medita todos os dias na santidade de Deus, que agradece pela
graça de Deus na
sua própria vida, que aprende odiar o pecado como o Santo
Deus o detesta, vai
evangelizar sem ninguém pedir. Se você não
sente a vontade de ensinar outros, é
porque você não valoriza a santidade de Deus e não
acredita na profundidade do
pecado do homem.
Conclusão:
A. Seja santo, como ele é santo!
B. Sem a santificação, ninguém verá o
Senhor (Hebreus 12:14).

A Santificação no
Proceder e no Pensamento
Introdução:
O proceder e o pensamento.
I. A Santificação no Proceder.
A. Devemos nos tornar santos em todo o nosso procedimento (1
Pedro 1:15).
1. Deixar os procedimentos errados do passado (1 Pedro 1:14).
2. Demonstrar procedimento dignos de santos (1 Pedro 1:15).
B. “Portai-vos com temor durante o tempo da vossa peregrinação” (1
Pedro
1:17-25).
1. Avaliar tudo que fazemos no contexto da eternidade:
a. Deus julgará em justiça, segundo as obras de
cada um.
b. Somos peregrinos aqui, mas cidadãos do reino eterno.
2. Reconhecer o significado da nossa salvação em
Jesus.
a. O nosso resgate (como a nossa regeneração) não
foi feito com dinheiro
ou coisas deste mundo e sim, com o sangue do eterno Cristo (1
Pedro
1:18-21,23).
b. Fomos resgatados do “fútil procedimento” dos
nossos antepassados
(1 Pedro 1:18).
3. O nosso comportamento é resultado natural desta salvação
que recebemos
(1 Pedro 1:22).
II. O Proceder dos Peregrinos.
A. Nós cristãos somos peregrinos ou forasteiros
(1 Pedro 1:17; 2:11) porque não
somos cidadãos deste mundo.
1. Somos herdeiros de Deus (1 Pedro 1:4).
2. Somos a “nação santa, povo de propriedade
exclusiva de Deus” (1 Pedro
2:9).
3. A nossa pátria está nos céus (Filipenses
3:20).
4. Estamos no mundo, mas não somos do mundo (João
17:14-18).
B. Uma boa parte do livro de 1 Pedro fala sobre o procedimento
de cidadãos da
nação santa no meio de um mundo perverso. Considere
alguns pontos:
1. Temos o exemplo de Cristo e seu procedimento neste mundo (1
Pedro 2:21-
25).
2. Devemos demonstrar a submissão:
a. Todos nós em relação às autoridades
do governo (1 Pedro 2:13-17; cf.
Romanos 13:1-7; Atos 5:29).
b. Servos em relação ao seu senhor, mesmo se ele
for cruel (1 Pedro 2:18-
20).
c. Mulheres em relação ao seu marido, mesmo quando
ele for descrente (1
Pedro 3:1-6).
d. Homens em relação às necessidades de
sua mulher (1 Pedro 3:7).
Todos em relação aos irmãos (1
Pedro 3:8-9; 4:8-10; 1:22).
3. Devemos demonstrar a pureza (1 Pedro 4:1-3).
4. Devemos nos comportar com humildade (1 Pedro 5:5-7).
5. Devemos resistir ao diabo (1 Pedro 5:8-9).
III. Procedimento Puro Exige Pensamento Puro.
A. Uma determinação de fazer o que é certo
(1 Pedro 4:1).
B. Há um vínculo óbvio entre o pensamento
e o proceder (Efésios
2:3; Mateus 15:19).
C. É necessária uma decisão de mudar os
nossos pensamentos
(Efésios 4:17).
D. Apesar da ênfase sensual, material e terrestre da maioria
das
pessoas – até de muitos religiosos – nós
precisamos olhar para
cima e pensar nas coisas lá do alto (Colossenses 3:1-6).
Conclusão: Quer ser uma pessoa santificada – no
procedimento e no pensamento?
A. Lave o seu coração (Jeremias 4:14).
B. Leve todo pensamento cativo à obediência de Cristo
(2 Coríntios 10:5).
C. Pense nas coisas puras e justas (Filipenses 4:8).

A Santificação dos Solteiros
Introdução:
A. Quando Deus criou o homem, ele já falou que a solidão
não faria bem.
1. Ele nos criou como pessoas que precisam de pessoas.
a. Precisamos de relações familiares.
b. Precisamos de envolvimento social com outras pessoas.
c. Precisamos de relações espirituais – com
Deus e com outras pessoas.
2. Ele também nos deu desejos que são satisfeitos
numa relação especial entre
homem e mulher.
B. O casamento continua digno de honra (Hebreus 13:4)
C. Mas antes de casar, ou se não casar, como deve ser
o comportamento do servo
santificado?
I. Os Solteiros Devem Manter Sua Pureza Sexual.
A. No plano de Deus, relações sexuais são
reservadas exclusivamente ao
casamento lícito de um homem e uma mulher.
1. O leito matrimonial é puro (Hebreus 13:4).
2. O casamento – e a relação sexual do casal – é uma
resposta à dificuldade de
manter a pureza (1 Coríntios 7:2-5).
B. Deus claramente condena relações sexuais ilícitas
(fornicação, prostituição,
impureza) e atos relacionados (Gálatas 5:19).
II. Proceder e Pensamento na Batalha contra a Carne.
A. A aula anterior frisou a ligação entre o pensamento
e o proceder.
B. Para evitar atos proibidos, precisa controlar os pensamentos.
1. Jesus ilustrou esta necessidade quando falou de desejos impuros
(Mateus
5:27-30).
2. O discípulo precisa enfrentar a realidade atual – vivemos
num mundo sensual
que procura destruir as nossas defesas.
a. Atividades sensuais. Exemplos:
i. Danças.
ii. O incentivo de “ficar”.
iii. Comportamento considerado “normal” (no mundo)
para os
namorados (contato físico, beijos demorados, beijo de
língua, etc.).
iv. Envolvimento sexual que pára antes do “ato sexual”.
b. Estímulos visuais. Exemplos:
i. Pornografia, fotos, filmes, música e literatura sensuais.
ii. Roupas sensuais.
c. Pressão da sociedade. Exemplos:
i. Desejos sexuais tratados como necessidades irresistíveis.
ii. Métodos de prevenção de algumas conseqüências
são vistos como
autorização para atividade sexual.
3. Evitar pensamentos errados exige o hábito de cultivar
pensamentos bons (2
Timóteo 2:22):
a. O lado “negativo”: Fugir das paixões da
mocidade.
b. O lado “positivo”: Seguir a justiça, a
fé, o amor e a paz; invocar o Senhor
com coração puro.
Algumas Outras Sugestões Práticas para
Manter a Pureza Sexual.
A. Adote algumas regras saudáveis e rígidas no
namoro.
1. Bases das suas regras:
a. A palavra de Deus.
b. Conselho de pais.
c. Conselho de cristãos.
d. Conversa com o namorado(a).
2. Exemplos (sugestões):
a. Procurar sair em grupos ou com outros casais
cristãos, evitando tempo dos dois sozinhos.
b. Especialmente quando estão sozinhos, evitar
lugares escuros (portão de casa, cinema, carro estacionado,
etc.).
c. Sempre usar roupa decente e insistir que seu namorado(a) faça
a
mesma coisa.
d. Evitar contato físico excessivo (seja sincero sobre
o que é “excessivo”).
e. Manter todas as suas roupas no lugar certo, sua língua
dentro da boca,
e suas mãos longe das partes íntimas do corpo dele(a).
B. Aja com amor verdadeiro.
1. O sexo antes de casar traz conseqüências graves:
a. Risco de doenças.
b. Risco de gravidez.
c. Aumento de perigo de traição depois de casar.
d. Destruição de auto-estima.
e. Consciência danificada.
f. O julgamento de Deus.
2. Solteiros não fazem amor. Alguns têm relações
sexuais sujas, ilícitas,
perversas e condenadas, pois se rebelam contra Deus e prejudicam
um ao
outro.
3. Se você ama seu namorado/sua namorada, aja como cristão
e ajude aquela
pessoa especial chegar ao céu.
4. Namore de uma maneira que, se chegar a terminar, poderão
manter a
amizade com respeito e sem vergonha ou culpa.
C. Se não está namorando, encha sua vida com coisas
boas e espiritualmente
saudáveis, evitando pensamentos e atividades sensuais.
IV. Outros Aspectos da Santificação.
A. Evitar amizades que conduzem ao pecado (1 Pedro 4:2-5).
B. Evitar atividades e hábitos que corrompem seus princípios
morais. Exemplos:
1. Bebidas e outras drogas (Provérbios 20:1; 23:31).
2. A desonestidade (Efésios 4:25).
3. Atitudes erradas em relação aos pais (Efésios
6:1-2).
4. Materialismo (1 Timóteo 6:8-10).
C. Cultivar a sua espiritualidade (1 Timóteo 4:11-16).
D. Aprender servir aos outros (Romanos 12:10-16). Na transição
de criança a adulto,
precisa mudar o centro de atenção de si mesmo para
Deus e para outros.
E. Buscar em primeiro lugar o reino de Deus (Mateus 6:33; Eclesiastes
12:1,13-14).
Conclusão:
A. “Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade...” (Eclesiastes
12:1).
B. “...porque isto é o dever de todo homem” (Eclesiastes
12:13-14).

A Santificação dos Casados
Introdução:
A. O casamento.
1. Por um lado, é a primeira relação humana,
e uma que já sobreviveu milhares
de anos de história humana.
2. Por outro lado, o casamento está sob ataque constante:
a. Tentativas de diminuir sua santidade – movimentos a
favor do
casamento de homossexuais, etc.
b. Tentativas de diminuir a sua importância – tendências
de muitos a
viverem amigados sem casar.
c. Tentativas de negar a sua permanência – aceitação
geral do divórcio por
qualquer motivo.
B. No meio a tanta corrupção do plano de Deus,
os discípulos casados precisam
lutar para manter casamentos conforme o plano de Deus.
I. O Plano de Deus para o Casamento.
A. Deus definiu o casamento quando criou o primeiro casal (Gênesis
2:24):
1. Deixa pai e mãe – uma decisão de entrar
num novo relacionamento.
2. Une-se a sua mulher – um compromisso assumido entre
os dois.
3. Tornando-se os dois uma só carne – a intimidade
conjugal, uma relação
especial e exclusiva.
B. Apesar dos abusos tolerados durante milhares de anos, Jesus
afirmou os
mesmos princípios como base da sua legislação
sobre o casamento (Mateus
19:4-6; cf. Marcos 10:6-8).
C. Paulo frisou o caráter monógomo do casamento
(1 Coríntios 7:2).
D. A lei conjugal vigora até a morte de um dos cônjuges;
o viúvo fica livre para casar
de novo (Romanos 7:1-3; 1 Coríntios 7:39; 1 Timóteo
5:14; Mateus 22:30).
E. Em geral, o divórcio é proibido, e segundo casamento
após o divórcio é descrito
como adultério (Lucas 16:18; Marcos 10:11-12; 1 Coríntios
7:10-11).
F. Em casos de desobediência aos princípios da santidade
do casamento, Deus se
mostra rígido:
1. Se alguém se divorciar (pecando contra Deus), deve
reconciliar-se ou ficar só
(1 Coríntios 7:11).
2. Se um descrente abandonar seu cônjuge cristão,
este pode deixá-lo sair,
mas Deus não autoriza segundo casamento nestes casos (1
Coríntios 7:15).
3. A única situação em que o Senhor autoriza
divórcio e segundo casamento é
por causa de relações sexuais ilícitas (Mateus
19:9; cf. 5:32).
II. Os Casados Enfrentam Desafios e Ameaças de
Falsas Doutrinas.
A. Ameaças doutrinárias – abrindo brechas
na lei de Deus. Há muitas maneiras que
pastores e teólogos procuram amenizar as exigências
do Senhor, dando abertura
para pessoas manterem seus casamentos ílicitos. Exemplos
de alguns dos
argumentos mais comuns:
1. O casamento abençoado é o casamento de crentes.
a. Com este argumento, procuram negar a validade de núpcias
contraídas
antes de se converter.
b. Alguns inventam distinções artificiais (evangelho
X doutrina, por
exemplo) para dizer que uma mensagem aplica aos descrentes, e
outra
aos cristãos.
Problemas com esta abordagem:
i. A Bíblia nem usa a expressão “casamento
abençoado”.
ii. O casamento vem antes da Lei de Moisés, antes do Evangelho
de
Jesus e antes da igreja. Nunca foi subordinado a alguma instituição
religiosa.
iii. Se for a verdade, todo casamento feito antes da conversão
dos
cônjuges, mesmo se for um casamento puro e feliz, teria
quer ser
condenado como “não abençoado”.
iv. Na prática, esta abordagem é aplicada seletivamente
para oferecer
uma saída de alguns casamentos ou para justificar pessoas
que
querem manter casamentos ilícitos. O capricho dos homens
derruba
a palavra de Deus.
v. O evangelho de Jesus é universal (Romanos 1:16).
vi. Deus exige o arrependimento de todos (Atos 17:30).
vii. Alguns na igreja de Corinto eram adúlteros antes
de se converter (1
Coríntios 6:9-11). Adultério envolve uma violação
do pacto do
casamento. Se eram adúlteros, estavam sujeitos à lei
conjugal antes
de se tornarem cristãos.
viii. Não há nenhuma instrução nem
exemplo no NT invalidando
casamentos simplesmente por serem feitos antes da conversão
das
pessoas.
2. “As coisas antigas já passaram; eis que se fizeram
novas” (2 Coríntios
5:17).
a. Este versículo é usado para dizer que a pessoa
num casamento ilícito
(conforme as claras afirmações de Jesus, Paulo,
etc.) pode manter
aquela relação depois de se converter, pois as
coisas antigas se fizeram
novas. Ou que a pessoa separada pode esquecer do primeiro
casamento e achar um companheiro mais adequado. Dizem,
basicamente, que o batismo purifica e livra o homem de todas
as
esposas anteriores e santifica a relação com a
atual.
b. Problemas com esta abordagem:
i. O contexto fala claramente de relações espirituais
com Cristo, e
pessoas tiram um versículo do contexto para justificar
relações
carnais de casamentos ilícitos.
ii. Não devemos usar uma afirmação geral
para negar o significado de
instruções específicas. É a mesma
coisa de usar João 3:36 (“quem
crê no Filho tem a vida eterna”) ou João 10:28
(“Eu lhes dou a
vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da
minha mão”) para negar as muitas passagens que falam
especificamente da possibilidade de retroceder e perder a vida
eterna (1 Coríntios 9:27; 10:6,11-12; Gálatas 5:4;
Hebreus 10:26-27;
etc.).
iii. Na prática, este argumento é usado conforme
o capricho das
pessoas para justificar casamentos “bons” que querem
manter, mas
ainda procuram outras brechas para sair dos casamentos
problemáticos.
B. O Problema de Igrejas que Seguem a Sociedade.
1. Estes e outros problemas doutrinários vêm de
uma tendência maior de
adaptar a mensagem da igreja para se adequar aos padrões
da sociedade.
2. O divórcio se tornou muito mais comum nas últimas
duas gerações, e igrejas,
em geral, têm modificado sua mensagem para não condenar
o que a
sociedade aprova.
C. Seremos comformados à sociedade ou transformados pela
renovação das nossas
mentes conforme a vontade de Deus? (Romanos 12:1-2).
Os Casados Enfrentam Desafios Egoístas e Morais.
A. A raiz de alguns dos problemas que serão citados agora é o
egoísmo e a ênfase
exagerada na auto-realização.
1. Na sociedade moderna, a felicidade própria tomou o
lugar de serviço e dever.
2. A primeira questão para muitos não é a
vontade de Deus (amar a Deus –
Mateus 22:37), nem o bem-estar dos outros (amar ao próximo – Mateus
22:39), e sim a própria vontade e felicidade (“mais
amigos dos prazeres
que amigos de Deus” – 2 Timóteo 3:4).
B. Algumas conseqüências do egoísmo no casamento.
1. Vidas separadas sob o mesmo teto.
a. Muitos casais mantêm suas vidas separadas, vivendo juntos
numa
relação de conveniência, e não de
amor e serviço mútuo.
b. Freqüentemente, o problema começa com homens que
não se envolvem
com a esposa e com os filhos. Muitas vezes leva as mulheres a
buscar
preenchimento fora – numa carreira, em atividades sociais,
em
amizades, em salas de bate-papo na Internet, ou até em
casos
adúlteros.
c. Os servos de Deus devem viver “a vida comum do lar” – habitar
em
união (1 Pedro 3:7).
2. Amizades perigosas.
a. Solteiros mantêm amizades com pessoas de ambos os sexos.
b. Casados precisam priorizar a relação com o cônjuge.
i. Quem é seu melhor amigo (humano)?
ii. Perigo de priorizar amizades com os colegas.
iii. Perigo maior de manter amizades com pessoas do sexo oposto.
c. Sugestão prática: Cultivar amizades de casais
com casais, dando
preferência aos casais cristãos.
3. Serviço ao senhor errado.
a. Não pode servir dois senhores (Mateus 6:24).
b. Muitos casais se entregam à busca pela prosperidade,
e perdem tudo
que tem valor.
i. A posição socio-econômica se torna o alvo
principal da vida.
ii. Carreira e prosperidade acima de Deus, acima do cônjuge,
acima
dos filhos, acima dos próximos.
iii. Presentes no lugar da presença.
iv. E no final, terão o quê? Uma casa bonita e um
saldo alto na conta
bancária, sem ninguém com quem dividir esta “alegria”?
4. A sensualidade e o adultério.
a. Solteiros que não aprendem controlar e negar seus impulsos
sexuais
freqüentemente se tornam casados que não controlam
seus impulsos
sexuais.
b. O que mudou?
i. Antes de casar, era proibido ter relações sexuais
com todas as
pessoas do mundo. Depois de casar, é proibido ter relações
sexuais
com todas as pessoas do mundo, menos uma.
ii. Antes de casar, era proibido olhar para outros com desejo
impuro
(Mateus 5:28). Depois de casar, continua sendo proibido.
c. Mas as pressões são grandes.
i. Na televisão, em filmes, na locadora, nas bancas e
na Internet, a
sensualidade se apresenta constantemente, tentando destruir as
defesas de homens que têm obrigação de controlar
e negar desejos
naturais.
ii. No mundo, no serviço e na rua, o adultério
se apresenta como algo
comum e praticamente normal.
d. Sugestões práticas:
i. Aprender a cortar pensamentos errados no início, mudando
para
coisas boas e puras.
ii. Procurar a satisfação dos desejos normais em
casa, e não negar as
necessidades do seu cônjuge (Hebreus 13:4; 1 Coríntios
7:3-5a).
iii. Não usar o pecado de outros (nem as falhas do seu
cônjuge) para
justificar seus erros.
iv. Precisamos dizer “não” ao adultério!
III. Uma Perspectiva Positiva.
A. Para ter vidas e casamentos felizes, devemos desenvolver a
mentalidade de
servos.
1. Jesus enfatizou o princípio de serviço (Mateus
20:26-28).
2. Paulo frisou a mesma responsabilidade:
a. Servos da justiça para a santificação
(Romanos 6:18-19)
b. Servir ao Senhor (Romanos 12:11).
c. Servir aos outros (Romanos 12:10,13).
d. Servir à família (Efésios 5:21,22,25,28,33;
6:1,4).
B. O foco do casal deve ser o serviço aos outros.
1. Não concentrar no espelho do egoísmo.
2. Não focalizar principalmente a relação
dos dois.
3. Um do lado do outro, olhando para as oportunidades para servir
aos outros.
Conclusão: Para ser santificado no casamento:
A. Entender e aceitar a vontade de Deus para o casamento.
B. Rejeitar as falsas doutrinas que desrespeitam a palavra de
Deus.
C. Reconhecer e resistir as tentações no mundo.
D. Aprender como servir a Deus e aos outros.

A Santificação Espiritual
Introdução:
Ao mesmo tempo, não podemos esquecer da ênfase bíblica
na santificação
espiritual.
C. Pessoas de bons princípios morais ainda podem ser perdidas eternamente.
D. Paulo enfatiza a importância da pureza espiritual em 2 Coríntios
6:14 - 7:1.
1. Citações da impureza espiritual da época do AT.
2. Purificação da impureza da carne e do espírito (7:1).
E. Nesta aula, vamos dar ênfase à santificação espiritual.
I. O Exemplo dos Patriarcas.
A. Abraão foi chamado dalém do Eufrates. Os antepassados
dos judeus serviam aos
í
dolos (Josué 24:15). Mas Abraão se dedicou ao Senhor,
e se tornou um grande
exemplo de fé.
B. Quando Jacó (Israel) voltou para Canaã e quis
se aproximar de Deus em Betel
(Casa de Deus), ele mandou seus familiares a lançar fora
seus ídolos (Gênesis
35:1-4).
II. A Separação (Santificação)
do Povo de Israel.
A. Deus castigou os povos e mandou que fossem
eliminados da terra, para não corromperem os
israelitas (Deuteronômio 7:1-6). Assim ele queria
manter um povo santo.
B. O povo falhou em não expulsar totalmente as
nações, e Deus as deixou como adversários
e
laçõs (Juízes 2:2-3,20-23).
C. O povo de Deus foi corrompido pela influência
destes povos pagãos (Juízes 3:4-6).
D. 700 anos depois da conquista da terra, Deus
destruiu o reino de Israel (Samaria) por causa da
rebeldia e impureza espiritual (2 Reis 17:7-8,15-18).
E. Passando mais 135 anos, ele usou a Babilônia
para castigar o reino de Judá pelo mesmo motivo
(Jeremias 22:7-9).
III. O Exemplo de Jesus.
A. Quando Jesus veio ao mundo, ele não encontrou os israelitas
praticando a
idolatria como antes. Aprenderam esta lição do
cativeiro.
B. Mas ele encontrou um outro problema entre os judeus – divisões
religiosas por
causa das doutrinas e tradições humanas.
1. Fariseus.
2. Saduceus.
3. Herodianos.
4. Essênios.
5. Outros.
C. O que Jesus fez?
1. Ele condenou as tradições humanas que contradiziam
a palavra de Deus
(Mateus 15:1-9).
2. Ele não se juntou a qualquer das “denominações” dos
judeus.
3. Ele disse que as plantas que não foram plantadas por
Deus seriam
arrancadas (Mateus 15:13; cf. as palavras de João Batista
em Mateus 3:10).
IV. O Ensinamento dos Apóstolos.
A. Os primeiros cristãos seguiam a doutrina dos apóstolos
(Atos 2:42), que era o
evangelho de Cristo (Mateus 28:18-19; Hebreus 2:3).
B. Os apóstolos ensinaram os outros a seguirem sua mensagem
e seu exemplo (1
Coríntios 4:16; 11:1; 2 Tessalonicenses 2:15).
C. Relataram estes ensinamentos por escrito para guiar gerações
futuras (2 Pedro
1:12-15).
D. Avisaram sobre o perigo de aceitar outras doutrinas (Gálatas
1:8-9) ou de não
andar conforme a palavra revelada (2 Tessalonicenses 1:8; 3:6,14).
V. A Nossa Santificação Espiritual.
A. Existem muitas denominações com suas próprias
doutrinas e
tradições humanas. Se alguém participar
de uma delas, seria
imitador de Cristo? de Paulo?
B. O grande desafio de ser seguidores de Cristo – nada
mais e
nada menos (1 Coríntios 1:10-13).
C. A necessidade prática de examinar tudo e rejeitar qualquer
doutrina ou prática que não vem de Deus.
1. Do céu ou dos homens? (Mateus 21:25)
2. Reter o que é bom e se abster de toda forma de mal
(1 Tessalonicenses
5:21-22).
D. O perigo de ultrapassar a palavra de Cristo (1 Coríntios
4:6; 2 João 9).
Conclusão: A. Temos a coragem de nos purificar de toda
impureza do espírito?
B. Amamos a Deus de todo o coração, toda a alma
e todo o entendimento? (Mateus
22:37-38).
C. Se amarmos a Jesus, guardaremos a palavra dele (João
14:15,23).

Uma Igreja Santificada
Introdução:
A. Por definição, a igreja é um grupo de
pessoas santificadas.
B. A santificação dos discípulos foi uma
das coisas que Jesus priorizou na sua
oração sacerdotal (João 17:14-21).
C. Mas a realidade de muitas igrejas hoje é outra. Muitas
têm mais parceria com o
mundo do que com Deus.
D. Vamos considerar a importância e o desafio da santidade
de uma igreja.
I. Uma Igreja Santificada: Implicações
Individuais e Coletivas.
A. A igreja é composta de pessoas, pedras que vivem (1
Pedro 2:5).
B. A figura do templo ou santuário é usada no NT
em dois sentidos:
1. A igreja coletivamente (1 Coríntios 3:16-17).
2. O cristão individualmente (1 Coríntios 6:19-20).
C. Nos dois sentidos, devemos vigiar para manter a pureza do
templo.
II. Uma Igreja Santificada: Separada do Mundo.
A. Especialmente com o crescimento do Reino em regiões
dominadas pelos gentios,
o desafio de manter a santificação do povo de Deus
ficou muito evidente.
B. Paulo falou sobre vários aspectos desta dificuldade
quando escreveu aos
coríntios:
1. Dissensões carnais (1 Coríntios 1:11; 3:3).
2. A influência da filosofia humana (1 Coríntios
1:18-25; 2:6).
3. A imoralidade (1 Coríntios 5:1; 6:12-20).
4. Brigas sobre coisas materiais (1 Coríntios 6:1-8).
5. A idolatria (1 Coríntios 10:19-22).
6. A discriminação social no contexto de uma observação
espiritual (1 Coríntios
11:20-22).
7. A exaltação de dons miraculosos acima do amor
(1 Coríntios 12:31-13:8).
8. Desordem no culto, incluindo a falta de submissão das
mulheres na igreja (1
Coríntios 14:33-34,40).
9. Dúvidas sobre fatos fundamentais, como a ressurreição
dos mortos (1
Coríntios 15:1-19).
C. Outros autores falaram de problemas semelhantes (cf. 1 Pedro
4:1-5).
D. Ao longo da história, a situação geral
não melhorou.
1. A oficialização do “cristianismo” pelo
Império Romano popularizou e diluiu
suas características distintas, prejudicando a noção
da santidade da igreja.
2. O sincretismo (a fusão de sistemas e doutrinas religiosas
diferentes)
praticado pela igreja Católica no período de conquistas
de diversas colônias
levou a outras modificações em termos de doutrina
e prática.
3. A aceitação de muitas igrejas protestantes pela
sociedade tem o mesmo
efeito – uma tendência de assimilar práticas
e normas da sociedade,
minimizando a distinção entre o puro e o imundo.
4. A tendência marcante dos séculos recentes de
enfatizar o segundo
mandamento acima do primeiro (Mateus 22:36-39) tem transformado
muitas
igrejas em instituições sociais e mundanas, tirando
quase toda a sua
natureza espiritual e celestial.
E. Apesar destas pressões sociais, a igreja do Senhor é um
organismo espiritual que
precisa lutar para manter a sua santidade.
Uma Igreja Santificada Não Segue as Tendências Religiosas
Humanas.
A. Os israelitas precipitaram em pedir um rei por um motivo errado – queriam
imitar
as outras nações (1 Samuel 8:5).
B. Muitos dos movimentos religiosos da história são
resultados da mesma mania – a
vontade de imitar outras igrejas. Alguns defendem os princípios
de movimentos
religiosos ao invés de buscar e defender a vontade de
Deus. Exemplos:
1. A reforma protestante.
2. “Nossas igrejas”, “nossa tradição”, “nosso
ministério”, etc.
C. Jesus não seguia as tradições humanas
da sua época, e nós não devemos seguilas
hoje (Marcos 7:6-9).
IV. Uma Igreja Santificada Não Segue as Tradições
Mundanas e Materialistas.
A. Um dos erros mais graves dos últimos séculos é o
desvio dos olhos dos fiéis do
céu e da eternidade para uma preocupação
materialista.
B. Jesus chamou as pessoas a esquecerem das coisas materiais
para investirem na
vida eterna (Mateus 6:19-21,24-34).
C. Paulo disse que devemos buscar as coisas lá do alto,
não as que são da terra
(Colossenses 3:1-4). Ele igualou a avareza e a idolatria (Colossenses
3:5-6).
D. Ele pregou o contentamento e condenou a busca da riqueza (1
Timóteo 6:5-10).
E. Mas a mensagem dominante em muitas igrejas hoje é totalmente
oposta a estes
princípios. Pastores incentivam as pessoas a pensar nas
coisas materiais e
buscar a prosperidade., não que a prosperidade não
seja Dom de DEUS mas primeiro devemos cumprir o que a palavra
diz no Evangelho do Apostolo Mateus cap 6 vers 33 e o restante
será acrecentado; Será que Deus mandou Jesus derramar
seu sangue para
comprar carros importados, jóias e mansões?
F. A questão não é ter ou não ter. É uma
questão de buscar ou não buscar, de estar
contente ou discontente, de desejar isto ou aquilo, de trabalhar
por esta comida
ou por aquela (João 6:27). O que é que buscamos
em primeiro lugar?
V. Uma Igreja Santificada Serve a Deus Conforme a Vontade Dele.
A. Na organização, no trabalho e no louvor, a igreja
deve sempre buscar e seguir a
vontade de Deus (Colossenses 3:17).
B. A igreja é a casa de Deus (1 Timóteo 3:15) e
deve ser sujeita ao chefe da casa!
C. Uzá morreu porque os israelitas não buscaram
o Senhor segundo fora ordenado
(1 Crônicas 15:13).
D. Pessoas hoje que ousam ultrapassar a doutrina de Cristo perdem
a sua
comunhão com Deus (2 João 9).
VI. Uma Igreja Santificada Remove o Pecado do Meio.
A. A igreja é composta de pessoas. Quando tiro pecado
da minha vida, estou tirando
pecado da igreja, também.
B. Quando uma pessoa recusa tirar o pecado de sua própria
vida (depois das
devidas tentativas dos irmãos), a igreja deve remover
a pessoa e não se associar
mais com ela (Mateus 18:15-17; 1 Coríntios 5:1-13; 2 Tessalonicenses
3:6,14-15).
C. Devemos lembrar do perigo do velho fermento (1 Coríntios
5:7).
Conclusão: “Cristo amou a igreja e a si mesmo se
entregou por ela para que a
santificasse...para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa,...santa
e sem
defeito” (Efésios 5:25-27).

Deus Fala a Jó
Desafio de Deus a Jó (38:1 - 40:5)
I. Deus interroga Jó a respeito da natureza inanimada
(38:1-38)
A. Jó tinha expressado freqüentemente o desejo de
falar com Deus e seu anseio é satisfeito, mas a "discussão" não é exatamente
o que Jó imaginava que seria!
B. Deus interroga Jó a respeito de seu (de Jó)
conhecimento da criação (vs. 4-7).
1. Obviamente, a maioria das perguntas feitas pelo Todo-Poderoso
são de natureza primorosa.
2. "Estrelas da alva" no versículo 7 parece
ser um sinônimo para os filhos de Deus.
C. Ele interroga Jó sobre a origem e o conteúdo
do mar (vs. 8-11).
2. Há poucas coisas tão poderosas como o mar, e
ainda Deus afirma que ele traça os seus limites.
D. Deus pergunta se Jó é responsável pela
aurora de um novo dia (vs. 12-15).
1. Deus retrata a terra como um vestuário cujas bordas
são agarradas pela aurora e os ímpios são
sacudidos dele (v. 13).
2. Pelos fatos de que a luz da aurora "quebra o braço" dos ímpios
e que Deus é responsável pela luz da manhã,
parece provável que Deus esteja afirmando sua justiça
moral, um assunto que Jó tinha questionado (v. 15).
E. A Jó é perguntado se ele tinha algum conhecimento
das profundezas da terra; se tiver, ele é encorajado a "dizê-lo" (vs.
16-18).
F. Deus quer saber o que Jó conhece sobre as moradas da
luz e das trevas (vs. 19-21).
1. Luz e trevas são personificadas. Conhece Jó o
caminho para suas moradas?
2. De um modo agudo, Deus sugere que talvez Jó saiba isso
porque ele é muito velho (i. e., presente na criação,
quando a luz e as trevas foram criadas).
G. Deus ainda interroga Jó sobre os elementos (vs. 22-30).
1. Ele quer saber se Jó inspecionou os tesouros de Deus
da neve e do granizo. Observe que há novamente referência à justiça
moral de Deus no propósito da neve e do granizo (vs. 22-23;
veja Josué 10:11).
2. Deus divide a luz em suas resplendentes cores no arco-íris,
mas Jó sabe como isso é feito (v. 24)?
3. Deus propõe mais perguntas a respeito dos fenômenos
naturais o que também serve para ressaltar que o cuidado
de Deus se estende além da humanidade (vs. 25-27).
4. Usando a figura de um nascimento, Deus pergunta a Jó sobre
a origem da chuva, do orvalho, do frio que congela e do gelo
(vs. 28-30).
H. Voltando sua atenção para os corpos celestes,
Deus pergunta a Jó se ele pode organizá-los e comandá-los
(vs. 31-33).
I. Deus questiona se os elementos corresponderão aos comandos
de Jó (vs. 34-38).
1. Naturalmente, o Senhor sabe que Jó não pode
comandar os elementos da natureza. Suas perguntas são
destinadas a ressaltar o conhecimento limitado de Jó e
o comando do mundo em volta dele.
2. Se Jó não entende nem mesmo estes fenômenos
naturais do mundo, como pode ele esperar entender as obras de
Deus na área da justiça? Jó não pode
comandar a natureza nem os corpos celestes; por que ele tem a
presunção de questionar a justiça ou o poder
daquele que criou estas coisas e continua a dominá-las?
II. Deus interroga Jó a respeito do reino animal (38:39
- 39:30).
A. Voltando sua atenção para a natureza animada,
Deus pergunta a Jó se ele pode fornecer comida para o
leão e para o corvo (vs. 39-40). No caso do leão,
pode ser que Deus esteja se referindo àquela coisa maravilhosa
que os animais possuem, isto é, instinto.
B. Deus inquire Jó a respeito dos hábitos de nascimento
da cabra selvagem e das cervas (39:1-4).
C. Deus questiona se Jó é responsável por
dar ao jumento selvagem seu desejo de liberdade (vs. 5-8). "Jó cuida
dele na terra árida?"
D. A seguir Jó é interrogado com respeito ao boi
selvagem (vs. 9-12).
1. A tremenda força do boi selvagem é o ponto importante.
2. Pode Jó conter este animal a ponto de usá-lo
para fins domésticos, tais como arar ou colher?
E. Deus chama a atenção de Jó para o avestruz
(vs. 13-18).
1. Jó não é perguntado nesta parte. Em vez
disso, parece que o propósito de Deus é impressionar
Jó com a diversidade da natureza quando ele descreve o
avestruz.
2. O avestruz é uma pobre mãe por comparação
e no entanto Deus lhe deu uma tão impressionante velocidade
(algumas vezes 70 quilômetros por hora) que ela pode facilmente
correr mais do que um cavalo com seu cavaleiro.
F. Resumindo o interrogatório a Jó, Deus lhe pergunta
que papel ele desempenhou na feitura do magnífico animal
que é o cavalo (vs. 19-25).
1. A impetuosidade e a coragem de um cavalo de guerra são
bem descritas.
2. Pode Jó reivindicar ter produzido um tão belo
espécime de força?
G. Deus questiona se Jó é responsável pelos
admiráveis feitos do falcão e da águia (vs.
26-30).
1. É pela inteligência de Jó que o falcão
voa sem tanto esforço?
2. Jó ensinou a águia a fazer seu ninho na segurança
das alturas? É ele responsável pela incrível
visão dela, permitindo-lhe distinguir a presa no chão
enquando paira alto acima da terra?
III. O desafio de Deus e a resposta de Jó (40:1-5)
A. A Jó agora é perguntado se ele ainda deseja
contender com Deus e dar-lhe instruções (vs. 1-2).
1. Não é por acaso que Deus é descrito como
o Todo-Poderoso!
2. Se Jó desejar continuar, ele tem que responder às
perguntas que Deus tinha acabado de fazer, o que é, obviamente,
um feito impossível.
CONCLUSÃO: Jó entende o ponto do Senhor. Ele tinha
ficado impressionado com sua própria insignificância à luz
da grandeza de Deus, e promete ficar calado (vs. 3-5).
Deus Fala a Jó
Desafio de Deus a Jó (40:6 - 42:6)
I. Deus desafia Jó a demonstrar seu poder (40:6-14)
A. Ainda que Jó tenha indicado sua intenção
de permanecer calado, Deus não terminou de ensiná-lo
e assim ele começa um segundo discurso do mesmo modo com
que o primeiro foi começado (v. 7; veja 38:3).
B. Deus pergunta a Jó se ele desafiaria a justiça
de Deus (v. 8).
1. Jó na verdade questionou a justiça de Deus e
tinha virtualmente sugerido que ele próprio era mais justo
do que Deus, afirmando sua própria justiça antes
que a de Deus.
2. Este era o motivo pelo qual Eliú estava zangado com
Jó (32:2).
C. Deus pergunta a Jó se ele é tão poderoso
como Deus (vs. 9-14).
1. Se for, ele é encorajado a mostrar sua força
executando julgamento dos ímpios.
2. Se Jó pode fazer isto, Deus confessará a grandeza
de Jó.
II. Deus descreve duas criaturas magníficas e poderosas(40:15
- 41:34)
A. Enquanto este discurso de Deus não consiste muito de
perguntas como foi o primeiro, Jó ainda está sendo
evidentemente desafiado.
B. O Senhor apresenta duas criaturas (40:15-24; 41:1-34) para
demonstrar a fraqueza do homem em comparação com
o resto da criação.
C. A primeira questão a ser tratada é se as criaturas
descritas são animais ou alusão a mitos.
1. Enquanto algumas das descrições de fato parecem
ser hiperbólicas (exageradas) (por exemplo, 41:18-21),
o contexto parece indicar animais reais.
2. Se o motivo pelo qual o Senhor está mencionando estas
criaturas é considerado, parece improvável que
ele se voltasse para criaturas míticas.
a. Por que Jó se impressionaria com a força de
Deus se ele (Jó) não pode medir forças com
criaturas míticas?
b. Não há bestas na criação de Deus
que poderiam ser citadas como mais poderosas do que o homem e
que menosprezam a capacidade do homem?
3. Em resumo, se estas criaturas fossem míticas, certamente
ficará enfraquecido o argumento que Deus está fazendo
nestes capítulos.
D. Concedendo que animais reais estão sendo descritos,
que animais são eles? A dificuldade está em identificá-los.
1. O primeiro (40:15) é literalmente "behemah," uma
palavra que significa qualquer grande quadrúpede. Parece
ser uma palavra que tem o significado geral de besta. A edição
Revista e Atualizada traduz esta palavra hebraica como "hipopótamo",
refletindo a suposição do tradutor quanto à identidade
desta "besta." Outra sugestão é que o "behemah" seja
o elefante.
a. O "behemah" é uma criatura herbívora
muito forte, uma das maiores e mais poderosas criaturas que Deus
fez (40:15-20). Esta besta foi feita "junto com"Jó;
contudo, Jó não pode dominá-la (vs. 15,
24).
b. Há vários pormenores na descrição
desta besta que não se ajustam bem ao hipopótamo.
c. É possível que a palavra se refira a um dos
maiores dinossauros que viveram sobre a terra. As objeções
mais populares a esta sugestão são que "o
homem e os dinossauros não viveram no mesmo tempo" ou "os
dinossauros não viveram realmente sobre a terra."
(1) A evidência de que os dinossauros percorreram a terra
em algum tempo parece-me bem forte.
(2) A idéia de que dinossauros precederam o homem por
milhões de anos é um princípio da teoria
geral da evolução que não deveria ser reconhecido
sem um exame da evidência e as consequências desta
doutrina.
2. O segundo (41:1) é literalmente "livyathan",
uma palavra que não identifica claramente qualquer animal
em particular. De novo, a edição Revista e Atualizada
se aventurou a cogitar sobre a identidade desta besta, traduzindo "crocodilo".
Outras sugestões para o "livyathan" incluem
a baleia e o golfinho.
a. O "livyathan", como o "behemah", é evidentemente
uma criatura muito feroz e poderosa, uma que o homem não
conseguiu domesticar (41:1-34). É dada a Jó uma
vista panorâmica do "livyathan", uma descrição
que ressalta que ele é inabordável (vs. 12-34).
b. Resumindo seu método de interrogatório, Deus
pergunta a Jó se ele sujeitou o "livyathan" (vs.
1-8). Se Jó é incapaz de dominar o "livyathan",
como pode ele enfrentar Deus (vs. 9-11)?
E. O ponto da descrição destas duas criaturas é este:
se Jó não pode nem se comparar em força
com a criação de Deus, como pode ele esperar contender
com o próprio Deus?
III. A resposta de Jó (42:1-6)
A. Jó compreende a mensagem do Senhor (vs. 1-3).
1. Ele confessa a onipotência de Deus (v. 2).
2. Ele também percebe que falou em áreas em que
ele não tinha conhecimento ou entendimento das obras de
Deus (v. 3).
B. Jó se arrepende (vs. 4-6).
1. O Senhor sugeriu que Jó tem que responder-lhe (38:3;
40:7) e agora Jó solicita a oportunidade para que Deus
o ouça (v. 4)
CONCLUSÃO: Conquanto depois do primeiro discurso Jó tenha
decidido ficar calado, ele agora se adianta expressando arrependimento
por ter questionado Deus (vs. 5-6).
Deus Fala a Jó
FINAL (42:7-17)
I. A restauração dos três amigos (42:7-10a)
A. Os três amigos são repreendidos (v. 7).
1. O Senhor se dirige a Elifaz, evidentemente o mais velho dos
três, como representante do grupo. Observe que no debate
com Jó, Elifaz foi o primeiro dos amigos a falar.
2. Os amigos não tinham "dito de Deus o que era reto".
Jó é justificado como tendo dito o que era reto.
a. O Senhor não está falando de tudo o que Jó tinha
dito porque é evidente que Jó às vezes falou
irrefletidamente.
b. É possível que o Senhor esteja referindo-se
ao princípio da doutrina dos amigos: o sofrimento é sempre
enviado por Deus como uma consequência direta do pecado
e na medida do nosso pecado. Conquanto Jó possa ter mantido
este ponto de vista em algum momento, no curso da discussão
com os amigos ele negou esta afirmação.
c. É também possível que o Senhor esteja
se referindo especialmente à declaração
de arrependimento de Jó em 42:1-6.
3. Observe os seguintes pontos salientes nas palavras do Senhor:
a. O Senhor menciona a "justiça" de Jó duas
vezes (vs. 7b, 8b).
b. Em contraste com a opinião dos amigos que Jó era
um grande pecador, o Senhor descreve Jó como seu servo
nada menos do que quatro vezes em dois versículos (vs.
7-8).
B. Elifaz é informado das exigências para a restauração
(41:8-10).
1. Faz-se necessário oferecer sete bois e sete carneiros
como oferendas queimadas e buscar a Jó para que ele ore
a Deus em favor deles.
2. Examine a estipulação de Deus à luz do
comentário de Elifaz com respeito a Jó em 22:29-30.
3. O versículo 10 indica que Jó na verdade orou
por seus amigos, um tributo ao seu caráter em vista de
suas vigorosas críticas para com Jó.
II. Restauração da propriedade de Jó (41:10b-17)
A. Depois de sua oração pelos amigos, Jó tem
sua prosperidade material restaurada (vs. 10, 12).
1. A Jó, de fato, é dado o dobro do que ele possuia
antes de suas provações.
2. A linguagem do texto sugere uma acumulação gradual
de animais pela reprodução normal e frutífera.
B. Jó goza de novo do conforto da família e dos
amigos (42:11, 13).
1. Evidentemente, aqueles que tinham-no desertado anteriormente,
agora vêm e buscam confortar Jó, trazendo-lhe presentes.
2. Ele também tem filhos, sete homens e três mulheres,
justo o que ele tinha antes de suas perdas no começo do
livro.
CONCLUSÃO: A restauração da saúde
de Jó não é afirmada especificamente, mas
o número de anos que ele vive depois de sua aflição
implicitamente diz isso (vs. 16-17). (JÓ VIVEU NO SEU
TOTAL + - 200 ANOS DEUS RESTITUI POR COMPLETO A VIDA DE QUEM
E FIEL).

Como Jesus Venceu a Tentação
Na luta do cristão contra o diabo, o principal campo de
batalha é a tentação. O discípulo
precisa vencer o inimigo superando as tentações.
Não estamos sós, contudo. Jesus tornou-se um homem,
foi tentado como somos, obteve a vitória, assim mostrando
como nós podemos triunfar sobre Satanás (note Hebreus
2:17-18; 4:15). É essencial, portanto, que analisemos
cuidadosamente de que forma Jesus venceu.
Embora Jesus foi tentado várias vezes, ele enfrentou um
teste especialmente severo logo depois que foi batizado. Lucas
recorda este evento (Lucas 4:1-13), mas seguiremos a história
conforme Mateus a conta: "A seguir, foi Jesus levado pelo
Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo. E, depois
de jejuar quarenta dias e quarenta noites, teve fome" (Mateus
4:1-2). Pelo fato que foi o Espírito que levou Jesus para
o deserto mostra que Deus pretendia que Jesus fosse totalmente
humano e sofresse tentação. Note estas três
tentativas de Satanás para seduzir Jesus.
Primeira Tentação
A afirmação do diabo: "Se és o Filho
de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães" (4:3).
O diabo é um mestre das coisas aparentemente lógicas.
Jesus estava faminto; ele tinha poder para transformar as pedras
em pão. O diabo simplesmente sugeriu que ele tirasse vantagem
de seu privilégio especial para prover sua necessidade
imediata.
As questões: Era verdade que Jesus necessitava de alimento
para sobreviver. Mas a questão era como ele o obteria.
Lembre-se de que foi Deus quem o conduziu a um deserto sem alimento.
O diabo aconselhou Jesus a agir independentemente e encontrar
seus próprios meios para suprir sua necessidade. Confiará ele
em Deus ou se alimentará a seu próprio modo?
A resposta de Jesus: "Está escrito: Não só de
pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede
da boca de Deus" (4:4). Em cada teste, Jesus se voltava
para as Escrituras, usando um meio que nós também
podemos empregar para superar a tentação. A passagem
que ele citou foi a mais adequada naquela situação.
No contexto, os israelitas tinham aprendido durante seus 40 anos
no deserto que eles deveriam esperar e confiar no Senhor para
conseguir alimento, e não tentar conceber seus próprios
esquemas para se sustentarem.
Lições: 1. O diabo ataca as nossas fraquezas. Ele
não se acanha em provar nossas áreas mais
vulneráveis. Depois de jejuar 40 dias, Jesus estava faminto.
Daí, a tentação de fazer alimento de uma
maneira não autorizada. Satanás escolhe justamente
aquela tentação à qual somos mais vulneráveis,
no momento. De fato, as tentações são freqüentemente
ligadas a sofrimento ou desejos físicos.
2. A tentação parece razoável. O errado
freqüentemente parece certo. Um homem "tem que comer" .
Muitas pessoas sentem que necessidades pessoais as isentam da
responsabilidade de obedecer às leis de Deus.
3. Precisamos confiar em Deus. Jesus precisava de alimento, sim.
Porém,
mais do que isso, precisava fazer a vontade do Pai. É sempre certo fazer
o certo e sempre errado fazer o errado. Deus proverá o que ele achar
melhor; meu dever é obedecer-lhe. É melhor morrer de fome do
que desagradar ao Senhor.
Segunda Tentação
A afirmação do diabo: "Então, o diabo o levou à Cidade
Santa, colocou-o sobre o pináculo do templo e lhe disse: Se és
filho de Deus, atira-te abaixo, porque está escrito: Aos seus anjos
ordenará a teu respeito que te guardem; e: Eles te sustentarão
nas suas mãos, para não tropeçares nalguma pedra" (4:5-6).
Jesus tinha replicado à tentação anterior dizendo que
confiava em cada palavra do Senhor. Aqui Satanás está dizendo: "Bem,
se confia tanto em Deus, então experimenta-o. Verifica o sistema e vê se
ele realmente cuidará de ti." E ele confirmou a tentação
com um trecho das Escrituras.
As questões: A questão é: Jesus confiará sem experimentar?
Desde que Deus prometeu preservá-lo do perigo, é certo criar
um perigo, só para ver se Deus realmente fará como disse?
A resposta de Jesus: "Também está escrito: Não tentarás
o Senhor, teu Deus" (4:7). A confiança verdadeira aceita a palavra
de Deus e não necessita testá-la.
Lições: 1. O diabo cita a Escritura; ele põe como isca
no seu anzol os versículos da Bíblia. Pessoas freqüentemente
aceitam qualquer ensinamento, se está acompanhado por um bocado de versículos.
Mas cuidado! O mesmo diabo que pode disfarçar-se como um anjo celestial
(2 Coríntios 11:13-15) pode, certamente, deturpar as Escrituras para
seus próprios propósitos. O diabo fez três enganos: Primeiro,
não tomou todas as Escrituras. Jesus replicou com: "Também
está escrito". A verdade é a soma de tudo o que Deus diz;
por isso precisamos estudar todos os ensinamentos das Escrituras a respeito
de um determinado assunto para conhecer verdadeiramente a vontade de Deus.
Segundo, ele tomou a passagem fora do contexto. O Salmo 91, no contexto, conforta
o homem que confia e depende do Senhor; ao homem que sente necessidade de testar
o Senhor nada é prometido aqui. Terceiro, Satanás usou uma passagem
figurada literalmente. No contexto, o ponto não era uma proteção
física, mas uma espiritual.
2. Satanás é versátil. Jesus venceu em uma área,
então o diabo se mudou para outra. Temos que estar sempre em guarda
(1 Pedro 5:8).
3. A confiança não experimenta, não continua pondo condições
ao nosso serviço a Deus, e não continua exigindo mais prova.
Em vista da abundante evidência que Deus apresentou, é perverso
pedir a Deus para fazer algo mais para dar prova de si.
Terceira Tentação
A afirmação do diabo: "Levou-o ainda o diabo a um monte
muito alto, mostrou- lhe todos os reinos do mundo e a glória deles e
lhe disse: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares" (4:8-9). Que
tentação! O diabo deslumbrava com a torturante possibilidade
de reinar sobre todos os reinos do mundo.
As questões: A questão aqui não era tanto a de Jesus tornar-se
um rei (Deus já lhe tinha prometido isso Salmo 2:7-9; Gênesis
49:10), mas de como e quando. O Senhor prometeu o reinado ao Filho depois de
seu sofrimento (Hebreus 2:9). O diabo ofereceu um atalho: a coroa sem a cruz.
Era um compromisso. Ele poderia governar todos os reinos do mundo e entregá-los
ao Pai. Mas, no processo, o reino se tornaria impuro. Então as questões
são: Como Jesus se tornaria rei? Você pode usar um meio errado
e, no fim, conseguir fazer o bem?
A resposta de Jesus: "Retira-te Satanás, porque está escrito:
Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a ele darás culto"(4:10).
Nada é bom se é errado, se viola as Escrituras.
Lições: 1. Satanás paga o que for necessário. O
diabo ofereceu tudo para "comprar" Jesus. Se houver um preço
pelo qual você desobedecerá a Deus, pode esperar que o diabo virá pagá-lo.
(Leia Mateus 16:26).
2. O diabo oferece atalhos. Ele oferece o mais fácil, o mais decisivo
caminho ao poder e à vitória. Jesus recusou o atalho; Ele ganharia
os reinos pelo modo que o Pai tinha determinado. Hoje Satanás tenta
as igrejas a usar atalhos para ganhar poder e converter pessoas. O caminho
de Deus é converter ensinando o evangelho (Romanos 1:16). Exatamente
como ele tentou Jesus para corromper sua missão e ganhar poder através
de meios carnais, assim ele tenta nestes dias.
3. O diabo oferece compromissos por bons propósitos. Ele testa a profundeza
de nossa pureza. Ele nos tenta a usar erradamente as Escrituras para apoiar
um bom ponto ou dizer uma mentira de modo a atingir um bom resultado. Nunca é certo
fazer o que é errado.
Conclusão
Nesta batalha entre os dois leões (1 Pedro 5:8; Apocalipse 5:5), Jesus
ganhou uma vitória decisiva. E ele fez isso do mesmo modo que nós
temos que fazer. Confiou em Deus (1 João 5:4; Efésios 6:16).
Usou as Escrituras (1 João 2:14; Colossenses 3:16). Resistiu ao diabo
(Tiago 4:7; 1 Pedro 5:9). O ponto crucial é este: Jesus nunca fez o
que ele sabia que não era certo. Que Deus nos ajude a seguir seus passos
(1 Pedro 2:21).

Isaías 53:4-5 fala de curas físicas ou espirituais?
Num trecho que destaca o sofrimento do Servo do Senhor,
encontramos esta profecia: “Certamente, ele tomou sobre si as nossas
enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o
reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas
ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído
pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava
sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados” (Isaías
53:4-5).
Para entender o significado de textos bíblicos, devemos
começar com o próprio conteúdo e contexto
e, depois, considerar outras passagens que esclarecem o sentido.
Estes versículos falam do sofrimento de Jesus quando veio
ao mundo para nos salvar. Ele foi oprimido, castigado e morto.
Este trecho fala principalmente do sacrifício que Jesus
fez pelos pecados dos homens: “Quando der ele a sua alma
como oferta pelo pecado...” (53:10); “...o meu Servo,
o Justo, com o seu conhecimento, justificará a muitos,
porque as iniqüidades deles levará sobre si” (53:11); “...contudo,
levou sobre si o pecado de muitos e pelos transgressores intercedeu” (53:12).
As citações deste trecho no Novo Testamento claramente
apoiam este entendimento, pois Isaías 52:13-53:12 é freqüentemente
citado para falar sobre o trabalho redentor de Cristo (cf. Romanos
10:16; 15:21; João 12:38; 1 Pedro 2:22-25; Atos 8:32-33;
Lucas 22:37; etc.) Pelas pisaduras de Jesus, fomos sarados – recebemos
a solução ao nosso principal problema – o
pecado, que traz a morte espiritual, a separação
de Deus.
No sentido de que o sofrimento entrou no mundo por causa do pecado
(Gênesis 3:17-19), e até a morte física se
tornou uma conseqüência secundária da transgressão
do homem (1 Coríntios 15:21-22), Jesus dará uma
vitória total sobre a dor desta vida. Mateus 8:16-17 usa
as curas físicas realizadas por Jesus como evidências
do seu papel como o verdadeiro Messias e Salvador. Jesus curava
as enfermidades físicas para mostrar um sinal da sua capacidade
de curar a nossa doença espiritual: “Ora, para que
saibais que o Filho do Homem tem sobre a terra autoridade para
perdoar pecados – disse ao paralítico: Eu te mando:
Levanta-te, toma o teu leito e vai para tua casa” (Marcos
2:10-11). Seria errado colocar a cura física acima da
missão principal de Jesus.
CONCLUSÃO: Isaías 53:4-5 não é só uma
promessa de cura para todas as enfermidades físicas dos
fiéis., É muito mais do que isso! É uma
promessa da cura do nosso principal problema – o pecado.

PORQUE PESSOAS NÃO SÃO CURADAS
I- INTRODUÇÃO
A vontade de Deus é curar todas as pessoas, curar sempre,
todas as enfermidades. A vontade de Deus é curar hoje.
O diabo é que é o causador das doenças (João
10: 10).
Jesus sofreu na cruz para em tudo ser o nosso substituto. Jesus
levou os nossos pecados para em troca nós obtermos a salvação;
levou as nossas enfermidades e dores para em troca nos dar saúde.
Jesus já pagou pelas nossas enfermidades e dores.
Salmo 103: 3 - Ele é quem perdoa todas as tuas iniquidades;
quem sara todas as tuas enfermidades.
Isaías 53: 4, 5 - Certamente Ele tomou sobre si as nossas
dores, e as nossas dores levou sobre si; ... e pelas Suas pisaduras
fomos sarados.
2- PEDEM EM VEZ DE RECEBER
Jesus já nos curou. Já pagou pela cura à 2000
anos atrás. Mui-tas pessoas choram, pedem a Deus, oram
todos os dias, na tentativa de impressionarem a Deus, de convencer
a Deus a responder-lhes mas, Deus já se convenceu, já se
emocinou, já se comoveu há 2.000 anos atrás.
Jesus já comprou a nossa salvação e Cura
divina. Portanto, se Jesus já pagou, então nós
agora não temos que pedir, APENAS RECEBER.
Porquê que algumas pessoas não são curadas?
Porque, em vez de receber passam a vida a pedir.
Há pessoas que telefonam aos amigos e pastores a pedirem
para que eles orem todos os dias. Quando eles pararem de pedir
e começarem a receber, apartir daí eles vão
ser curados.
3- QUEREM VER-SE CURADOS PRIMEIRO PARA ACREDITAREM DEPOIS
Fé é precisamente o contrário. Fé diz
que nós temos que acreditar que estamos curados sem nos
vermos curados. Fé é acreditar primeiro e ver depois.
O Tomé era um dos discípulos mais chegados de Jesus
Cristo. Andou 3 anos com Jesus; comia com Jesus; dormia ao lado
de Jesus; viu milagres ... no entanto, Jesus disse que ele tinha
fé zero. Porquê?
Porque quando disseram que Jesus tinha ressuscitado conforme
ele tinha prometido, ele não acreditou, e Tomé disse: "eu
só acredito se eu vir, só acredito se eu apalpar".
Hoje, há muitos cristãos que são verdadeiros
tomés. Porquê? Porque dizem: " eu só acredito
que estou curado se vir o relatório do médico,
só acredito que estou curado se me sen-tir completamente
bem". Ora são tomés, porque só querem
acreditar depois de ver. Mas verdadeira Fé é acreditar
primeiro que já está curado, e depois um dia vai
ver-se curado.
João 20: 25 - Disseram-lhe então os outros discípulos:
vimos o Senhor. Mas ele respondeu: Se eu não vir nas suas
mãos o sinal dos cravos, e ali não puser o meu
dedo, e não puser a minha mão no seu lado, de modo
algum acreditarei.
COMCLUSÃO: SE NÃO VIREM A CURA INSTANTÂNEA,
PENSAM QUE DEUS NÃO RESPONDEU.
Muitas pessoas pensam que se Deus curar, tem que ser instantâneo,
mas isso, é um grande erro. Há curas instantâneas
e curas progressivas. Se por acaso a cura for instantânea,
chama-se um milagre.
Normalmente, a cura é progressiva, porque tudo no Reino
de Deus é a semelhança do que se passa com o agricultor.
Quando ele pega numa semente e lança ao solo, ele tem
que dar tempo à semente para crescer (Marcos 4:26).

DEUS QUER CURAR TODAS AS PESSOAS
Acima de tudo, é preciso saber que é da vontade
de Deus curar todas as pessoas.
Romanos 2:11 « Porque, para com Deus não há acepção
de pessoas ».
Deus não faz diferença entre pessoas. Se Deus pode
curar uma pessoa, Ele pode curar todas. Deus ama toda a gente
de igual modo. A Bíblia afirma que Deus ama a Jesus com
a mesma intensidade com que o ama a si e a mim.
A Palavra de Deus diz que é da vontade de Deus curar hoje.
Hebreus 13:8 « Jesus Cristo é o mesmo ontem, e hoje
e eternamente ».
Quando uma pessoa diz que Jesus não cura hoje, essa pessoa
não está a falar do Jesus verdadeiro, porque Jesus
não muda.
Como é que Ele era ontem? Ele curava os enfermos! Quando
lemos os evangelhos, vemos que Jesus curava sempre. Era da vontade
de Deus curar sempre. Se ele curava ontem, ele cura hoje. Jesus é o
mesmo. Ele nunca muda.
DEUS QUER CURAR SEMPRE
Deus cura sempre - só que não é como você pensa,
como você quer, nem como você acha. É como
Deus quer. Se você fizer tudo como Deus quer, Ele irá curá-lo.
A grande questão está em saber receber a cura divina.
Fé é acreditar que recebe hoje a sua cura. Se você pensar
que Deus vai curá-lo amanhã ou talvez, um dia,
você bem pode morrer à espera, sem receber a cura
de Deus.
Muitas pessoas, têm uma fé falsa e esperam vir a
ser curadas um dia ... talvez, e nunca pensam que a cura delas é para
hoje - para agora!
DEUS CURA COM A SUA PALAVRA
Como é que Deus cura? Deus cura com palavras. Eu sei que
isto para si, pode não fazer sentido. Mas, a nossa lógica
não vale nada, comparada com a sabedoria de Deus. Deus é muito
mais sábio que nós.
Salmo 107:20 « Enviou a sua Palavra e os sarou».
Vou contar-lhe um segredo: Todo o reino de Deus funciona de acordo
com um princípio que é: Semear primeiro para colher
depois.
Tudo neste mundo funciona de acordo com este princípio.
Os nossos próprios filhos nascem de uma semente depositada
pelo pai no ventre da esposa. As árvores nascem de sementes.
As nossas palavras são sementes. Aquilo que nós
falamos é o que vamos colher. Se falarmos negativo, vamos
colher ervas daninhas. Se falarmos positivo (que é falarmos
de acordo com a Palavra de Deus ), vamos colher o que Deus promete
na Sua Palavra.
A PALAVRA SEMEADA NO CORAÇÃO
Agora preste atenção: a maneira de Deus curar é em
primeiro lugar por semearmaos a Palavra de Deus, todos os dias
no nosso coração. Depois essa Palavra vai crescer
e vai trazer saúde total para toda a nossa vida.
Segundo a nossa maneira de ver, pela lógica, é impossível
percebermos esta verdade. Não conseguimos entender como é que
isso pode acontecer. Temos a mania de querer entender tudo. Mas,
temos que deixar as coisas com Deus.
O segredo é este: quando a Palavra de Deus é semeada
no nosso coração, e nós acreditamos nela,
então a Palavra vai produzir cura. A Palavra de Deus sempre
produz aquilo que éla diz.
HÁ DUAS FORMAS DE DEUS CURAR
a) Cura Instantânea - a isto chama-se um milagre.
b) Cura Progressiva - a isto chama-se cura divina.
Milagre é quando Deus opera instantâneamente. Nós
não pdoemos provocar milagres. Só Deus é que
decide quando é que vai fazer milagres.
Se um lavrador semear ervilhas, ele não vai ter as ervilhas
de repente. Demoram algum tempo a nascer, não é?
Se nascessem instantâneamente isso seria um milagre.
Certo dia, numa das nossas igrejas, aconteceram vários
milagres e eu quero contar-vos um: havia um homem que ouvia a
Palavra. Não podia mover um dos braços e uma perna
e também não falava. E, no próprio lugar
onde estava sentado, o Senhor operou um milagre e ele foi curado
instantâneamente. Mas nem tudo é cura instantânea
(milagre ).
O método mais usado por Deus é o da cura progressiva,
quando você aprende a receber.
ACREDITE NAS PROMESSAS DE DEUS
Para receber a cura divina é muito fácil! Você deve
ouvir a Palavra de Deus e acreditar nela de coração.
Depois, quando um pastor ou qualquer outra pessoa de Deus orar
por si, você tem de acreditar que o poder de Deus, que é o
poder do Alto, vai entrar dentro de si. Nesse momento, Deus planta
dentro de si uma semente de cura divina. Você não
precisa de se sentir curado, nem de ver nada, nem de sentir coisa
nenhuma. O segredo está em você acreditar que recebeu
a sua cura.
Fé é acreditar que já está curado,
quando ainda não se sente curado.
Fé é acreditar que já está curado,
quando ainda não se vê curado.
Andar pela fé é acreditar nas promessas de Deus.
Depois de curado, já não é preciso ter fé porque
já está curado, não é verdade? Mas,
se você precisar de ser curado tem de andar pela fé,
não por aquilo que vê, nem pelo que sente, mas sim
pelo que crê. Isto é, acreditar nas promessas da
Palavra de Deus.
Não se deve olhar para os sintomas, mas sim pôr
os olhos nas promessas de Deus. Não se deve olhar para
aquilo que se sente no momento. Isso é que é ter
fé.
Durante todo esse tempo, você tem que crer que já está curado
e que a cura está a crescer dentro de si.
Exemplo: Um agricultor pega numa semente e planta-a no solo.
Normalmente, enterra-a dois ou três dedos abaixo do solo.
O solo deve estar já preparado e adubado, livre de ervas
daninhas. Quando a semente é plantada, o agricultor sabe
que ela está lá. Mas ainda não se vê nada.
No entanto, o agricultor tem confiança de que a semente é de
boa qualidade, assim como o solo é adequado para fazê-la
brotar e crescer.
Agora eu pergunto: será que o agricultor vai constantemente
esgravatar o solo para verificar se a semente está a crescer?
Sabemos que não, porque agindo assim iria provocar a morte
da semente. Você não acharia uma tolice se ele fizesse
isso?
É
tal e qual o que acontece com cura divina. Quando um pastor ou
alguém imposer as mãos sobre si, para você receber
a cura das enfermidades, você tem de ter fé nas
promessas de Deus e acreditar que Deus cura sempre.
1º Lugar: Você tem de ter fé nas promessas
de Deus e acreditar que Deus cura sempre.
2º Lugar: Você tem de receber a cura como se alguém
lançasse uma semente dentro de si.
Pode acontecer que você não se veja curado numa
hora, numa semana, num mês, mas isso não importa.
Você tem de acreditar que dntro de si está uma semente
de cura divina.
É
mais importante você saber como é que Deus cura,
do que andar a pedir oração aqui e ali, a este
e aquele pastor.
Receber cura divina é a coisa mais simples deste mundo
- é só receber.
Quando você aprende a receber cura divina, aprende a receber
todas as outras coisas, tais como: um emprego, um bom salário,
mais isto e mais aquilo, etc. Quando você aprender a receber
de Deus, não vai mais permitir que o diabo lhe roube o
que é seu.
I João 5: 14-15 « Se pedirmos alguma coisa segundo
a sua vontade, Ele nos ouve. E sesabemos que nos ouve em tudo
o que pedimos, sabemos que alcançamos as petições
que lhe fizermos ».
Jã vimos que é da vontade de Deus curar todas as
pessoas, e que também é da sua vontade curar todas
as enfermidades. Depois de receber a sua cura, você precisa
regar essa semente. Como? Louvando e agradecendo a Deus todos
os dias pela sua cura.
Fé é acreditar que semente está lá mesmo
sem ver.
Fé é acreditar que foi curado, mesmo sem sentir.
Enquanto espera pela manifestação da cura, louve
a Deus todos os dias. Deste modo, você estará a
regar a semente de cura, para que ela cresça.
Se você começar a olhar para a doença e para
os sintomas, em vez de olhar para Jesus e para a sua Palavra,
o diabo virá e roubar-lhe-á a semente.
Mas nós nunca vamos deixar o diabo roubar a nossa cura,
porque já aprendemos o segredo.
COMO CONSERVAR A SUA CURA DEPOIS DE A RECEBER
Quando Deus lhe dá uma coisa é para sempre. Você só precisa
guardá-la. Deus cura sempre. Agora vou dizer uma coisa
para aquelas pessoas que já foram curadas por Deus. Preste
bem atenção. É possível o diabo vir
e colocar-lhe de novo a doença. Sabe porquê? Porque
ele é um ladrão e veio para roubar a nosa saúde.
Quando uma doença tenta entrar em si, é o diabo
a procurar roubar a sua saúde.
Porque é que algumas pessoas perdem a cura? Por três
motivos:
1º) Não se firmam na Palavra de Deus
Eu conheço pessoas que foram curadas, sem a menor sombra
de dúvida. Em alguns casos até clinicamente comprovados.
E passadas algumas semanas, às vezes meses, o diabo bate à porta
com sintomas e elas perdem a Cura. Ficam doentes outra vez. Sabe
porquê? Porque elas não se firmam na Palavra de
Deus e só vinham à igreja e a Deus quando precisavam
de cura. Não tinham a Palavra de Deus para poder resistir
ao diabo.
2º) Puseram a sua fé no pastor que orou por elas
e não em Jesus e na Sua Palavra.
É
o caso daqueles que só querem determinados pastores a
orarem. Se não forem esses pastores a orar por eles não
acreditam que vão receber a cura.
É
um perigo pôr a fé nas pessoas e não em Jesus.
Não se deve pôr os olhos nas pessoas. Os nossos
olhos e a nossa fé devem estar sempre só em Jesus,
na Palavra.
3º) Abriram as portas ao diabo andando em guerrinhas, discussões,
não perdoando, falando mal uns dos outros.
Algumas pessoas, embora sabendo que não se deve andar
por caminhos de idolatria e de feitiçaria, entregaram-se
a essas práticas - dando lugar ao diabo - e perderam a
sua cura.
Outros perderam a cura porque se envolveram em guerrinhas, discussões,
não perdoando, falando mal uns dos outros.
O que fazer então? Depois de você estar absolutamente
curado, o que é que deve fazer se os sintomas voltarem?
Resista ao diabo.
Recordo-me de uma pessoa que foi curada de cancro, sem sombra
de dúvidas. Essa pessoa tinha poucos meses de vida. Foi
dispensada do trabalho e dada como incapacitada. E Deus curou-a
de uma forma maravilhosa. Ficou completamente curada ( faz anos
que isto aconteceu ).
Passados dois ou três anos, o diabo trouxe-lhe os sintomas
de volta, e ela sentiu-se outra vez doente. Mas, glória
a Deus, ela sabia esta lição que lhe estou a ensinar
e disse: « Estes sintomas são mentirosos. É o
diabo que está a tentar pôr novamente a doença
em mim. é o diabo que está a tentar roubar-me a
saúde ».
Então esta pessoa resistiu ao diabo e ele acabou por ir
embora com os sintomas e tudo! Aleluia!
É
isto que você deve fazer se o diabo lhe tentar colocar
algum sintoma de doença. Resista ao diabo que ele fugirá de
si.
Você não acredita que tem de resistir à tentação
do pecado? Se não resistir vai pecar, não é assim?
Do mesmo modo, você tem de resistir às doenças.
Não aceite as doenças! RESISTA!
Uma pessoa só peca se quiser. É uma atitude do
coração. Ora é a mesma coisa em relação às
doenças. Você tem de resistir.
Tiago 4:7 « Sujeitai-vos pois a Deus, resisti ao diabo
e ele fugirá de vós ».
1º) Você tem de se submeter a Deus
2º) Você tem de resistir ao diabo ( não é Deus
que tem de resistir por si )
CONCLUSÃO: Aprenda esta lição: Quando uma
pessoa é bébé em Cristo ( novo na fé ),
pode choramingar a Deus que ele vai logo responder-lhe. Porque
um bébé quando choraminga, a mãe dá-lhe
logo o biberon, não é? Mas quando já somos
mais velhos na fé ( e o diabo começa a rondar a
nossa vida, a nossa saúde, ou os nossos negócios
) não é Deus quem o vai mandar embora. Nós é que
temos de fazer isso.

A Igreja
" Pois também eu te digo que tu és Pedro
e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do
inferno não prevalecerão contra ela”(Mt 16.18)
A palavra grega (igreja), literalmente, refere-se à reunião
de um povo, por convocação ; No NT, o termo designa
principalmente o conjunto do povo de Deus em Cristo, que se reúne
como cidadãos do reino de Deus (Ef 2.19), com o propósito
de adorar a Deus. A palavra “igreja”pode referir-se
a uma igreja local (Mt 18.17; At 15.4) ou à igreja no
sentido universal (16.18; At 20.28; Ef 2.21, 22).
(1) A igreja é apresentada como o povo de Deus (1Co 1.2;
10.32; 1Pe 2.4-10), o agrupamento dos crentes redimidos como
fruto da morte de Cristo (1Pe .18,19). É um povo peregrino
que já não pertence a esta terra (Hb 13.12-14),
cujo primeiro dever é viver e cultivar uma comunhão
real e pessoal com Deus (1Pe 2.5; ver Hb 11.6 nota).
(2) A igreja foi chamada para deixar o mundo e ingressar no reino
de Deus. A separação do mundo é parte inerente
da natureza da igreja e a recompensa disso é ter o Senhor
por Deus e Pai (2Co 6.16-18).
(3) A igreja é o templo de Deus e do Espírito Santo
(1Co 3.16; 2Co 6.14-7.1; Ef 2.11-22; 1Pe 2.4-10). Este fato,
no tocante à igreja, requer dela separação
da iniqüidade e da imoralidade.
(4) A igreja é o corpo de Cristo (1Co 6.15,16; 10.16,17;
12.12-27). Isto indica que não pode existir igreja verdadeira
sem união vital dos seus membros com Cristo. A cabeça
do corpo é Cristo (Cl 1.18; Ef 1.22; 4.15; 5.23).
(5) A igreja é a noiva de Cristo (2Co 11.2; Ef 5.23-27;
Ap 19.7-9). Este conceito nupcial enfatiza tanto a lealdade,
devoção e fidelidade da igreja a Cristo, quanto
o amor de Cristo à sua igreja e sua comunhão com
ela.
(6) A igreja é uma comunhão espiritual (2Co 13.14;
Fp 2.1). Isto inclui a habitação nela do Espírito
Santo (Lc 11.13; Jo 7.37-39; 20.22), a unidade do Espírito
(Ef 4.4) e o batismo com o Espírito (At 1.5; 2.4; 8.14-17;
10.44; 19.1-7). Esta comunhão deve ser uma demonstração
visível do mútuo amor e cuidado entre os irmãos
(Jo 13.34,35).
(7) A igreja é um ministério espiritual. Ela ministra
por meio de dons outorgados pelo Espírito Santo (Rm 12.6;
1Co 1.7; 12.4-11, 20-31; Ef 4.11).
(8) A igreja é um exército engajado num conflito
espiritual, batalhando com a espada e o poder do Espírito
(Ef 6.17). Seu combate é espiritual, contra Satanás
e o pecado. O Espírito que está na igreja e a enche, é qual
guerreiro manejando a Palavra viva de Deus, libertando as pessoas
do domínio de Satanás e anulando todos os poderes
das trevas (At 26.18; Hb 4.12; Ap 1.16; 2.16; 19.15, 21).
(9) A igreja é a coluna e o fundamento da verdade (1Tm
3.15), funcionando, assim, como o alicerce que sustenta uma construção.
A igreja deve sustentar a verdade e conservá-la íntegra,
defendendo-a contra os deturpadores e os falsos mestres (Fp 1.17;
Jd 3).
(10) A igreja é um povo possuidor de uma esperança
futura. Esta esperança tem por centro a volta de Cristo
para buscar o seu povo (Jo 14.3; 1Tm 6.14; 2Tm 4.8; Tt 2.13;
Hb 9.28).
(11) A igreja é tanto invisível como visível.
(a) A igreja invisível é o conjunto dos crentes
verdadeiros, unidos por sua fé viva em Cristo. (b) A igreja
visível consiste de congregações locais,
compostas de crentes vencedores e fiéis (Ap 22.11, 17,
26), bem como de crentes professos, porém falsos (Ap 2.2); “caídos”(Ap
2.5); espiritualmente "mortos”(Ap 3.1); e “mornos”(Ap
3.16; Mt 13.24; At 12.5).

Pastores e Seus Deveres
“
Olhai, pois, por vós e por todo o rebanho sobre que o Espírito
Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou
com seu próprio sangue.”(At 20.28)
Nenhuma igreja poderá funcionar sem dirigentes para dela cuidar. Logo,
conforme 14.23, a congregação local, cheia do Espírito,
buscando a direção de Deus em oração e jejum, elegiam
certos irmãos para o cargo de presbítero ou bispo de acordo com
as qualificações espirituais estabelecidas pelo Espírito
Santo em 1Tm 3.1-7; Tt 1.5-9. Na realidade é o Espírito que constitui
o dirigente de igreja. O discurso de Paulo diante dos presbíteros de Éfeso
(20.17-35) é um trecho básico quanto a princípios bíblicos
sobre o exercício do ministério de pastor de uma igreja local.
Propagando a Fé
(1) Um dos deveres principais do dirigente é alimentar as ovelhas mediante
o ensino da Palavra de Deus. Ele deve ter sempre em mente que o rebanho que
lhe foi entregue é a congregação de Deus, que Ele comprou
para si com o sangue precioso do seu Filho amado (cf. 20.28; 1Co 6.20; 1Pe
1.18,19; Ap 5.9). (2) Em 20.19-27, Paulo descreve de que maneira serviu como
pastor da igreja de Éfeso; tornou patente toda a vontade de Deus, advertindo
e ensinando fielmente os cristãos efésios (20.27). Daí,
ele poder exclamar: “estou limpo do sangue de todos”(20.26; ver
nota). Os pastores de nossos dias também devem instruir suas igrejas
em todo o desígnio de Deus. Que “pregues a palavra, instes a tempo
e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e
doutrina”(2Tm 4.2) e nunca ministrar para agradar os ouvintes, dizendo
apenas aquilo que estes desejam ouvir (2Tm 4.3).
Guardando a Fé
Além de alimentar o rebanho de Deus, o verdadeiro pastor deve diligentemente
resguardá-lo de seus inimigos. Paulo sabe que no futuro Satanás
levantará falsos mestres dentro da própria igreja, e, também,
falsários vindos de fora, infiltrar-se-ão e atingirão
o rebanho com doutrinas antibíblicas, conceitos mundanos e idéias
pagãs e humanistas. Os ensinos e a influência destes dois tipos
de elementos arruinarão a fé bíblica do povo de Deus.
Paulo os chama de “lobos cruéis”, indicando que são
fortes, difíceis de subjugar, insaciáveis e perigosos (ver 20.29
nota; cf. Mt 10.16). Tais indivíduos desviarão as pessoas dos
ensinos de Cristo e os atrairão a si mesmos e ao seu evangelho distorcido.
O apelo veemente de Paulo (20.28-31) impõe uma solene obrigação
sobre todos os obreiros da igreja, no sentido de defendê-la e opôr-se
aos que distorcem a revelação original e fundamental da fé,
segundo o NT.
(1) A igreja verdadeira consiste somente daqueles que, pela graça de
Deus e pela comunhão do Espírito Santo, são fiéis
ao Senhor Jesus Cristo e à Palavra de Deus. Por isso, é de grande
importância na preservação da pureza da igreja de Deus
que os seus pastores mantenham a disciplina corretiva com amor (Ef 4.15), e
reprovem com firmeza (2Tm 4.1-4; Tt 1.9-11) quem na igreja fale coisas perversas
contrárias à Palavra de Deus e ao testemunho apostólico
(20.30).
(2) Líderes eclesiásticos, pastores de igrejas locais e dirigentes
administrativos da obra devem lembrar-se de que o Senhor Jesus os têm
como responsáveis pelo sangue de todos os que estão sob seus
cuidados (20.26,27; cf. Ez 3.20,21). Se o dirigente deixar de ensinar e pôr
em prática todo o conselho de Deus para a igreja (20.27), principalmente
quanto à vigilância sobre o rebanho (20.28), não estará “limpo
do sangue de todos”(20.26; Ez 34.1-10). Deus o terá por culpado
do sangue dos que se perderem, por ter ele deixado de proteger o rebanho contra
os falsificadores da Palavra (2Tm 1.14; Ap 2.2).
(3) É altamente importante que os responsáveis pela direção
da igreja mantenham a ordem quanto a assuntos teológicos doutrinários
e morais na mesma. A pureza da doutrina bíblica e de vida cristã deve
ser zelosamente mantida nas faculdades evangélicas, institutos bíblicos,
seminários, editoras e demais segmentos administrativos da igreja (2Tm
1.13,14).
(4) A questão principal aqui é nossa atitude para com as Escrituras
divinamente inspiradas, que Paulo chama a “palavra da sua graça”(20.32).
Falsos mestres, pastores e líderes tentarão enfraquecer a autoridade
da Bíblia através de seus ensinos corrompidos e princípios
antibíblicos. Ao rejeitarem a autoridade absoluta da Palavra de Deus,
negam que a Bíblia é verdadeira e fidedigna em tudo que ela ensina
(20.28-31; Gl 1.6; 1Tm 4.1; 2Tm 3.8). A bem da igreja de Deus, tais pessoas
devem ser excluídas da comunhão (2Jo 9-11; ver Gl 1.9).
(5) A igreja que perde o zelo ardente do Espírito Santo pela sua pureza
(20.18-35), que se recusa a tomar posição firme em prol da verdade
e que se omite em disciplinar os que minam a autoridade da Palavra de Deus,
logo deixará de existir como igreja neotestamentária (12.5).

Dons Espirituais
"
Mas a manifestação do Espírito é dada
a cada um para o que for útil”(1Co 12.7)
Perspectiva geral
Uma das maneiras do Espírito Santo manifestar-se é através
de uma variedade de dons espirituais concedidos aos crentes (12.7-11).
Essas manifestações do Espírito visam à edificação
e à santificação da igreja (12.7; 14.26).
Esses dons e ministérios não são os mesmos
de Rm 12.6-8 e Ef 4.11, mediante os quais o crente recebe poder
e capacidade para servir na igreja de modo mais permanente. A
lista em 12.8-10 não é completa. Os dons aí tratados
podem operar em conjunto, de diferentes maneiras.
(1) As manifestações do Espírito dão-se
de acordo com a vontade do Espírito (12.11), ao surgir
a necessidade, e também conforme o anelo do crente na
busca dos dons (12.31; 14.1).
(2) Certos dons podem operar num crente de modo regular, e um
crente pode receber mais de um dom para atendimento de necessidades
específicas. O crente deve desejar “dons”,
e não apenas um dom (12.31; 14.1).
(3) É antibíblico e insensato se pensar que quem
tem um dom de operação exteriorizada (mais visível) é mais
espiritual do que quem tem dons de operação mais
interiorizada, i.e., menos visível. Também, quando
uma pessoa possui um dom espiritual, isso não significa
que Deus aprova tudo quanto ela faz ou ensina. Não se
deve confundir dons do Espírito, com o fruto do Espírito,
o qual se relaciona mais diretamente com o caráter e a
santificação do crente (Gl 5.22,23).
(4) Satanás pode imitar a manifestação dos
dons do Espírito, ou falsos crentes disfarçados
como servos de Cristo podem fazer o mesmo (Mt 7.21-23; 24.11,
24; 2Co 11.13-15; 2Ts 2.8-10). O crente não deve dar crédito
a qualquer manifestação espiritual, mas deve “provar
se os espíritos são de Deus, porque já muitos
falsos profetas se têm levantado no mundo”(1Jo 4.1;
cf. 1Ts 5.20,21).
Os dons espirituais
Em 1Co 12.8-10, o apóstolo Paulo apresenta uma diversidade
de dons que o Espírito Santo concede aos crentes. Nesta
passagem, ele não descreve as características desses
dons, mas noutros trechos das Escrituras temos ensino sobre os
mesmos.
(1) Dom da Palavra da Sabedoria (12.8). Trata-se de uma mensagem
vocal sábia, enunciada mediante a operação
sobrenatural do Espírito Santo. Tal mensagem aplica a
revelação da Palavra de Deus ou a sabedoria do
Espírito Santo a uma situação ou problema
específico (At 6.10; 15.13-22). Não se trata aqui
da sabedoria comum de Deus, para o viver diário, que se
obtém pelo diligente estudo e meditação
nas coisas de Deus e na sua Palavra, e pela oração
(Tg 1.5,6).
(2) Dom da Palavra do Conhecimento (12.8). Trata-se de uma mensagem
vocal, inspirada pelo Espírito Santo, revelando conhecimento
a respeito de pessoas, de circunstâncias, ou de verdades
bíblicas. Freqüentemente, este dom tem estreito relacionamento
com o de profecia (At 5.1-10; 1Co 14.24,25).
(3) Dom da Fé (12.9). Não se trata da fé para
salvação, mas de uma fé sobrenatural especial,
comunicada pelo Espírito Santo, capacitando o crente a
crer em Deus para a realização de coisas extraordinárias
e milagrosas. É a fé que remove montanhas (13.2)
e que freqüentemente opera em conjunto com outras manifestações
do Espírito, tais como as curas e os milagres (Mt 17.20;
Mc 11.22-24; Lc 17.6).
(4) Dons de Curas (12.9). Esses dons são concedidos à igreja
para a restauração da saúde física,
por meios divinos e sobrenaturais (Mt 4.23-25; 10.1; At 3.6-8;
4.30). O plural (“dons”) indica curas de diferentes
enfermidades e sugere que cada ato de cura vem de um dom especial
de Deus. Os dons de curas não são concedidos a
todos os membros do corpo de Cristo (cf. 12.11,30), todavia,
todos eles podem orar pelos enfermos. Havendo fé, os enfermos
serão curados.
Pode também haver cura em obediência ao ensino bíblico
de Tg 5.14-16 (ver Tg 5.15).
(5) Dom de Operação de Milagres (12.10). Trata-se
de atos sobrenaturais de poder, que intervêm nas leis da
natureza. Incluem atos divinos em que se manifesta o reino de
Deus contra Satanás e os espíritos malignos (Jo
6.2).
(6) Dom de Profecia (12.10). É preciso distinguir a profecia
aqui mencionada, como manifestação momentânea
do Espírito da profecia como dom ministerial na igreja,
mencionado em Ef 4.11. Como dom de ministério, a profecia é concedida
a apenas alguns crentes, os quais servem na igreja como ministros
profetas.
Como manifestação do Espírito, a profecia
está potencialmente disponível a todo cristão
cheio dEle (At 2.16-18). Quanto à profecia, como manifestação
do Espírito, observe o seguinte: (a) Trata-se de um dom
que capacita o crente a transmitir uma palavra ou revelação
diretamente de Deus, sob o impulso do Espírito Santo (14.24,25,
29-31). Aqui, não se trata da entrega de sermão
previamente preparado. (b) Tanto no AT, como no NT, profetizar
não é primariamente predizer o futuro, mas proclamar
a vontade de Deus e exortar e levar o seu povo à retidão, à fidelidade
e à paciência (14.3). (c) A mensagem profética
pode desmascarar a condição do coração
de uma pessoa (14.25), ou prover edificação, exortação,
consolo, advertência e julgamento (14.3, 25,26, 31). (d)
A igreja não deve ter como infalível toda profecia
deste tipo, porque muitos falsos profetas estarão na igreja
(1Jo 4.1). Daí, toda profecia deve ser julgada quanto à sua
autenticidade e conteúdo (14.29, 32; 1Ts 5.20,21). Ela
deverá enquadrar-se na Palavra de Deus (1Jo 4.1), contribuir
para a santidade de vida dos ouvintes e ser transmitida por alguém
que de fato vive submisso e obediente a Cristo (12.3). (e) O
dom de profecia manifesta-se segundo a vontade de Deus e não
a do homem. Não há no NT um só texto mostrando
que a igreja de então buscava revelação
ou orientação através dos profetas. A mensagem
profética ocorria na igreja somente quando Deus tomava
o profeta para isso (12.11).
(7) Dom de Discernimento de Espíritos (12.10). Trata-se
de uma dotação especial dada pelo Espírito,
para o portador do dom discernir e julgar corretamente as profecias
e distinguir se uma mensagem provém do Espírito
Santo ou não (14.29; 1Jo 4.1). No fim dos tempos, quando
os falsos mestres (Mt 24.5) e a distorção do cristianismo
bíblico aumentarão muito (1Tm 4.1), esse dom espiritual
será extremamente importante para a igreja.
(8) Dom de Variedades de Línguas (12.10). No tocante às “línguas”(gr.
glossa, que significa língua) como manifestação
sobrenatural do Espírito, notemos os seguintes fatos:
(a) Essas línguas podem ser humanas e vivas (At 2.4-6),
ou uma língua desconhecida na terra, e.g., “línguas...
dos anjos”(13.1). A língua falada através
deste dom não é aprendida, e quase sempre não é entendida,
tanto por quem fala (14.14), como pelos ouvintes (14.16). (b)
O falar noutras línguas como dom abrange o espírito
do homem e o Espírito de Deus, que entrando em mútua
comunhão, faculta ao crente a comunicação
direta com Deus (i.e., na oração, no louvor, no
bendizer e na ação de graças), expressando-se
através do espírito mais do que da mente (14.2,
14) e orando por si mesmo ou pelo próximo sob a influência
direta do Espírito Santo, à parte da atividade
da mente (cf. 14.2, 15, 28; Jd 20). (c) Línguas estranhas
faladas no culto devem ser seguidas de sua interpretação,
também pelo Espírito, para que a congregação
conheça o conteúdo e o significado da mensagem
(14.3, 27,28). Ela pode conter revelação, advertência,
profecia ou ensino para a igreja (cf. 14.6). (d) Deve haver ordem
quanto ao falar em línguas em voz alta durante o culto.
Quem fala em línguas pelo Espírito, nunca fica
em “êxtase”ou “fora de controle”(14.27,28).
(9) Dom de Interpretação de Línguas (12.10).
Trata-se da capacidade concedida pelo Espírito Santo,
para o portador deste dom compreender e transmitir o significado
de uma mensagem dada em línguas. Tal mensagem interpretada
para a igreja reunida, pode conter ensino sobre a adoração
e a oração, ou pode ser uma profecia. Toda a congregação
pode assim desfrutar dessa revelação vinda do Espírito
Santo. A interpretação de uma mensagem em línguas
pode ser um meio de edificação da congregação
inteira, pois toda ela recebe a mensagem (14.6, 13, 26). A interpretação
pode vir através de quem deu a mensagem em línguas,
ou de outra pessoa. Quem fala em línguas deve orar para
que possa interpretá-las (14.13).

Falsos Mestres
" Porque se levantarão falsos cristos e falsos profetas
e farão sinais e prodígios, para enganarem, se
for possível, até os escolhidos”(Mc 13.22)
Descrição
O crente da atualidade precisa estar informado de que pode haver,
nas igrejas, diversos obreiros corrompidos e distanciados da
verdade, como os mestres da lei de Deus, nos dias de Jesus (Mt
24.11,24). Jesus adverte, aqui, que nem toda pessoa que professa
a Cristo é um crente verdadeiro e que, hoje, nem todo
escritor evangélico, missionário, pastor, evangelista,
professor, diácono e outros obreiros são aquilo
que dizem ser.
(1) Esses obreiros “exteriormente pareceis justos aos homens”(Mt
23.28). Aparecem “vestidos como ovelhas”(Mt 7.15).
Podem até ter uma mensagem firmemente baseada na Palavra
de Deus e expor altos padrões de retidão. Podem
parecer sinceramente empenhados na obra de Deus e no seu reino,
demonstrar grande interesse pela salvação dos perdidos
e professar amor a todas as pessoas.
Parecerão ser grandes ministros de Deus, líderes
espirituais de renome, ungidos pelo Espírito Santo. Poderão
realizar milagres, ter grande sucesso e multidões de seguidores
(Mt 7.21-23; 24.11,24; 2Co 11.13-15).
(2) Todavia, esses homens são semelhantes aos falsos profetas
dos tempos antigos (Dt 13.3; 1Rs 18.40; Ne 6.12; Jr 14.14; Os
4.15), e aos fariseus do NT.
Longe das multidões, na sua vida em particular, os fariseus
entregavam-se à “rapina e de iniqüidade”(Mt
23.25), “cheios de ossos de mortos e de toda imundícia”(Mt
23.27), “cheios de hipocrisia e de iniqüidade”(Mt
23.28). Sua vida na intimidade é marcada por cobiça
carnal, imoralidade, adultério, ganância e satisfação
dos seus desejos egoístas.
(3) De duas maneiras, esses impostores conseguem uma posição
de influência na igreja. (a) Alguns falsos mestres e pregadores
iniciam seu ministério com sinceridade, veracidade, pureza
e genuína fé em Cristo. Mais tarde, por causa do
seu orgulho e desejos imorais, sua dedicação pessoal
e amor a Cristo desaparecem lentamente. Em decorrência
disso, apartam-se do reino de Deus (1Co 6.9,10; Gl 5.19-21; Ef
5.5,6) e se tornam instrumentos de Satanás, disfarçados
em ministros da justiça (2Co 11.15). (b) Outros falsos
mestres e pregadores nunca foram crentes verdadeiros. A serviço
de Satanás, eles estão na igreja desde o início
de suas atividades (Mt 13.24-28,36-43).
Satanás tira partido da sua habilidade e influência
e promove o seu sucesso. A estratégia do inimigo é colocá-los
em posições de influência para minarem a
autêntica obra de Cristo. Se forem descobertos ou desmascarados,
Satanás sabe que grandes danos ao evangelho advirão
disso e que o nome de Cristo será menosprezado publicamente.
A prova
Quatorze vezes nos Evangelhos, Jesus advertiu os discípulos
a se precaverem dos líderes enganadores (Mt 7.15; 16.6,11;
24.4,24; Mc 4.24; 8.15; 12.38-40; 13.5; Lc 12.1; 17.23; 20.46;
21.8). Noutros lugares, o crente é exortado a pôr à prova
mestres, pregadores e dirigentes da igreja (1Ts 5.21; 1 Jo 4.1).
Seguem-se os passos para testar falsos mestres ou falsos profetas:
(1) Discernir o caráter da pessoa. Ela tem uma vida de
oração perseverante e manifesta uma devoção
sincera e pura a Deus? Manifesta o fruto do Espírito (Gl
5.22,23), ama os pecadores (Jo 3.16), detesta o mal e ama a justiça
(Hb 1.9 nota) e fala contra o pecado (Mt 23; Lc 3.18-20)?
(2) Discernir os motivos da pessoa. O líder cristão
verdadeiro procurará fazer quatro coisas: (a) honrar a
Cristo (2Co 8.23; Fp 1.20); (b) conduzir a igreja à santificação
(At 26.18; 1Co 6.18; 2Co 6.16-18); (c) salvar os perdidos (1Co
9.19-22); e (d) proclamar e defender o evangelho de Cristo e
dos seus apóstolos (Fp 1.16; Jd 3).
(3) Observar os frutos da vida e da mensagem da pessoa. Os frutos
dos falsos pregadores comumente consistem em seguidores que não
obedecem a toda a Palavra de Deus (Mt 7.16).
(4) Discernir até que ponto a pessoa se baseia nas Escrituras.
Este é um ponto fundamental.
Ela crê e ensina que os escritos originais do AT e do NT
são plenamente inspirados por Deus, e que devemos observar
todos os seus ensinos (2Jo 9-11)? Caso contrário, podemos
estar certos de que tal pessoa e sua mensagem não provêm
de Deus.
(5) Finalmente, verifique a integridade da pessoa quanto ao dinheiro
do Senhor. Ela recusa grandes somas para si mesma, administra
todos os assuntos financeiros com integridade e responsabilidade,
e procura realizar a obra de Deus conforme os padrões
do NT para obreiros cristãos? (1Tm 3.3; 6.9,10).
Apesar de tudo que o crente fiel venha a fazer para avaliar a
vida e o trabalho de tais pessoas, não deixará de
haver falsos mestres nas igrejas, os quais, com a ajuda de Satanás,
ocultam-se até que Deus os desmascare e revele aquilo
que realmente são.
A Cura Divina
"
E, chegada a tarde, trouxeram-lhe muitos endemoninhados, e ele,
com a sua palavra, expulsou deles os espíritos e curou
a todos os que estavam enfermos, para que se cumprisse o que
fora dito pelo profeta Isaías, que diz: Ele tomou sobre
si as nossas enfermidades e levou as nossas doenças”(Mt
8.16,17)
A provisão redentoda de Deus
(1) O problema das enfermidades e das doenças está fortemente
vinculado ao problema do pecado e da morte, i.e., às conseqüências
da queda. Enquanto a ciência médica considera as
causas das enfermidades e das doenças em termos psicológicos
ou psicossomáticos, a Bíblia apresenta as causas
espirituais como sendo o problema subjacente ou fundamental desses
males. Essas causas são de dois tipos: (a) O pecado, que
afetou a constituição física e espiritual
do homem (Jo 5.5,14), e (b) Satanás (At 10.38; cf.Mc 9.17,
20.25; Lc 13.11; At 19.11,12).
(2) A provisão de Deus através da redenção é tão
abrangente quanto às conseqüências da queda.
Para o pecado, Deus provê o perdão; para a morte,
Deus provê a vida eterna, e a vida ressurreta; e para a
enfermidade, Deus provê a cura (cf. Sl 103.1-5; Lc 4.18;
5.17-26; Tg 5.14,15). Daí, durante a sua vida terrestre,
Jesus ter tido um tríplice ministério: ensinar
a Palavra de Deus, pregar o arrependimento (o problema do pecado)
e as bênçãos do reino de Deus (a vida) e
curar todo tipo de moléstia, doença e enfermidade
entre o povo (4.23,24).
A revelação da vontade de Deus sobre a cura
A vontade de Deus no tocante à cura divina é revelada
de quatro maneiras principais nas Escrituras.
(1) A declaração do próprio Deus. Em Êx
15.26 Deus prometeu saúde e cura ao seu povo, se este
permanecesse fiel ao seu concerto e aos seus mandamentos. Sua
declaração abrange dois aspectos: (a) “Nenhuma
das enfermidades porei sobre ti [como julgamento], que pus sobre
o Egito”; e (b) “Eu sou o SENHOR, que te sara [como
Redentor]”. Deus continuou sendo o Médico dos médicos
do seu povo, no decurso do AT, sempre que os seus sinceramente
se dedicavam a buscar a sua face e obedecer à sua Palavra
(cf. 2Rs 20.5; Sl 103.3).
(2) O ministério de Jesus. Jesus, como o Filho encarnado
de Deus, era a exata manifestação da natureza e
do caráter de Deus (Hb 1.3; cf. Cl 1.15; 2.9). Jesus,
no seu ministério terreno (4.23,24; 8.14-16; 9.35; 15.28;
Mc 1.32-34,40,41; Lc 4.40; At 10.38), revelava a vontade de Deus
na prática (Jo 6.38; 14.10), e demonstrou que está no
coração, na natureza e no propósito de Deus
curar todos os que estão enfermos e oprimidos pelo diabo.
(3) A provisão da expiação de Cristo. (Is
53.4,5; Mt 8.16,17; 1Pe 2.24). A morte expiatória de Cristo
foi um ato perfeito e suficiente para a redenção
do ser humano total —espírito, alma e corpo. Assim
como o pecado e a enfermidade são os gigantes gêmeos,
destinados por Satanás para destruir o ser humano, assim
também o perdão e a cura divina vêm juntos
como bênçãos irmanadas, destinadas por Deus
para nos redimir e nos dar saúde (cf. Sl 103.3; Tg 5.14-16).
O crente deve prosseguir com humildade e fé e apropriar-se
da plena provisão da expiação de Cristo,
inclusive a cura do corpo.
(4) O ministério contínuo da igreja. Jesus comissionou
seus doze discípulos para curar os enfermos, como parte
da sua proclamação do reino de Deus (Lc 9.1,2,6).
Posteriormente, Ele comissionou setenta discípulos para
fazerem a mesma coisa (Lc 10.1, 8,9, 19). Depois do dia de Pentecoste
o ministério de cura divina que Jesus iniciara teve prosseguimento
através da igreja primitiva como parte da sua pregação
do evangelho (At 3.1-10; 4.30; 5.16; 8.7; 9.34; 14.8-10; 19.11,12;
cf. Mc 16.18; 1Co 12.9,28,30; Tg 5.14-16). O NT registra três
maneiras como o poder de Deus e a fé se manifestam através
da igreja para curar: (a) a imposição de mãos
(Mc 16.15-18; At 9.17); (b) a confissão de pecados conhecidos,
seguida da unção do enfermo com óleo pelos
presbíteros (Tg 5.14-16); e (c) os dons espirituais de
curar concedidos à igreja (1Co 12.9). Note que são
os presbíteros da igreja que devem cuidar desta “oração
da fé”.
Impedimentos à cura
À
s vezes há, na própria pessoa, impedimentos à cura
divina, como: (1) pecado não confessado (Tg 5.16); (2)
opressão ou domínio demoníaco (Lc 13.11-13);
(3) medo ou ansiedade aguda (Pv 3.5-8; Fp 4.6,7); (4) insucessos
no passado que debilitam a fé hoje (Mc 5.26; Jo 5.5-7);
(5) o povo (Mc 10.48); (6) ensino antibíblico (Mc 3.1-5;
7.13); (7) negligência dos presbíteros no que concerne à oração
da fé (Mc 11.22-24; Tg 5.14-16); (8) descuido da igreja
em buscar e receber os dons de operação de milagres
e de curas, segundo a provisão divina (At 4.29,30; 6.8;
8.5,6; 1Co 12.9,10,29-31; Hb 2.3,4); (9) incredulidade (Mc 6.3-6;
9.19, 23,24); e (10) irreverência com as coisas santas
do Senhor (1Co 11.29,30). Casos há em que não está esclarecida
a razão da persistência da doença física
em crentes dedicados (Gl 4.13,14; 1Tm 5.23; 2Tm 4.20). Noutros
casos, Deus resolve levar seus amados santos ao céu, durante
uma enfermidade (cf. 2Rs 13.14,20).
O que devemos fazer quando em busca da cura
O que deve fazer o crente quando ora pela cura divina para si?
(1) Ter a certeza de que está em plena comunhão
com Deus e com o próximo (Mt 6.33; 1Co 11.27-30; Tg 5.16;
ver Jo 15.7). (2) Buscar a presença de Jesus na sua vida,
pois é Ele quem comunica ao coração do crente
a necessária fé para a cura (Rm 12.3; 1Co 12.9;
Fp 2.13; ver Mt 17.20). (3) Encher sua mente e coração
da Palavra de Deus (Jo 15.7; Rm 10.17). (4) Se a cura não
ocorre, continuar e permanecer nEle (Jo 15.1-7), examinando ao
mesmo tempo sua vida, para ver que mudanças Deus quer
efetuar na sua pessoa. (5) Pedir as orações dos
presbíteros da igreja, bem como dos familiares e amigos
(Tg 5.14-16). (6) Assistir a cultos em que há alguém
com um autêntico e aprovado ministério de cura divina
(cf. At 5.15,16; 8.5-7). (7) Ficar na expectativa de um milagre,
i. e., confiar no poder de Cristo (7.8; 19.26). (8) Regozijar-se
caso a cura ocorra na hora, e ao mesmo tempo manter-se alegre,
se ela não ocorrer de imediato (Fp 4.4,11-13). (9) Saber
que a demora de Deus em atender as orações não é uma
recusa dEle às nossas petições. Às
vezes, Deus tem em ente um propósito maior, que ao cumprir-se,
resulta em sua maior glória (cf. Jo 9.13; 11.4, 14,15,45;
2Co 12.7-10) e em bem para nós (Rm 8.28). (10) Reconhecer
que, tratando-se de um crente dedicado, Deus nunca o abandonará,
nem o esquecerá. Ele nos ama tanto que nos tem gravado
na palma das suas mãos (Is 49.15,16).
CONCLUSÃO: Tenha FÉ, acredite, confie, receba,
caso tiver pouca fé; A Bíblia reconhece o uso apropriado
dos recursos médicos (9.12; Lc 10.34; Cl 4.14).

Administração do Nosso
Dinheiro
"
Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para
que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim,
diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir
as janelas do céu e não derramar sobre vós
uma bênção tal, que dela vos advenha a maior
abastança”(Ml 3.10)
Definição de dízimos e ofertas
A palavra hebraica para “dízimo”(ma’aser)
significa literalmente “a décima parte”.
(1) Na Lei de Deus, os israelitas tinham a obrigação
de entregar a décima parte das crias dos animais domésticos,
dos produtos da terra e de outras rendas como reconhecimento
e gratidão pelas bênçãos divinas (ver
Lv 27.30-32; Nm 18.21,26; Dt 14.22-29). O dízimo era usado
primariamente para cobrir as despesas do culto e o sustento dos
sacerdotes. Deus considerava o seu povo responsável pelo
manejo dos recursos que Ele lhes dera na terra prometida (Mt
25.15; Lc 19.13).
(2) No âmago do dízimo, achava-se a idéia
de que Deus é o dono de tudo (Êx 19.5; Sl 24.1;
50.10-12; Ag 2.8). Os seres humanos foram criados por Ele, e
a Ele devem o fôlego de vida (Gn 1.26,27; At 17.28). Sendo
assim, ninguém possui nada que não haja recebido
originalmente do Senhor (Jó 1.21; Jo 3.27; 1Co 4.7). Nas
leis sobre o dízimo, Deus estava simplesmente ordenando
que os seus lhe devolvessem parte daquilo que Ele já lhes
tinha dado.
(3) Além dos dízimos, os israelitas eram instruídos
a trazer numerosas oferendas ao Senhor, principalmente na forma
de sacrifícios. Levítico escreve várias
oferendas rituais: o holocausto (Lv 1; 6.8-13), a oferta de manjares
(Lv 2; 6.14-23), a oferta pacífica (Lv 3; 7.11-21), a
oferta pelo pecado (Lv 4.1—5.13; 6.24-30), e a oferta pela
culpa (Lv 5.14—6.7; 7.1-10).
(4) Além das ofertas prescritas, os israelitas podiam
apresentar outras ofertas voluntárias ao Senhor. Algumas
destas eram repetidas em tempos determinados (ver Lv 22.18-23;
Nm 15.3; Dt 12.6,17), ao passo que outras eram ocasionais. Quando,
por exemplo, os israelitas empreenderam a construção
do Tabernáculo no monte Sinai, trouxeram liberalmente
suas oferendas para a fabricação da tenda e de
seus móveis (ver Êx 35.20-29). Ficaram tão
entusiasmados com o empreendimento, que Moisés teve de
ordenar-lhes que cessassem as oferendas (Êx 36.3-7). Nos
tempos de Joás, o sumo sacerdote Joiada fez um cofre para
os israelitas lançarem as ofertas voluntárias a
fim de custear os consertos do templo, e todos contribuíram
com generosidade (2Rs 12.9,10). Semelhantemente, nos tempos de
Ezequias, o povo contribuiu generosamente às obras da
reconstrução do templo (2Cr 31.5-19).
(5) Houve ocasiões na história do AT em que o povo
de Deus reteve egoisticamente o dinheiro, não repassando
os dízimos e ofertas regulares ao Senhor. Durante a reconstrução
do segundo templo, os judeus pareciam mais interessados na construção
de suas propriedades, por causa dos lucros imediatos que lhes
trariam, do que nos reparos da Casa de Deus que se achava em
ruínas. Por causa disto, alertou-lhes Ageu, muitos deles
estavam sofrendo reveses financeiros (Ag 1.3-6). Coisa semelhante
acontecia nos tempos do profeta Malaquias e, mais uma vez, Deus
castigou seu povo por se recusar a trazer-lhe o dízimo
(Ml 3.9-12).
A administração do nosso dinheiro
Os exemplos dos dízimos e ofertas no AT contêm princípios
importantes a respeito da mordomia do dinheiro, que são
válidos para os crentes do NT.
(1) Devemos lembrar-nos que tudo quanto possuímos pertence
a Deus, de modo que aquilo que temos não é nosso: é algo
que nos confiou aos cuidados. Não temos nenhum domínio
sobre as nossas posses.
(2) Devemos decidir, pois, de todo o coração, servir
a Deus, e não ao dinheiro (Mt 6.19-24; 2Co 8.5). A Bíblia
deixa claro que a cobiça é uma forma de idolatria
(Cl 3.5).
(3) Nossas contribuições devem ser para a promoção
do reino de Deus, especialmente para a obra da igreja local e
a disseminação do evangelho pelo mundo (1Co 9.4-14;
Fp 4.15-18; 1Tm 5.17,18), para ajudar aos necessitados (Pv 19.17;
Gl 2.10; 2Co 8.14; 9.2), para acumular tesouros no céu
(Mt 6.20; Lc 6.32-35) e para aprender a temer ao Senhor (Dt 14.22,23).
(4) Nossas contribuições devem ser proporcionais à nossa
renda. No AT, o dízimo era calculado em uma décima
parte. Dar menos que isto era desobediência a Deus. Aliás,
equivalia a roubá-lo (Ml 3.8-10). Semelhantemente, o NT
requer que as nossas contribuições sejam proporcionais àquilo
que Deus nos tem dado (1Co 16.2; 2Co 8.3,12; 2Co 8.2).
(5) Nossas contribuições devem ser voluntárias
e generosas, pois assim é ensinado tanto no AT (Êx
25.1,2; 2Cr 24.8-11) quanto no NT (2Co 8.1-5,11,12). Não
devemos hesitar em contribuir de modo sacrificial (2Co 8:3),
pois foi com tal espírito que o Senhor Jesus entregou-se
por nós (ver 2Co 8.9). Para Deus, o sacrifício
envolvido é muito mais importante do que o valor monetário
da dádiva (ver Lc 21.1-4).
(6) Nossas contribuições devem ser dadas com alegria
(2Co 9.7). Tanto o exemplo dos israelitas no AT (Êx 35.21-29;
2Cr 24.10) quanto o dos cristãos macedônios do NT
(2Co 8.1-5) servem-nos de modelos.
CONCLUSÃO: Deus tem prometido recompensar-nos de conformidade
com o que lhe temos dado (ver Dt 15.4; Ml 3.10-12; Mt 19.21;
1Tm 6.19; 2Co 9.6).

Três pessoas diferentes
•
1 Co 2.14,15 "Ora, o homem natural não compreende
as coisas do Espírito de Deus, poruqe lhe parecem loucura;
e não pode entendê-las, porque elas se discernem
espiritualmente. Mas o que é espiritual discerne bem tudo,
e ele de ninguém é discernido".
DIVISÃO BÁSICA DA RAÇA HUMANA - As Escrituras
dividem todos os seres humanos em geral, em duas classes.
(1) O homem/mulher natural, denotando a pessoa irregenerada,
governada por seus próprios instintos naturais (2 Pe 2.12).
Tal pessoa não tem o Espírito Santo (Rm 8.9), está sob
o domínio de satanás e é escravo da carne
com suas paixões. Pertence ao mundo, está em harmonia
com ele(Tg 4.4) e rejeita as coisas do Espírito (2.14).
A pessoa natural não consegue compreender a Deus, nem
os seus caminhos; pelo contrário, depende do raciocínio
ou emoções humanas.
(2) O homem/mulher espiritual denota a pessoa regenerada, que
tem o Espírito Santo. Essa pessoa tem mentalidade espiritual,
conhece os pensamentos de Deus (2.11-13 e vive pelo Espírito
de Deus (Rm 8.4-17; Gl 5.16-16). Tal pessoa crê em Jesus
Cristo, esforça-se para seguir a orientação
do Espírito que nela habita e resiste aos desejos sensuais
e ao domínio do pecado (Rm 8.13,14).
UMA DISTINÇÃO ENTRE OS CRISTÃOS - Embora
o cristão nascido de novo receba a nova vida do Espírito,
ele tem residente em si a natureza pecaminosa, com suas perversas
inclinações (Gl 5.16-21). A natureza pecaminosa
que no cristão existe, não pode ser mudada em boa;
precisa ser mortificada e vencida pelo poder e graça do
Espírito Santo (Rm 8.13). O cristão obtém
tal vitória negando-se a si mesmo diariamente (Mt 16.24;
Rm 8.13; Tt 2.11,12), deixando todo impedimento ou pecado (Hb
12.1), e resistindo a todas as inclinações pecaminosas
(Rm 13.14; Gl 5.16; 1 Pe 2.11). Pelo poder do Espírito
Santo, o próprio crente guerreia contra a natureza pecaminosa
e diariamente a crucifica (Gl 5.16-18,24; Rm 8.13,14 e a mortifica
(Cl 3.5). Pela abnegação e submissão à obra
santificadora do Espírito Santo em sua vida, o cristão
em Cristo experimenta a libertação do poder da
sua natureza pecaminosa e vive como um cristão espiritual
(Rm 6.13; Gl 5.16).
Nem todo cristão se esforça como devia para vencer
plenamente sua natureza pecaminosa. Ao escrever aos coríntios,
Paulo mostra (3.1,3) que alguns viviam como carnais, ao invés
de resistirem com firmeza às inclinações
da sua natureza pecaminosa, entregavam-se a algumas delas. Embora
não vivessem em contínua desobediência, estavam
em parceria com o mundo, a carne e o diabo em certas áreas
das suas vidas, e mesmo assim querendo permanecer como povo de
Deus (10.21; 2 Co 6.14-18; 11.2; 13.5).
(1) A figura do cristão carnal - Embora os cristãos
de Coríntios não vivessem em total carnalidade
e reveldia, nem praticassem grave imoralidade e iniquidade, que
os separaria do reino de Deus (ver 6.9-11; Gl 5.21; Ef 5.5),
estavam vivendo de tal maneira que já não cresciam
na graça, e agiam como recém-convertidos, sem divisar
o pleno alcance da salvação em Cristo (1 3.1,2).
A carnalidade deles era vista na "inveja e contendas" (3.3).
Não se afligiam com a imoralidade dentro da igreja (5.1-13,
6.13-20). Não levavam a sério a Palavra de Deus,
nem os ministros do Senhor (4.18,19). Moviam ação
judicial, irmãos conra irmãos, por razões
triviais (6.6-8). Observe-se que os cristãos coríntios
que estavam vivendo em imoralidade sexual ou pecados semelhantes,
Paulo os têm como excluídos da salvação
em Cristo (5.1,9-11; 6.9,10).
(2) Perigos para os cristãos carnais - Os cristãos
carnais de Corinto corriam o perigo de se desviarem da pura e
sincera devoção a Cristo (2 Co 11.3) e de se conformarem
cada vez mais como mundo (2 Co 6.14-18). Casso isso continuasse,
seriam castigados e julgados pelo Senhor, e se continuassem a
viver segundo o mundo, acabariam sendo excluídos do reino
de Deus (6.9,10; 11.31,32). Realmente, alguns deles já estavam
mortos espiritualmente, por viverem em pecados que levam a isso
(1 Jo 3.15; 5.17; Rm 8.13; 1 Co 5.5; 2 Co 12.21; 13.5).
CONCLUSÃO: Advertências aos cristãos carnais
- (a) Se um cristão carnal não tomar a resolução
de se purificar de tudo quanto desagrada a Deus (Rm 6.14-16;
1 Co 6.9,10; 2 Co 11,3; Gl 6.7-9; Tg 1.12-16), ele corre o risco
de abandonar a fé. (b) Devem separar-se completamente
do mundo (2 Co 6.14-18) e se purificr de tudo quanto contamina
o corpo e o espírito, aperfeiçoando a sua santificação
no temor do Senhor (2 Co 7.1).

Mensagem : Elisama, Eliada
e Elifelete – 3 nomes
1 propósito
Texto Base : II SAMUEL 5.16
(II SAMUEL 5.16) Elisama, e Eliada e Elifelete.
Elisama, Eliada e Elifelete são nos nomes de 3
filhos de Davi. O que me chama atenção é que
estes nomes como qualquer outro nome, tem um significado
em específico.
Geralmente, nomes podem ter três tipos de importância:
a- Homenagear alguém, alguma situação
ou momento. Imagino que Judas teve esta situação,
pois alguns anos antes de seu nascimento, houve um grande
acontecimento no meio do povo Judeu, onde um herói,
Judas Macabeu, lutou pelo povo de Israel. Talvez a mãe
de Judas Iscariotes o quis homenagear, mas a homenagem
foi jogada por terra graças as atitudes deste seu
filho.
b- Abençoar uma vida, através de uma "palavra
profética
Davi colocou os nomes em seus filhos,
homenageando a Deus, e dizendo através destes três
nomes, exatamente como Deus age progressivamente na vida
de um crente que
confia nEle.
Elisama, Eliada e Elifelete são nomes originários
do hebraico, e tem significados importantes que certamente
acontecem em nossas vidas.
Estudaremos a vida de Elias, no momento citado em 1 Reis
19.
Após um poderoso confronto com 450 profetas do
baal, Elias venceu a batalha, através do Poder de
Deus ele fez chover fogo do céu, consumindo um holocausto.
Isso causou desmerecimento dos 450 profetas de baal, e
uma grande carnificina. Todos eles foram mortos a fio da
espada.
Após vencer 450 profetas de baal, Elias passa a
ser perseguido por Zezabel (Esposa do Rei Acabe). (Detalhes
sobre Acabe e Jezabel - ver 1 Rs 29-34.
O que acontece com Elias a partir
deste momente está escrito
em 1 Reis 19, vamos analizar onde este texto se encaixa
com os 3 nomes dos filhos de Davi:
1- Elisama (significa Deus ouve)
Antes de mais nada, Deus quer ouvir
o nosso clamor, nossa oração e nosso desabafo.
Assim Deus agiu com Elias, e age com quem o busca.
- Deus ouve nossas palavras impulsivas e rebeldes. 1 Rs
19.4b
- Deus ouve nossas queixas, quando estamos na caverna.
1 Rs 19.9.10
- Deus volta a nos ouvir, quando tomamos uma posição
correta diante dele. 1 Rs 13,14.
Aqui vemos Elias:
- aceitando ouvir Deus em uma brisa.
- envolvendo seu rosto como reverencia.
- saiu da caverna com suas próprias pernas.
Deus ouve nossos momentos bons e
maus, corretos e errados. Esta parte de nossas vidas
podemos "convencer" a
Deus para nos abençoar, ou decretar o fim de nossas
palavras. Imaginem o que aconteceria com Elias se Deus
ouvisse seu pedido de morte! Pelo contrário, você que
conhece a história... Elias até hoje não
morreu!!!!!!
2- Eliada (significa Deus conhece)
Durante esta caminhada difícil de Elias, além
de Deus estar ouvindo sua oração, Deus estava
também observando suas atitudes. Deus sonda e conhece
o fundo de nosso coração, e Seus olhos estão
voltados para nós, observando cada momento de nossa
vida. Enquanto Deus nos conhece, nos observa, muitas vezes
não vemos resultados, mas eles serão vistos
por nós no tempo certo, determinado por Deus. Vamos
ver como Deus 'conheceu" Elias:
- Deus conhece nossos momentos de fraqueza, e nos fortalece.
1 Rs 19.5,6.
- Deus conhece nossa falta de propósitos, e nos
dá metas e incentivo. 1 Rs 19.7,8.
- Deus conhece os momentos em que estamos em cavernas,
e nos permite falar com Ele. 1 Rs 19.9,10.
- Deus conhece nosso futuro e a solução do
problema bem mais do que nós. 1 Rs 19.18.
Entender que Deus conhece nos trás confiança
e coragem, pra mesmo na caverna e nos momentos de silêncio,
Deus está conosco.
3- Elifelete (significa Deus faz)
Deus sabe de nossas situações, ouve nossas
orações e observa nossos caminhos. Mas ele
tem algo melhor. Ele tem solução. Após
um momento de provas, ele finalmente mostra o que nós
já sabemos bem. Ele é Deus de vitória,
e está sempre pronto a nos abençoar. Observe
como ele abençoou Elias:
- Deus tira os nossos inimigos dos cargos de autoridade,
e coloca neste lugar os seus ungidos. Hazael substituiu
Ben Hadade, um rei extremamente mal. 1 Rs 19.15b.
- Deus elimina nossos perseguidores. Acabe foi substituído
por um novo rei, Jeú. 1 Rs 19.16a.
- Deus nos dá substitutos, para nos tirar a sobrecarga.
Eliseu substituiu Elias. 1 Rs 19.16b.
- Deus nos mostra uma multidão de separados, que
oram e trabalham ao nosso lado. 1 Rs 19.18
CONCLUSÃO: Jeremias cap 17 vers 7 e espere em Deus,
ore constantemente, e saiba que no momento certo ele mostrará a
sua provisão.
 SETE FEITOS DO CALVÁRIO
1ª - O poder da morte é quebrado. Em 2ª Timóteo
1.9-10 Paulo destacou o valor da Salvação
pela graça, a qual foi revelada pela morte de Jesus.
E para que essa graça salvadora se manifestasse
Jesus destruiu o poder da morte.
2ª - O problema do pecado é resolvido. Em
1ª João versículo 7, o Apóstolo
Amado escreveu "se porém andarmos na luz, como
Ele na luz está, temos comunhão uns com os
outros, e o sangue de seu filho Jesus nos purifica de todo
o pecado." Neste texto bíblico nós encontramos
que a solução do pecado está no sangue
de Jesus.
3ª - A redenção eterna é efetuada.
Na carta aos Hebreus no capítulo 9, o escritor faz
menção dos sacrifícios do Velho Testamento,
quando tinham um valor temporário e superficial,
e, no versículo 12 ele revela o poder eterno da
redenção, por ser Cristo o cordeiro do sacrifício.
4ª - A reconciliação com o pecador é efetivada.
Paulo, o apóstolo, quando escreveu a sua primeira
carta a Timóteo no capítulo 2 e versículo
5, deixa claro que só há um mediador entre
Deus e os homens, Jesus Cristo.
5ª - A Igreja é formada. Jesus, quando conversava
com o apóstolo Pedro, em Mateus 16.18 disse: "Tu és
Pedro, e sobre esta pedra, edificarei a minha Igreja, e
as portas do inferno não prevalecerão contra
ela".
6ª - As coisas celestes são
purificadas. Hebreus 9.23.
CONCLUSÃO – 7ª - A Vitoria de Cristo é declarada.
Romanos 14.9; Filipenses 2.9; Hebreus 12.2; Apocalipse
5.6.
Jesus Cristo quer realizar tudo isso em sua vida. Tão
somente, basta você se entregar a ele, reconhecendo-o
como teu Salvador e aceitando-o como teu Senhor.

4 LEIS ESPIRITUAIS
1ª---O AMOR DE DEUS
"
Pois Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho unigênito
para que todo o que nele crer não pereça,
mas tenha a vida eterna." (João 3:16)
O PLANO DE DEUS
Cristo afirma: "Eu vim para que tenham vida, e a tenham
plenamente" (uma vida abundante e com propósito).
(João 10:10)
Por que a maioria das pessoas não está experimentando
essa "vida abundante"?
Porque…
2ª--- O HOMEM É PECADOR
"
Pois todos pecaram e estão destituídos da
glória de Deus..." (Romanos 3:23)
O homem foi criado para ter um relacionamento perfeito
com Deus, mas por causa de sua desobediência e rebeldia,
escolheu seguir o seu próprio caminho, e seu relacionamento
com Deus desfez-se. Este estado de independência
de Deus, caracterizado por uma atitude de rebelião
ou indiferença, é evidência do que
a Bíblia chama de pecado.
O HOMEM ESTÁ SEPARADO
"
Pois o salário do pecado é a morte..." (separação
espiritual de Deus) (Romanos 6:23)
3ª--- ELE MORREU EM NOSSO LUGAR
"
Mas Deus demonstra seu amor por nós pelo fato de
ter Cristo morrido em nosso favor, quando ainda éramos
pecadores." (Romanos 5:8)
ELE RESSUSCITOU DENTRE OS MORTOS
"
Cristo morreu pelos nossos pecados... foi sepultado e ressuscitou
ao terceiro dia, segundo as Escrituras... e apareceu a
Pedro e depois aos Doze. Depois disso apareceu a mais de
quinhentos..." (1 Coríntios 15:3-6)
ELE É O ÚNICO CAMINHO
"
Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida.
Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim." (João
14:6)
4ª--- PRECISAMOS RECEBER A
CRISTO
"
Contudo, aos que o receberam, aos que creram em seu nome,
deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus." (João
1:12)
RECEBEMOS A CRISTO PELA FÉ
"
Pois vocês são salvos pela graça, por
meio da fé; e isto não vem de vocês, é dom
de Deus; não por obras, para que ninguém
se glorie" (Efésios 2:8-9)
CONCLUSÃO: RECEBEMOS A CRISTO
POR MEIO DE UM CONVITE PESSOAL
Cristo afirma: "Eis que estou à porta e bato.
Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei..." (Apocalipse
3:20)

Os propósitos de Deus pecado do homem
Eclesiastes 3.1
A Bíblia afirma que há tempo para todo o
propósito debaixo do céu . Não há acasos;
Deus tem um propósito para cada acontecimento.
1 – PROPÓSITOS DO SOFRIMENTO ENTRE OS ÍMPIOS
Manifestar o caráter santo de Deus Salmo 107.17 – Esse
texto afirma que os ímpios serão afligidos
por causa dos seus pecados
Promover a prática da justiça
Is 26.9 – O sofrimento que Deus permite aos ímpios
tem por objetivo levá-los a aprender a viver uma
vida reta. Uma das maneiras de se levar uma pessoa ímpia
a
2 – PROPÓSITOS DO SOFRIMENTO ENTRE OS CRISTÃOS
Levar o crente de volta ao caminho correto Pv 3.11-12
Desenvolver uma capacidade de compaixão
pelos outros
II Co 1.4-5 – Esse texto nos ensina algumas verdades
acerca do sofrimento: É Deus quem nos conforta no
sofrimento – No mundo, nós, que somos cristãos,
sempre vamos passar por tribulações (Jo 16.33).,
Hebreus cap 2 vers 8 diz
Todas as coisas lhe sujeitaste debaixo dos pés (de
JESUS).
Confirmar o valor da fé
1 Pe 1.6-7 – O sofrimento é um meio que Deus
usa para fazer o crente crescer na sua fé.
Conclusão : Aperfeiçoar o caráter
cristão
Rm 5.3-4 – Nesse texto, Paulo afirma que o sofrimento é um
meio que Deus usa para aperfeiçoar o caráter
dos cristãos, porque para o cristão “os
sofrimentos do tempo presente na são para comparar
com a glória a vir ser revelada em nós” (Rm
8.18).

REINO DE DEUS EM MATEUS
No seu nascimento, Jesus foi chamado, pelos magos, de
Rei dos Judeus (Mt.2.2).
- Ao iniciar o seu ministério público, Jesus
saiu anunciando o Reino. Ele dizia: "Arrependei-vos,
porque está próximo o Reino dos céus" (Mt.4.17).
A sua mensagem recebeu o nome de "evangelho do reino" (Mt.4.23
Mt.24.14).
- Quando ensinou os discípulos a orar, Jesus enfatizou
o Reino: "Venha o teu reino e seja feita a tua vontade" (Mt.6.10).
- Ao enviar os discípulos em sua primeira missão,
Jesus ordenou que este devia ser também o tema de
sua mensagem: "Pregai que está próximo
o reino dos céus" (Mt.10.7).
- Muitas das parábolas de Jesus tinham o Reino de
Deus como ponto central. Em Mateus 13, o Mestre profere
diversas parábolas. Cada uma ensina a respeito de
um aspecto do reino.
- O próprio governador Pilatos reconheceu que Jesus
era o Rei dos judeus, apesar de não ter compreendido
o sentido espiritual do Reino (Mt. 27.11).
- No alto da cruz de Cristo foi escrito : "Este é Jesus,
o Rei dos Judeus" (Mt. 27.37).
CONCLUSÃO: Por que o Reino de Deus foi o tema preferido
de Jesus? Porque este foi o objetivo de sua vinda a terra:
estabelecer o Reino de Deus entre os homens. Jesus disse: "Para
isso eu nasci e vim ao mundo" (João 18.37)

OS IRMÃOS BIOLÓGICOS
DE JESUS
A mulher legalmente casada ter relações íntimas
com seu próprio marido não tira a santidade
da mulher e nem do marido. Não foi o caso de Maria
e José, pois eram casados, mas antes que coabitassem
(ou seja, antes de terem relações íntimas
como marido e mulher) achou-se grávida. (Mat.
1:18-19) Estes versículos provam que eles se conheciam,
porém não tinham tido relações íntimas.
1- Que prova temos que José conheceu Maria como
mulher após o nascimento do menino Jesus?
R: Mat. 1:25
A expressão: ‘mas não a conheceu
até que ela deu a luz a um filho, e ele lhe pôs
o nome Jesus’ prova que depois da dieta de Maria
o casal viveu normalmente como qualquer outro casal,
servos de Deus.
2- Onde se encontravam seus irmãos biológicos?
R: Mar. 6:2-3 / Mat. 13:55-57
Em Nazaré, sua terra natal. Essas pessoas admiraram
e ficaram espantados com os ensinamentos de Jesus, porque
em Nazaré ele não era mestre nem profeta
e não tinha discípulo. Prova que Maria
morava em Nazaré e que Tiago, José, Judas
e Simão eram irmãos de sangue e não
de fé.
3- O que disse seus irmãos a respeito dos milagres
que Jesus fazia?
R: João 7:3-5
Não dá pra confundir os irmãos biológicos
de Jesus com Seus discípulos. O v. 1 diz que na
Judéia os judeus queriam matar Jesus e mesmo assim
os irmãos de Jesus, ainda incrédulos, disseram
a Jesus: “vai para a Judéia, para que os
teus discípulos vejam os milagres que fazes”.
Salmo 69:8 diz: Tenho me tornado como um estranho para
os meus irmãos e como um desconhecido para os
filhos de minha mãe. Essa profecia no Salmo de
Davi já apontava um ligeiro desprezo dos irmãos
de Jesus para com a Sua pessoa.
4- O mundo perseguia e odiava os irmãos de Jesus?
R: João 7:7
‘
O mundo não vos pode odiar, mas me odeia’.
E não só Jesus era perseguido (Luc. 13:31),
mas também seus discípulos (Atos 23:1-2
/ 12:1-3 / 7:57-58), porém apenas seus irmãos
não eram perseguidos, porque eles também
não acreditavam em Jesus (João 7:5).
5- Seus irmãos acompanhavam a trabalho do Mestre?
R: Mat. 12:46-47 / Mar. 3:31-32
Quando Jesus estava ensinando em uma certa casa, seus
irmãos e sua mãe chegaram e ficaram de
fora, e alguém avisou a Jesus que eles estavam
ali e queriam falar com o Mestre. Então Jesus
mostra aparentemente um desprezo a Sua mãe e Seus
irmãos: “Minha mãe e meus irmãos
são todos aqueles que fazem a vontade de meu Pai
que está no céu” (Mat. 12:49-50).
Jesus jamais desprezaria sua família, principalmente
sua mãe (João 19:25-26), apenas quis deixar
um exemplo que aquele que servir a Deus espiritualmente
era e é sua família.
6- Os irmãos de Jesus também se converteram
e passaram a ser discípulos de Jesus?
R: Atos 1:13-14
Após a morte de Jesus os discípulos ficaram
reunidos em oração no cenáculo e
junto deles ficaram a mãe e os irmãos de
Jesus.
7- Paulo diferenciava o apóstolo irmão
de Jesus dos demais apóstolos?
R: Gal. 1:18-20
Paulo afirma que foi a Jerusalém para ver a Pedro
e não viu nenhum dos apóstolos, a não
ser o apóstolo Tiago, irmão do Senhor,
esse mesmo Tiago que antes da conversão não
era seguidor de Jesus (Mat. 13:55).
8- Os irmãos de Jesus eram casados?
R: I Cor. 9:5
Paulo pergunta: “não temos direito de levar
conosco uma mulher irmã ou uma esposa crente,
como também os demais apóstolos e os irmãos
do Senhor e Cefas?” Aqui fica claro mais de uma
vez que quando se tratava de irmão de fé os
apóstolos faziam distinção dos irmãos
de sangue.
CONCLUSÃO: DEUS e por todos nos 2 Tessalonicenses
cap 2 vers 13 e 14 diz Mas devemos sempre dar graças
a Deus por vós, irmãos amados do Senhor,
por vos ter Deus elegido desde o princípio para
a salvação, em santificação
do Espírito, e fé da verdade., 14- Para o
que pelo nosso evangelho vos chamou, para alcançardes
a glória de nosso Senhor Jesus Cristo.

MUITOS SÃO CHAMADOS, MAS POUCOS, ESCOLHIDOS
No Evangelho de Mateus capítulo 22, versículo
14, disse Jesus aos príncipes dos sacerdotes e aos
fariseus: Muitos são chamados, mas poucos, escolhidos.
Então muitos dirão: Porque o Senhor não
salva a todos, mas apenas um pequeno número dentre
os chamados, se a palavra declara (Atos 10.34) que Deus
não faz acepção de Pessoas? E no livro
de João 3.16, Jesus disse que Deus amou o mundo
de tal maneira que deu o seu filho unigênito, para
todo aquele que nele crê, não pereça,
mas tenha a vida eterna
Para entendermos melhor o porquê poucos serão
escolhidos, vamos meditar na palavra do Senhor Jesus, Evangelho
de Mateus 7.21, onde Ele disse: Nem todo que diz Senhor,
Senhor, herdará o Reino dos Céus, mas aquele
que faz a vontade do meu Pai que está no Céu.
Agora já temos um indicativo do caminho que verdadeiramente
conduz a salvação: Primeiramente se faz necessário
ouvir a voz do Senhor Jesus quanto ao chamado, e fazer
a vontade do Deus Pai que está no Céu.
E como podemos ouvir a voz do Senhor Jesus? No livro de
Apocalipse 3.20, Ele disse: Eis que estou à porta
e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta,
entrarei em sua casa e com ele cearei, e ele, comigo.
O Senhor Jesus, está batendo em sua porta, falando
em seu coração, não deixe-O do lado
de fora, ouça a voz do seu Espírito Santo,
abra o seu coração e deixe-O entrar, e você vai
cear com Ele, vai participar da alegria de ser o seu servo,
Ele irá fartar a sua fome e saciar a sede do seu
espírito. Vai lhe dar muita paz em seu coração
e a vida eterna para você e a sua casa. Jesus vai
te revelar coisas grandes e firmes que não sabes.
Creia verdadeiramente em Jesus Cristo como único
Senhor e Salvador da sua vida e serás salvo, tu
e a tua casa. Isto sim, é ouvir o chamado do Senhor
Jesus.
Porque quando abrimos o coração, o Espírito
Santo de Deus realiza um trabalho íntimo na alma
humana, é pessoal e todo desejo de santificação é nutrido
por Ele. Cada impulso para o bem e para a verdade é implantado
por Ele. Seu trabalho é indispensável à convicção,
ao arrependimento e conversão para a salvação
da vida eterna.
O Senhor Jesus ainda adverte que para herdarmos a vida
eterna é indispensável entrar pela porta
estreita, porque larga é a porta, e espaçoso
o caminho que conduz à perdição, e
muitos são os que entram por ela; porque estreita é a
porta, e apertado, o caminho que leva à vida eterna,
e poucos há que a encontrem, porque muitos são
chamados, mas poucos, escolhidos.
Entrar pela porta estreita é renunciar as obras
carne, as quais são: Prostituição,
impureza, lasciva, idolatria, feitiçaria, inimizades,
porfias (contenda, rivalidade, disputa), ciúmes,
vaidades, iras, discórdias, facções,
inveja, bebedices, glutonarias, mentiras, vícios
e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais o Senhor
antecipa que não herdarão o Reino de Deus
os que tais coisas praticam, porque esse é o caminho
largo que conduz a perdição.
Jesus declarou também que para que sejamos um dos
seus escolhidos é imprescindível fazer a
vontade do Pai, a qual é viver em santidade e participar
do fruto do Espírito que é: Amor, paz, alegria,
benignidade, caridade, bondade, fidelidade, mansidão,
domínio próprio. Contras estas coisas não
há lei e os que são de Cristo Jesus crucificaram
a carne, com as suas paixões infames e cobiças
pelo pecado.
Na palavra de Deus, não há fundamento para
que possamos formular cálculo de porcentagem dos
escolhidos entre os chamados, na vinda do Senhor Jesus
para arrebatamento da sua igreja, entretanto há alguns
exemplos clássicos no Antigo Testamento, que servem
de sombra para nossa apreciação e meditação.
Basta observar o capítulos 6 e 7 do livro de Gênesis,
por ocasião do dilúvio, quando o Senhor Deus
viu que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra
e que toda imaginação dos pensamentos de
seu coração era maldade continuamente.
Então, arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem
sobre a terra, e pesou-lhe em seu coração.
E disse o Senhor: Destruirei o homem de sobre a face da
terra. Noé, porém, foi agraciado aos olhos
do Senhor porque era justo. Então, disse Deus a
Noé: Entra tu e toda a tua casa na arca, porque
te hei visto justo diante de mim nesta geração.
E salvaram-se Noé, sua esposa, os três filhos
com as respectivas esposas, ou seja, de toda a população
da terra, apenas oito pessoas foram poupadas por Deus,
porque eram justas.
Outra alusão bíblica que autentica a questão
que os escolhidos do Senhor serão pouquíssimos
realmente, é relatado também na antiguidade,
capítulos 18 e19 de Gênesis, período
em que o clamor do pecado do povo subiu a face do Senhor
e não houve outra deliberação a não
ser a destruição das cidades de Sodoma e
Gomorra pelo fogo e enxofre devido ao agravamento do pecado
daqueles povos pela promiscuidade e violência. Numa
região onde habitava milhares de pessoas, foram
resgatados apenas Jó, sua esposa e duas filhas.
Porem, ao apartarem-se em retirada, a esposa de Jó olhou
para traz e foi convertida numa estátua de sal
A palavra relata ainda que dos seiscentos mil homens do
povo de Israel, acima de 20 anos que foram libertos da
escravidão do Egito pelas mãos poderosas
do Senhor Deus, apenas Josué e Calebe herdaram a
terra prometida, porque Deus não se agradou da maior
parte deles, pelo que foram prostrados no deserto.
Tudo isso lhes sobreveio como figuras, e estão escritas
para aviso nosso, para quem já são chegados
os fins dos séculos.
O conhecimento da verdade nos dá a certeza que para
estarmos entre os poucos escolhidos na vinda de Cristo
não basta apenas ser membro de uma organização
religiosa, cumprir os rituais e doutrinas da igreja e contribuir
financeiramente, como se fosse possível subornar
a mente de Deus. Não basta apenas absorver a palavra
literária, é preciso muito mais que tudo
isso, é indispensável que a mensagem da cruz
entre no seu coração e venha gerar o arrependimento,
a conversão, o nascer da água e do Espírito,
tornando-se uma nova criatura lavada e remida pelo sangue
do cordeiro inocente.
Evangelho de Lucas 12.32, disse Jesus: Não temas, ó Pequeno
rebanho, porque a vosso Pai agradou dar-vos o Reino do
Céu.
CONCLUSÃO: Que Senhor esteja abençoando
a todos abundantemente

DEUS CURA// VEJA CAPS E VERS DO QUE O SENHOR FAZ
Ex 15:26 – Em Mara o Senhor lhes deu leis e ordenanças,
e os colocou à
prova, dizendo-lhes: "Se vocês derem atenção
ao Senhor, o seu Deus, e
fizerem o que Ele aprova, se derem ouvidos aos seus mandamentos
e
obedecerem a todos os seus decretos, não trarei sobre
vocês nenhuma
das doenças que eu trouxe sobre os egípcios, pois
Eu sou o Senhor que
os cura".
Ex 23:25-26 – Prestem culto ao Senhor, o Deus de vocês,
e Ele os
abençoará, dando-lhes alimento e água. Tirarei
a doença do meio de
vocês. Em sua terra nenhuma grávida perderá o
filho, nem haverá mulher
estéril. Farei completar-se o tempo de duração
da vida de vocês.
Nm 23:19 – Deus não é homem
para que minta, nem filho de homem para
que se arrependa. Acaso Ele fala, e deixa de agir? Acaso promete,
e
deixa de cumprir?
Is 53:4-5 – Certamente Ele tomou
sobre si as nossas enfermidades e
sobre si levou as nossas doenças.
Sl 103:1-3 – Bendiga o Senhor
a minha alma! Bendiga o Senhor todo o
meu ser! Bendiga o Senhor a minha alma! Não esqueça
nenhuma de suas
bênçãos! É Ele que perdoa todos os
seus pecados e cura todas as suas
doenças.
Mt 8:16-17 – Ao anoitecer foram
trazidos a Ele muitos endemoninhados,
e Ele expulsou os espíritos com uma palavra e curou todos
os doentes.
E assim se cumpriu o que fora dito pelo profeta Isaías: "Ele
tomou
sobre si as nossas enfermidades e sobre si levou as nossas doenças".
I Pedro 2:24 - Jesus mesmo levou em seu corpo os nossos pecados
sobre
o madeiro, a fim de que morrêssemos para os pecados e vivêssemos
para
a justiça; por suas feridas vocês foram curados.
Sl 107:20 – Ele enviou a sua palavra
e os curou, e os livrou da morte.
Pv 4:20-22 – Meu filho, escute o que lhe digo: preste
atenção às
minhas palavras. Nunca as perca de vista; guarde-as no fundo
do
coração, pois são vida para quem as encontra
e saúde para todo o seu
ser
Sl 105:37 - Então Deus tirou os israelitas daquele país,
e eles
levaram consigo prata e ouro. Todos eram fortes e cheios de saúde.
OUTRA VERSÃO: Então, fez sair o seu povo, com prata
e ouro, e entre as
suas tribos não havia um só inválido.
Mc 1:40-42 – Um leproso aproximou-se
dele e suplicou-lhe de
joelhos:"Se quiseres, podes purificar-me!" Cheio de
compaixão, Jesus
estendeu a mão, tocou nele e disse:"Quero. Seja purificado!"
Imediatamente a lepra o deixou, e ele foi purificado. OUTRA VERSÃO:
Jesus ficou com muita pena dele, tocou nele e disse: "Sim!
Eu quero.
Você está curado".No mesmo instante a lepra
desapareceu, e ele ficou
curado.
Mt 12:15 – Sabendo disso, Jesus
retirou-se daquele lugar. Muitos o
seguiram, e ele curou a todos os doentes que havia entre eles
Mt 14:36 – suplicavam-lhe que
apenas pudessem tocar na borda do seu
manto, e todos os que nele tocaram foram curados (o mesmo que
em Mc
6:56)
Mt 8:16-17 – Ao anoitecer foram
trazidos a ele muitos endemoninhados,
e ele expulsou os espíritos com uma palavra e curou todos
os doentes.
E assim se cumpriu o que fora dito pelo profeta Isaías; "Ele
tomou
sobre si as nossas enfermidades e sobre si levou as nossas doenças".
Lc 6:17-19 - E, descendo com eles, parou numa planura onde se
encontravam muitos discípulos seus e grande multidão
do povo, de toda
a Judéia, de Jerusalém e do litoral de Tiro e de
Sidom,
que vieram para o ouvirem e serem curados
de suas enfermidades; também
os atormentados por espíritos imundos eram curados. E
todos da
multidão procuravam tocá-lo, porque dele saía
poder; e curava todos.
Lc 4:3840; Mt 8:14; Mc 1:29 – Jesus saiu da sinagoga e
foi à casa de
Simão (Pedro). A sogra de Simão estava com febre
alta, e pediram a
Jesus que fizesse algo por ela. Estando ele em pé junto
dela,
inclinou-se e repreendeu a febre que a deixou. Ela se levantou
imediatamente e passou a servi-los.
At 8:6-8 – As multidões atendiam, unânimes, às
coisas que Filipe
dizia, ouvindo-as e vendo os sinais que ele operava. Pois os
espíritos
imundos de muitos possessos saíam gritando em alta voz;
e muitos
paralíticos e coxos foram curados. OUTRA VERSÃO:
e as multidões ouviam
com atenção o que ele dizia. Todos o escutavam
e viam os milagres que
ele fazia. Os espíritos maus, gritando, saíam de
muitas pessoas, e
muitos coxos e paralíticos eram curados.
At 3:1-6 - Pedro e João subiam ao templo para a oração
da hora nona.
Era levado um homem, coxo de nascença, o qual punham diariamente à
porta do templo chamada Formosa, para pedir esmola aos que entravam.
Vendo ele a Pedro e João, que iam entrar no templo, implorava
que lhe
dessem uma esmola. Pedro, fitando-o, juntamente com João,
disse: Olha
para nós. Ele os olhava atentamente, esperando receber
alguma coisa.
Pedro, porém, lhe disse: Não possuo nem prata nem
ouro, mas o que
tenho, isso te dou: em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, anda!
At 14:8-10 - Na cidade de Listra havia um homem que estava sempre
sentado porque era aleijado dos pés. Ele havia nascido
aleijado e
nunca tinha andado. Esse homem ouviu as palavras de Paulo, e
Paulo viu
que ele cria que podia ser curado. Então olhou firmemente
para ele e
disse em voz alta: —Levante-se e fique de pé! O
homem pulou de pé e
começou a andar.
Mt 9:26-30 - Jesus saiu daquele lugar, e no caminho dois cegos
começaram a segui-lo, gritando: —Filho de Davi,
tenha pena de nós!
Assim que Jesus entrou em casa, os cegos chegaram perto dele.
Então
ele perguntou: —Vocês crêem que eu posso curar
vocês? —Sim, senhor!
Nós cremos! —responderam eles. Jesus tocou nos olhos
deles e disse:
—
Então que seja feito como vocês crêem!
E os olhos deles ficaram curados.
1 Co 6:20 – Vocês foram comprados por alto preço.
Portanto,
glorifiquem a Deus com o seu próprio corpo.
Lc 7:21 – Naquele momento Jesus curou muitos que tinham
males, doenças
graves e espíritos malignos, e concedeu visão a
muitos que eram cegos.
Então ele respondeu aos mensageiros: "Voltem e anunciem
a João o que
vocês viram e ouviram: os cegos vêem, os aleijados
andam, os leprosos
são purificados, os surdos ouvem, os mortos são
ressuscitados e as
boas novas são pregadas aos pobres."
Mc 2:1-12; Mt 9:1-8; Lc 5:17-26 – Jesus cura um paralítico
Mt 8:16 – Depois do pôr-do-sol, o povo levou até Jesus
muitas pessoas
que estavam dominadas por demônios. E ele, apenas com uma
palavra,
expulsava os espíritos maus e curava todas as pessoas
que estavam
doentes. Jesus fez isso para cumprir o que o profeta Isaías
tinha
dito: "Ele levou as nossas doenças e carregou as
nossas enfermidades."
Mc 5:24-34; Mt 9:20-22;Lc 8:43-48 - Jesus cura uma mulher que
sofria
há 12 anos de hemorragia
Mc 5:35-43; Mt 9:23-26;Lc 8:49-56 - Jesus ressuscita a filha
de Jairo
Mc 16:16-18 - Quem crer e for batizado
será salvo, mas
quem não crer
será condenado. Aos que crerem será dado o poder
de fazer estes
milagres: expulsar demônios pelo poder do meu nome e falar
novas
línguas; se pegarem em cobras ou beberem algum veneno,
não sofrerão
nenhum mal; e, quando puserem as mãos sobre os doentes,
estes ficarão
curados.
Lc 18:35-42; Mt 20:29-34; Mc 10:46-52 - Jesus cura um mendigo
cego
Lc 17:11-19 – Jesus cura 10 leprosos
At 2:21 - E acontecerá que todo aquele que invocar o
nome do Senhor será salvo.
At 14:9 - Esse homem ouviu as palavras de Paulo, e Paulo viu
que ele
cria que podia ser curado. Então olhou firmemente para
ele e disse em
voz alta: —Levante-se e fique de pé! O homem pulou
de pé e começou a
andar.
At 4:8-10 - Então Pedro, cheio do Espírito
Santo, respondeu:
—
Autoridades e líderes do povo!
Os senhores estão nos perguntando
hoje sobre o bem que foi feito a
este homem e como ele foi curado. Pois então os senhores
e todo o povo
de Israel fiquem sabendo que este homem está aqui completamente
curado
pelo poder do nome de Jesus Cristo, de Nazaré—aquele
que os senhores
crucificaram e que Deus ressuscitou.
Tg 5:15-16 - Essa oração, feita com fé,
salvará a pessoa doente. O
Senhor lhe dará saúde e perdoará os pecados
que tiver cometido.
Portanto, confessem os seus pecados uns aos outros e façam
oração uns
pelos outros, para que vocês sejam curados. A oração
de uma pessoa
obediente a Deus tem muito poder.
1 Pe 2:24 – Ele mesmo levou em
seu corpo os nossos pecados sobre o
madeiro, a fim de que morrêssemos para os pecados e vivêssemos
para a
justiça; Por suas feridas vocês foram curados
1 Co 6:13-15 - Outro vai dizer: "O alimento existe para
o estômago, e
o estômago existe para o alimento." Sim, mas Deus
acabará com os dois.
O nosso corpo não existe para praticar a imoralidade,
mas para servir
o Senhor; e o Senhor cuida do nosso corpo. Pelo seu poder Deus
ressuscitou o Senhor e também nos ressuscitará a
nós. Será que vocês
não sabem que o corpo de vocês faz parte do corpo
de Cristo?
1 Co 6:17 - Mas aquele que se une ao
Senhor é um espírito
com ele.
OUTRA VERSÃO: Porém quem se une com o Senhor se
torna,
espiritualmente, uma só pessoa com ele
Lc 9:1 - Jesus chamou os doze discípulos
e lhes deu poder e autoridade
para expulsar todos os demônios e curar doenças.
At 10:38 – Como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com
espírito Santo e
poder, e como ele andou por toda parte fazendo o bem e curando
todos
os oprimidos pelo diabo, porque Deus estava com ele.

ESTUDO SOBRE PROSPERIDADE: DÍZIMOS E OFERTAS
Muitas pessoas tem problemas sérios na área financeira
por não
contribuir ou contribuir de maneira equivocada.
Pessoas inconstantes em seus dízimos tendem a ser instáveis
na sua
vida financeira. Pessoas que tem dificuldade para dar tem dificuldade
para receber.
Ex.: " Se a pessoa está com a mão fechada
para dar, não receberá.
Para que Deus coloque algo na sua mão ela tem que estar
aberta."
A Palavra de Deus diz :
"Coisa mais bem aventurada é dar do que receber " At
20:35
Uns pecam pelo excesso ,outros pelo descaso,
outros pela ganância,
etc.
Antes porém de entrarmos no assunto de dízimos
ofertas vamos falar um
pouco sobre dinheiro.
O que o dinheiro ?
É um meio de transação,
um instrumento que permite a troca de bens e
mercadorias.
Muitos textos que vamos estudar são do Velho Testamento
e na época que
alguns deles foram escritos ainda não havia moeda.
·Todos os artigos serviam como
artigos de troca. ( gado, prata, ouro, objetos )
·A riqueza era medida, por exemplo, pela quantidade de
gado. Ex Abraão Gn 13:2
O primeiro metal que foi usado como instrumento de troca foi
a prata.
As pessoas trocavam bens por determinado peso em prata:
Gn 23:16
"E Abraão ouviu a Efrom, e
pesou-lhe a prata de que este tinha falado
aos ouvidos dos filhos de Hete, quatrocentos siclos de prata,
moeda
corrente entre os mercadores."
Re 10:29
"E subia e saía um carro do
Egito por seiscentos siclos de prata, e um
cavalo por cento e cinqüenta; e assim, por intermédio
desses
mercadores, eram exportados para todos os reis dos heteus e para
os
reis da Síria."
A quantidade de metal a ser paga era controlada
através
do peso. A
palavra siclo vem do hebraico SIQEL que quer dizer peso. Gn 22:24
Mais tarde começou-se a usar a
moeda de metal ( cerca de 700 AC ),
estampando-se nela seu lugar de origem.
A Natureza do Dinheiro
dinheiro é uma potestade.
Ou seja, ele tem poder em si mesmo. Exerce poder sobre as pessoas.
Mt 6.24
"Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou
há de odiar a um e
amar o outro, ou há de dedicar-se a um e desprezar o outro.
Não podeis
servir a Deus e às riquezas."
Neste texto Jesus usa uma palavra em aramaico para riquezas
: Mamom
Mamom ? riquezas , indica algo que tem natureza pessoal e espiritual.
Não podeis servir a Deus e a Mamom.
·Mamom é um deus rival
·Como um deus ele exige devoção.
·Mamom ( o dinheiro ) tem a tendência
de conduzir as pessoas para
longe do Deus verdadeiro. ( Ex.: o jovem rico : amava a Deus,
mas
amava mais a mamom )
O Dinheiro possui muitas características
de um Deus:
·Dá segurança
·Liberdade
·Poder ( sensação de onipotência
)
·Parece onipresente.
Um dos problemas mais sérios do dinheiro ( mamom ) é que
ele
reivindica a lealdade e amor que pertencem somente a Deus.
Por isso em Lc 14:33 Jesus diz que quem "não
renuncia a tudo quanto
possui" não pode ser seu discípulo.
Temos que aprender a usar o dinheiro que
Deus nos dá (
confia aos
nossos cuidados ), sem amar o dinheiro.
O dinheiro pode ser um empecilho ou um incentivo
·Empecilho : pois se nos apegarmos
a ele, atrapalha nosso
relacionamento com Deus.
·Incentivo : Pois pode ser usado
para intensificar nosso
relacionamento com Deus e com os irmãos.
A bíblia nos fala de pessoas ricas
que andaram com Deus e foram uma
benção para o próximo. ( e.: Abraão.
Salomão, e outros )
Conceitos errados
·O Dinheiro é neutro. (
Nem bom, nem mau )
O dinheiro não é neutro.
Ele pode ser bom se usarmos bem ou pode ser
mau se usarmos mau.
·O Dinheiro não satisfaz
O dinheiro satisfaz sim: Para uma pessoa materialista que ama
o
dinheiro e as coisas que ele pode dar, o dinheiro satisfaz.
·Rico é quem tem muito dinheiro
Você não é rico pela
quantidade de bens (ou dinheiro) que possui, mas
pela quantidade de coração que coloca neles.
Uma pessoa pode ter muito dinheiro e ser pobre para Deus. Outras
podem ter pouco dinheiro e ser ricas para Deus.
Você é pobre quando o que tem é seu. Você é realmente
rico quando o
que tem é dos outros.
O Senhor e o dinheiro
Qual a relação de Deus com
o dinheiro ?
Ag 2:8
"Minha é a prata, e meu é o ouro, diz o Senhor
dos exércitos."
I Cr 29:12
"Tanto riquezas como honra vêm
de ti, tu dominas sobre tudo, e na tua
mão há força e poder; na tua mão
está o engrandecer e o dar força a
tudo"
Nestes textos vemos que todo o ouro , toda a prata, todas as
riquezas
são do Senhor, pertencem a Ele, estão sob o seu
domínio.
(Até o dinheiro que está no
seu bolso agora )
Até o dinheiro que temos não é nosso, é de
Deus.
·Deus nos dá para administrarmos
para Ele
·Sejamos então bons administradores.
·Usemos de acordo com a vontade
Dele.
·Segundo as prioridades Dele.
·Usemos para abençoar os
outros.
Deus nos dá o dinheiro não
para que sejamos escravos dele, ou amemos a
ele ou sirvamos a ele, mas para que façamos bom uso dele.
O nosso coração não
deve estar no dinheiro, e sim no Senhor.
O objetivo de Deus não é nos
tornar ricos, mas sim nos tornar
semelhantes a Jesus.
O que é dizimo ?
O conceito é simples : décima
parte ou 10 %
Consiste em devolvermos ao Senhor a décima
parte ( ou seja 10 % ) de
tudo que ele nos dá.
Por que Deus quer 10 por cento ?
1) Porque Ele é misericordioso
e bom .
·De quem é todo ouro, toda
prata e todo dinheiro ? ( do Senhor )
·De que é o mundo e tudo que nele há ?
( do Senhor )
Nós plantamos, colhemos, trabalhamos, recebemos, vivemos
e respiramos
no mundo que é do Senhor. E ele só pede em troca
10 % do que
recebemos.
Ex.: arrendamento de terras ( 1/3 ou 1/2 para o dono da terra
)
2) Quer produzir em nós fé e obediência
Deus não precisa de dinheiro. Ele não
precisa do nosso dinheiro. Mas
quer que sejamos fiéis e obedientes, desprendidos do dinheiro
e
atentos as necessidades uns dos outros.
Para isso precisamos ter fé que Ele cuida de nós,
depender Dele para
nosso sustento. Precisamos saber que nosso sustento vem do Senhor
e
não do salário.
O que diz a bíblia ?
Dt 14:22
"Certamente darás os dízimos
de todo o produto da tua semente que cada
ano se recolher do campo."
Lv 27:30
"Também todos os dízimos
da terra, quer dos cereais, quer do fruto das
á
rvores, pertencem ao senhor; santos são ao Senhor."
dízimo pertence ao Senhor , é propriedade dele.
Não nossa.
O dízimo não é parte da nossa renda que
damos ao Senhor. São os 10%
pertencentes a Deus dentre tudo que Ele nos dá. ( É Dele
)
Nós não damos o dízimo, nos devolvemos
o dízimo ao Senhor. ( é
propriedade dele )
Por isso não devemos retirar do que sobra e sim das primícias
da nossa
renda. Pv 3:9
Muitas pessoas que não devolvem o dízimo e retém
para si, ou usam o
dinheiro do dizimo para outras coisas, estão usando dinheiro
do Senhor
e não seu. ( Estão sendo infiéis e desobedientes
)
Ex.: Este conceito estava presente estava
presente desde a criação
o
mundo, no jardim do Éden ( Adão , Eva e a Árvore
). Desobedecendo
este principio eles trouxeram problemas para si e para toda
humanidade.
Dar o dízimo é uma questão de fidelidade
e obediência ao Senhor.
Quando não somos fiéis no dízimo e usamos
o dinheiro que é do Senhor
para outras coisas, estamos roubando a Deus.
Ml 3:8-9
"Roubará o homem a Deus? Todavia vós
me roubais, e dizeis: Em que te
roubamos? Nos dízimos e nas ofertas alçadas. Vós
sois amaldiçoados com
a maldição; porque a mim me roubais, sim, vós,
esta nação toda."
Quando não damos o dízimo trazemos maldição
para nós mesmos.
Às vezes a pessoa não dá o dízimo
e acaba gastando mais com farmácia.
Não dá porque nunca sobra. ( mas não é para
dar a sobra )
Não dá porque está sempre
em dificuldade financeira. ( mas se
continuar a roubar a Deus vai continuar assim )
Não estou dizendo que toda dificuldade financeira é proveniente
da
retenção do dízimo, ou que o dízimo é uma
fórmula mágica para reverter
qualquer crise financeira.
Mas existe um princípio de fé e obediência
por traz do dízimo que se
seguirmos seremos abençoados.
Ml 3:10-11
"Trazei todos os dízimos à casa
do tesouro, para que haja mantimento
na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos
exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu,
e não derramar sobre
vós tal bênção, que dela vos advenha
a maior abastança. Também por
amor de vós reprovarei o devorador, e ele não destruirá os
frutos da
vossa terra; nem a vossa vide no campo lançará o
seu fruto antes do
tempo, diz o Senhor dos exércitos."
Sempre que obedecemos um princípio de Deus nós
somos abençoados; e
nesse caso não é diferente. O Senhor diz que:
·Abrirá as janelas do céu.
·Repreenderá o devorador
·Fará nossa terra dar frutos.
Isto é conseqüência de fé e obediência.
Este texto também nos mostra para quem devemos entregar
os dízimos
O texto diz "minha casa"
Qual é a casa de Deus ?
? A Igreja.
? Casa do tesouro ( Cristo é o
tesouro )
Nós devolvemos os dízimos à Igreja, ou mais
especificamente, aos
homens que Deus colocou para governar a Igreja.
Não vamos entrar aqui na questão de como os dízimos
são aplicados. Mas
vemos no V.T. que ele tinha uma finalidade específica:
Era para sustento dos levitas : Povo que cuidava da casa de
Deus.
Dt 26:12
Nm 18:21
Quando o povo de Israel chegou à terra
prometida, foi feita uma
divisão da terra entre as tribos de Israel. Os levitas
não receberam
nenhuma parte. Deus os separou para si. Eles só trabalhariam
para o
Senhor e o próprio Senhor cuidaria deles.
Por isso Deus reverteu os dízimos
para eles.
O povo de Israel é uma figura
da Igreja; e os levitas representam as
pessoas que servem na casa de Deus, ou seja, os presbíteros
e diáconos
que governam e administram a igreja.
Vemos então que o dinheiro do dízimo não é para
construção de templos,
aquisição de bens para a igreja, reformas, campanhas,
etc. Este
dinheiro deve vir de outra fonte.
O dízimo é para sustento
dos obreiros. ( pessoas que se dedicam
exclusivamente a obra de Deus )Lei x Graça
Algumas pessoas dizem:
" Esta coisa de dízimo vem da lei, e como estou
livre da lei não preciso dar "
Este é um grande engano, pois a lei estabelece o dízimo
e o coloca
como uma ordenança ( embora ninguém deva dar o
dízimo por obrigação )
, mas o dízimo existe muito antes da lei.
O conceito de dízimo não
vem da lei.
·Vimos que o princípio do dízimo já estava
no Éden ( fidelidade )
·Vemos também que 700 anos antes da lei, Abraão
deu o dízimo de todos
os seus bens a Melquizedeque, sacerdote do Deus Altíssimo.
( figura de
Jesus )
Gn 14:18-20
·Melquizedeque era rei, não precisava ser sustentado
por Abraão.
·Abraão deu o dízimo
num sinal de reconhecimento da soberania e
autoridade de Melquizedeque. ( reverência )
·Nem era uma exigência de
Deus. Ele deu espontaneamente.
·Mais tarde seu neto Jacó seguiu seu exemplo e
deu o dízimo quando
teve a revelação da casa de Deus. Gn 28:22
A lei regulamenta o dízimo, mas o princípio do
dízimo é muito mais
profundo, e não depende da lei.
A graça sempre excede a lei, vai além. A velha
aliança era baseada na
lei de Moisés, mas a nova aliança é baseada
na graça.
Velha Aliança
Nova Aliança
Deus precisou fazer uma marca na carne
para mostrar a aliança
(
circuncisão ) Gn17:10-11
Deus faz uma marca no coração, no nosso espírito
Fp 3:3 Ef 2:11-15
Deus deu a lei escrita em tábuas
de pedra
Ex 31:18
Deus Grava sua lei em nossos corações
Hb 10:16
Deus estabelece um percentual da renda de todo homem para lhe
ser
devolvido, a fim de lembrar-lhe que tudo o que possui provém
do
Senhor. Gn 28:22 Dt 14:23
Deus não estabelece um percentual, mas nos deixa livres
para dar
tudo. Uma vez que renunciamos a tudo por Jesus, nada mais é nosso
, é
tudo dele. Lc 14:33
Fala de uma nação terrena
( Israel ) com promessas terrenas e
esperanças terrenas.
At 1:6
Fala de uma nação espiritual ( Igreja ), celestial, com promessas
e
esperanças eternas. Fp 3:20-21 I Jo 3:1-2
A Nova Aliança é muito superior a Velha, ela vai
sempre além.
No sermão do monte cristo faz uma comparação
entre os mandamentos de
Moisés (lei) e os seus mandamentos (graça).
Lei
Graça
Proibia-se o homicídio
Mt 5:21-23
Proíbe-se até a ira.
Proibia-se o adultério
Mt 5:27-28
Proíbe-se ate o olhar impuro
Exigia-se o amor ao próximo, mas permitia o ódio
ao inimigo.
Mt 5:43-44
Exige-se o amor ao próximo, aos irmãos, aos inimigos e também
orar
pelos que vos perseguem.
Exigia-se o dízimo
Mt3:8 Lc 14:25-33
Exige-se a vida e tudo quanto possui.
Deste modo vemos que pela graça Deus não
exige 10%. Ele exige tudo.
O mínimo que podemos dar é o dízimo,
conforme diz a lei ( e estaremos
seguindo a lei ). Mas pela graça estamos livres para dar
mais.
Mt 5:20
"Pois eu vos digo que, se a vossa justiça não
exceder a dos escribas e
fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus."
O significado mais profundo do dízimo é :
? "Deus não é Senhor apenas de 10% de minhas
finanças, Ele é
Senhor de tudo (100%)."
As bênçãos que seguem o dízimo
O que queremos mostrar aqui não é que se você der
o dízimo deus vai
enriquecê-lo, ou que todos os seus problemas financeiros
serão
solucionados. Não é com esse objetivo que devemos
dar o dízimo.
O que queremos mostrar é que este é um princípio
de Deus e pelo fato
de obedecermos a um princípio de Deus somos abençoados.
Pv 3:9
"Honra ao Senhor com os teus bens, e com as primícias
de toda a tua renda."
Rm 11:16
"Se as primícias são santas, também
a massa o é; e se a raiz é santa,
também os ramos o são."
Devolvendo o dízimo estamos honrando a Deus e em conseqüência
disto
santificando toda a nossa renda.
Damos uma parte a Deus e Ele faz prosperar o restante.
Ml 3:10-11
"Trazei todos os dízimos à casa
do tesouro, para que haja mantimento
na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos
exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu,
e não derramar sobre
vós tal bênção, que dela vos advenha
a maior abastança. Também por
amor de vós reprovarei o devorador, e ele não destruirá os
frutos da
vossa terra; nem a vossa vide no campo lançará o
seu fruto antes do
tempo, diz o Senhor dos exércitos."
Diz que devemos provar ( experimentar
) o Senhor. Ele abrirá as
janelas do céu e derramará as bênçãos
sem medidas
·O contribuinte fiel não
passa necessidades.
·Deus faz o seu pouco prosperar
e ser suficiente.
Ofertar é dar.
Na bíblia o seu conceito está ligado a idéia
de sacrifício.
È dar algo que nos custe, que é valioso para nós.
II Sm 24:22-24
"Então disse Araúna a Davi: Tome e ofereça
o rei meu senhor o que bem
lhe parecer; eis aí os bois para o holocausto, e os trilhos
e os
aparelhos dos bois para lenha. Tudo isto, ó rei, Araúna
te oferece.
Disse mais Araúna ao rei: O Senhor teu Deus tome prazer
em ti. Mas o
rei disse a Araúna: Não! antes to comprarei pelo
seu valor, porque não
oferecerei ao Senhor meu Deus holocaustos que não me custem
nada.
Comprou, pois, Davi a eira e os bois por cinqüenta siclos
de prata."
Não devemos ofertar ao senhor algo que não custe
nada para nós.
( Ex.: os reis magos )
Na bíblia encontramos vários
tipos de ofertas:
·Queimada
·Pelo pecado
·Pacífica
·Movida
·De libação
·De ação de graças
·De incenso
·Dos primeiros frutos
·Pelo ciúme
·Para Redenção
Ex.: Lv 6:24-30
Estas ofertas ou sacrifícios eram requeridas com muitas
exigências e
sempre visavam a obtenção de uma dádiva
perdoadora.
·Não era qualquer tipo de
oferta
·Nem todos podiam ofertar
·Só o sumo sacerdote ofertava e através
dele o perdão era concedido ao povo.
Todas as bênçãos, redenção,
perdão de pecados, nós já possuímos
em
CRISTO. Por isso todos estes tipos de ofertas e sacrifícios
foram
abolidos pela obra de Jesus na cruz.
Todo ritual religioso judaico foi abolido por Jesus.
Haviam porém dois tipos de ofertas entre o povo de Deus
que não
estavam associadas a obtenção de alguma benção,
ou perdão de pecados,
nem a um ritual religioso, mas sim ao princípio de dar,
de contribuir.
Por isso não foram abolidas e são
referenciadas no Novo testamento,
praticadas pelos discípulos da Igreja primitiva e usadas
até hoje.
Ofertas voluntárias
Oferta voluntária é a que
oferecemos ao Senhor (ou ao necessitado,
como ao Senhor), espontaneamente, por livre vontade.
Dt 16:10
"Depois celebrarás a festa
das semanas ao Senhor teu Deus segundo a
medida da oferta voluntária da tua mão, que darás
conforme o Senhor
teu Deus te houver abençoado."
Ex 35:21-22
"E veio todo homem cujo coração o moveu,
e todo aquele cujo espírito o
estimulava, e trouxeram a oferta alçada do Senhor para
a obra da tenda
da revelação, e para todo o serviço dela,
e para as vestes sagradas.
Vieram, tanto homens como mulheres, todos quantos eram bem dispostos
de coração, trazendo broches, pendentes, anéis
e braceletes, sendo
todos estes jóias de ouro; assim veio todo aquele que
queria fazer
oferta de ouro ao Senhor."
I Cr 29:6-8;13-17
"Então os chefes das casas
paternas, os chefes das tribos de Israel, e
os chefes de mil e de cem, juntamente com os intendentes da obra
do
rei, fizeram ofertas voluntárias; e deram para o serviço
da casa de
Deus cinco mil talentos e dez mil , dracmas de ouro, e dez mil
talentos de prata, dezoito mil talentos de bronze, e cem mil
talentos
de ferro."
"Agora, pois, ó nosso Deus, graças
te damos, e louvamos o teu glorioso
nome. Mas quem sou eu, e quem é o meu povo, para que pudéssemos
fazer
ofertas tão voluntariamente? Porque tudo vem de ti, e
do que é teu to
damos. Porque somos estrangeiros diante de ti e peregrinos, como
o
foram todos os nossos pais; como a sombra são os nossos
dias sobre a
terra, e não há permanência: Ó Senhor,
Deus nosso, toda esta
abundância, que preparamos para te edificar uma casa ao
teu santo
nome, vem da tua mão, e é toda tua. E bem sei,
Deus meu, que tu sondas
o coração, e que te agradas da retidão.
Na sinceridade de meu coração
voluntariamente ofereci todas estas coisas; e agora vi com alegria
que
o teu povo, que se acha aqui, ofereceu voluntariamente."
Ofertas alçadas
Oferta alçada é a levantada com uma finalidade
específica.
No V.T. foram usadas principalmente para
a construção
do templo ( I Cr
29 ). No N.T. era usada principalmente para suprir as necessidades
dos
discípulos.
I Co 16:1-2
"Ora, quanto à coleta para os santos fazei vós
também o mesmo que
ordenei às igrejas da Galiléia. No primeiro dia
da semana cada um de
vós ponha de parte o que puder, conforme tiver prosperado,
guardando-o, para que se não façam coletas quando
eu chegar."
Fp 4:16
"Porque estando eu ainda em Tessalônica, não
uma só vez, mas duas,
mandastes suprir-me as necessidades."
O que distingue a oferta voluntária da oferta alçada é que
a alçada
tem uma finalidade específica, a voluntária não.
Mas segundo a palavra de Deus, toda oferta
de ser voluntária,
ou seja
espontânea, até mesmo as ofertas alçadas.
Elas devem ser dadas de
coração.
Ninguém pode ser forçado a contribuir. A oferta é obra
de Deus no
coração do homem.
A prática dos Apóstolos
O que nos chama a atenção no Novo Testamento é que
os apóstolos não
falavam nem pregavam sobre dízimos e sim sobre ofertas.
Isto por causa
do princípio de vida da Igreja.
At 2:42-47
"E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão,
no partir do
pão e nas orações. Em cada alma havia temor,
e muitos prodígios e
sinais eram feitos pelos apóstolos. Todos os que criam
estavam unidos
e tinham tudo em comum. E vendiam suas propriedades e bens e
os
repartiam por todos, segundo a necessidade de cada um. E, perseverando
unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão
em casa, comiam com
alegria e singeleza de coração, louvando a Deus,
e caindo na graça de
todo o povo. E cada dia acrescentava-lhes o Senhor os que iam
sendo
salvos."
·Eles perseveravam no partir do pão
·Repartiam tudo
·Não viviam mais para si,
mas para o Senhor.
Não havia necessidade dos apóstolos
falarem e dar 10% quando as
pessoas depositavam tudo a seus pés.
At 4:32-37
"Da multidão dos que criam, era um só o coração
e uma só a alma, e
ninguém dizia que coisa alguma das que possuía
era sua própria, mas
todas as coisas lhes eram comuns. Com grande poder os apóstolos
davam
testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em
todos eles havia
abundante graça. Pois não havia entre eles necessitado
algum; porque
todos os que possuíam terras ou casas, vendendo-as, traziam
o preço do
que vendiam e o depositavam aos pés dos apóstolos.
E se repartia a
qualquer um que tivesse necessidade. então José,
cognominado pelos
apóstolos Barnabé (que quer dizer, filho de consolação),
levita,
natural de Chipre, possuindo um campo, vendeu-o, trouxe o preço
e o
depositou aos pés dos apóstolos"
·Havia necessidade de dízimo
?
·Eles ofertavam tudo.
·Isto vai além ( graça
) de contribuir ou ofertar parte da renda.
·Isto vai além ( graça
) de dar 10 %
·Significa que o que é meu é dos irmãos
e que a necessidade dos irmão
é a minha necessidade.
·Significa que tudo o que é meu é do
Senhor.
Para isso é necessário uma profunda operação
do Espírito Santo no
nosso coração levando-nos a um intenso compromisso
com os irmão em
amor.
É
interessante observarmos que não foi nenhum deles que
teve esta
idéia ou decidiu mudar : "De agora em diante não
daremos mais os
dízimos !" . Foi obra do Espírito Santo no
coração do povo.
Para isso precisamos entender que a nossa
pátria está no
céu e não na
terra Fp 3;20 Hb 11:15-16
Em favor de quem devemos ofertar
Aos pobres e necessitados
( A igreja também tem pobres )
1)De sua própria casa ( pais, irmãos,
etc. ) I Tm 5:8
2)Aos da família da fé ( irmãos
) Gl 6:10
3)A todos os homens ( =/= de bêbados,
mendigos,... ) Gl 2:10
Diz respeito a sustento e vestimenta
Para a obra de Deus
1)Na localidade
-Para sustento dos presbíteros e diáconos
I Tm 5:17-18
-Demonstrando gratidão.
-Suprindo necessidades da igreja.
2)Fora da localidade
-Missionários obreiros e apóstolos
Fp 4:14-19
Como ofertar
Qual deve ser a nossa atitude ao contribuir?
A bíblia nos ensina claramente
a respeito desse assunto :
·Dar com discrição
( ser discreto ) Mt 6:2-3
·Dar livremente Lc 6:38
·Dar como ao Senhor II Co 8:5
·Ser Generosos II Co 8:2
·Deve ser prova de nosso amor II
Co 8:24
·Deve ser de acordo com o que temos
II Co 8:12;15
·Deve glorificar a Deus II Co 9:13
·Não ser legalistas ( dar de coração
)
-Dar porque tem que dar
-Dar para cumprir a lei ( principalmente
c/ relação
ao dízimo )
-Dar para se sentir justificado
-Sensação de dever cumprido
·Não ser mercenário com Deus ( dar em troca
de alguma benção )
·Não ser justo aos próprios
olhos
·Ser constante nas contribuições
·Planejar suas ofertas
·Estar atento às necessidades dos irmãos.
A Lei da Semeadura
II Co 9:6;10
"Mas digo isto: Aquele que semeia pouco, pouco também
ceifará; e
aquele que semeia em abundância, em abundância também
ceifará"
"Ora, aquele que dá a semente ao que semeia, e pão
para comer, também
dará e multiplicará a vossa sementeira, e aumentará os
frutos da vossa
justiça."
A semente e pão
O pão é para alimento, a semente é para
semear.
Nosso dinheiro também tem estas
duas finalidades: Sustento e Semear ( dar )
No verso 6 diz :
-Quem semeia pouco colhe pouco
-Quem semeia muito colhe muito
É o contrário da poupança:
Poupança : " Quanto mais guarda
mais tem "
Semeadura : " Quanto mais semeia ( dá )
mais colhe ( recebe )
Ajuntar muito dinheiro não é uma boa idéia,
pois não sabemos o dia de
amanhã. Podemos morrer, deixar a conta cheia e perder
a oportunidade
de ofertar e repartir.
Lc 12:15-25 ( o rico insensato )
Ec 11:1-4
"Lança o teu pão sobre as águas,
porque depois de muitos dias o
acharás. Reparte com sete, e ainda até com oito;
porque não sabes que
mal haverá sobre a terra. Estando as nuvens cheias de
chuva,
derramam-na sobre a terra. Caindo a árvore para o sul,
ou para o
norte, no lugar em que a árvore cair, ali ficará.
Quem observa o
vento, não semeará, e o que atenta para as nuvens
não segará. Lançai o
vosso pão sobre as águas
·Lançai o vosso pão sobre as águas
·Repartir, dar, abençoar os outros e ser abençoado."
·Quem observa o vento (circunstâncias ) não
semeara
A oferta da viúva pobre
Mt 12:41-44
Este é um texto muito conhecido. A viúva
deu apenas uma moeda e sua
oferta foi considerada maior do que a dos ricos que ofertavam
muito.
Ela deu 2 leptos ( 1 moeda ) , talvez na hora de se usar esta
moeda
pouca coisa se faria com ela. Mas diante de Deus foi uma grande
oferta.
Jesus explica porque:
-Todos deram do que sobrava.
-Ela deu tudo o que tinha para seu sustento ( 100% )
Aqui nos aprendemos 3 princípios
para ofertar:
1) Amor
-Ninguém mandou ela dar tudo.
-Ela ofertou livremente
-Era algo espontâneo, honrando a
Deus e sua obra
-Deu por amor a Deus e seu reino
2) Fé
-Ela deu tudo, não ficou com nada,
nem para o seu sustento
-Jesus não demonstra nenhuma pena
dela.
-Ele sabia que a mulher estava acionando
um princípio
poderoso de Deus
para o seu suprimento : a Fé.
-Dar quando se tem muito é fácil
-Dar do que sobra é mais fácil
ainda
-Mas dar quando se tem necessidade exige
fé.
Este é o princípio de Deus que abre as janelas
do céu Ml 3:10
-Isto significa confiar mais em Deus do que nas riquezas.
-É ter fé que Deus proverá o
meu sustento independente do dinheiro.
USE ESTES PRINCIPIOS E O ''DEUS TODO PODEROSO''
IRÁ LHE
ABENÇOAR EM
NOME DE ''JESUS CRISTO DE NAZARE''

ESTUDO BIBLICO DA MULHER
O Trabalho das Mulheres
No evangelho. Há muitas maneiras
nas quais mulheres podem servir no
evangelho. Lucas 2:36-38 menciona que Ana orava continuamente.
Nenhuma
responsabilidade maior do que a oração existe e
as mulheres têm o
direito igual ao dos homens a se aproximarem do trono de Deus
em
oração.
As mulheres podem ensinar. Enquanto não
pode ter autoridade sobre os
homens, a mulher cristã pode e deve ensinar outras mulheres
e crianças
(Tito 2:3-5), e se ela mantém um espírito humilde,
pode também ajudar
os homens a entenderem melhor as Escrituras (Atos 18:24-26).
No
primeiro século, as mulheres profetizavam (Atos 2:17-18;
21:9), isto
é
, revelavam a vontade de Deus pela inspiração do
Espírito Santo.
Débora, no Velho Testamento, era uma mulher bastante procurada
por
causa de seu sábio aconselhamento. A fé de Timóteo
foi atribuída à
influência de sua mãe e avó, as quais eram
devotas. As mulheres
cristãs devem conhecer as Escrituras e serem capazes de
mostrar
humildemente qual é a vontade de Deus.
O Novo Testamento ressalta freqüentemente
o trabalho que as mulheres
faziam, sem especificar exatamente qual era esse trabalho (Romanos
16:12; Filipenses 4:2-3; Atos 1:14; 9:2; 17:12). As mulheres
devem
trabalhar para encorajar, admoestar e edificar.
Através do exemplo de uma vida
espiritual, as mulheres devem adornar o
evangelho de Cristo (Tito 2:3-5). Pedro mostra que as mulheres
devem
dar mais importância ao caráter interior e menos à aparência
externa
(1 Pedro 3:1-6). Tanto os homens quanto as mulheres devem ser
o sal da
terra e a luz do mundo (Mateus 5:13-16). Enfim, mulheres e homens
são
iguais diante de Deus e ambos têm maneiras importantes
pelas quais
devem servir a Deus (Gálatas 3:28).
No serviço. Quando lembramos que
Jesus disse que o maior no reino de
Deus será aquele que serve (Marcos 10:35-45), então
parece muito
provável que as pessoas maiores no reino têm sido
as mulheres. A
Bíblia menciona várias mulheres, por exemplo: Dorcas,
que
continuamente praticava ações de bondade e caridade
(Atos 9:36-39);
uma Maria que "muito trabalhou por vós" (Romanos
16:6); Febe que
servia à igreja de Cencréia (Romanos 16:1-2); e
Maria, irmã de Marta e
de Lázaro, que ungiu o corpo de Jesus para seu sepultamento
(Marcos
14:3-9). A Bíblia raramente menciona mulheres cristãs
sem falar sobre
suas boas obras (1 Timóteo 2:9-10; 5:10).
No lar. Deus criou a mulher porque viu que o homem precisava
de uma
companheira (Gênesis 2:18-24). Homens e mulheres são
dependentes uns
dos outros (1 Coríntios 11:11). As esposas têm responsabilidade
especial como donas de casa (1 Timóteo 5:14; Tito 2:3-5).
Provérbios
31 fala extensamente sobre a bênção que uma
boa esposa é para o seu
esposo.
As mães têm um papel muito importante na educação
de seus filhos. É
triste que a sociedade moderna desdenhe as mulheres que devotam
tempo
integral à criação dos filhos e ao cuidado
do lar, e exalte as
mulheres que dão mais importância às suas
carreiras profissionais. Uma
esposa e mãe devota está entre as maiores bênçãos
que uma sociedade
pode ter e devemos criar nossas filhas para desejarem desempenhar
esse
papel. Timóteo ajudou grandemente os irmãos, no
primeiro século, em
parte por causa da influência de sua mãe e de sua
avó. Ser uma boa mãe
é
um trabalho especialmente importante das mulheres cristãs
(1 Timóteo
2:15; 5:10,14).
Conclusão
Os homens e as mulheres devem ser igualmente ativos na obra
de Deus.
Nenhum deles deve fazer o que Deus não lhes atribuiu,
mas quando cada
um trabalha dentro do papel que Deus ordenou, o nome do Senhor
será
glorificado e sua obra cumprida.
CONVITES PARA PREGAR
PEDIDO DE ORAÇÃO
DOAÇÕES
ESTUDOS RECEBIDOS
Nº DE VISITANTES
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